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Poder Judiciário reforça importância de iniciativas para enfrentamento ao assédio

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Situações classificadas como assédio moral, geralmente, provocam impactos negativos na vida de qualquer pessoa, independente da idade, do grau de escolaridade e até de conhecimento. Essa conduta, classificada como humilhante e constrangedora, é assunto sério no Judiciário mato-grossense. Isso porque o impacto de atitudes abusivas podem provocar prejuízos na saúde de magistrados, magistradas, servidores, servidoras, estagiários e estagiárias, como também de profissionais terceirizados e credenciados que atuam nas mais variadas unidades judiciais no Estado.
 
A meta na Justiça estadual e que tem sido colocada em prática como posição central pela atual gestão do Tribunal de Justiça é combater, caso aconteça, qualquer tipo de abuso, de pressão e até mesmo de possível perseguição que possa levar pessoas a desenvolver doenças, como estresse ocupacional.
 
Na visão da presidente da Corte, desembargadora Maria Helena Póvoas, qualquer atitude impensada, irresponsável, mesmo que velada, pode causar danos irreversíveis à saúde, inclusive o desenvolvimento de depressão. “Sempre é aconselhável e humanamente correto criar limites no trato com as pessoas, para que todos e todas ajam com ética e, naturalmente, com respeito ao próximo”, frisou a presidente.
 
A desembargadora acentuou ainda que o cuidado constante com o bom clima organizacional gera relações interpessoais saudáveis dentro de um ambiente seguro e prazeroso.
 
E é pensando no melhor atendimento aos magistrados(as), servidores(as) e demais profissionais que compõem o dia a dia do trabalho judicial que o Judiciário mato-grossense tem investido na realização de ações através das comissões internas de Prevenção e Enfrentamento a Assédio Moral, Sexual e Discriminação; de Saúde e a de Acessibilidade e Inclusão. As três comissões no âmbito do Poder Judiciário são coordenadas, respectivamente, pelos desembargadores Maria Erotides Kneip, Gilberto Giraldeli e Nilza Maria Pôssas de Carvalho.
 
Na última semana de julho, a Comissão de Prevenção e Enfrentamento a Assédio Moral, Sexual e Discriminação realizou o curso, de forma online, sobre Assédio Moral, Assédio Sexual, Assédio Virtual e Discriminação com a participação e engajamento das demais comissões para reforçar que a Administração da Justiça estadual se preocupa diariamente com a saúde física, mental e psíquica de todos e de todas as profissionais das 79 comarcas e do Tribunal de Justiça.
 
Nos links abaixo leia matérias sobre o assunto:
 
 
 
 
Álvaro Marinho
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Projeto de jiu-jitsu fortalece protagonismo e identidade cultural de estudantes indígenas em Brasnorte

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A Escola Estadual Indígena Tapurá Irantxe, localizada no município de Brasnorte, tem promovido a integração entre educação, esporte e valorização cultural por meio do Projeto Tamukan. A iniciativa utiliza o jiu-jitsu como ferramenta de formação para estudantes, profissionais da educação e membros da comunidade do povo Manoki.

Desenvolvido no ambiente escolar, o projeto busca incentivar hábitos saudáveis, fortalecer a saúde física e mental, promover a defesa pessoal e contribuir para a prevenção da violência. A iniciativa também reforça a valorização da identidade cultural indígena, ampliando as oportunidades de desenvolvimento para crianças e jovens da comunidade.

Reconhecida como a primeira equipe indígena de jiu-jitsu de Mato Grosso, o Projeto Tamukan tem se consolidado como um espaço de aprendizagem, disciplina e fortalecimento do protagonismo juvenil. As atividades são realizadas sob orientação técnica do professor Felipe Tamuxi e contam com o apoio da gestão escolar.

De acordo com o diretor da unidade, Edivaldo Mampuche, o projeto nasceu da necessidade de oferecer aos jovens uma oportunidade de crescimento na própria comunidade. Ele destaca que, desde o início, a escola busca unir esporte, educação e cultura, fortalecendo valores como disciplina, responsabilidade e respeito, sem perder a conexão com as tradições do povo Manoki.

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“Nosso objetivo, ao implantar o projeto, foi oferecer aos estudantes uma oportunidade de prática esportiva na comunidade, evitando deslocamentos e garantindo mais segurança para eles. Ao mesmo tempo, buscamos construir uma iniciativa que fortalecesse a disciplina, o compromisso com os estudos e a participação dos jovens nas atividades culturais e comunitárias”, disse.

Ainda segundo ele, “o jiu-jitsu tem se mostrado uma importante ferramenta de formação, contribuindo para o fortalecimento da identidade do povo Manoki e para o desenvolvimento dos estudantes”, completou o diretor.

Os resultados obtidos pelos atletas em competições esportivas refletem o trabalho desenvolvido ao longo do ano. Na etapa Norte do Campeonato Mato-grossense de Jiu-jitsu 2026, realizada na última semana, entre os dias 30 e 31 de maio, em Sorriso, a equipe conquistou sete medalhas: uma de ouro, uma de prata e cinco de bronze.

Fonte: Governo MT – MT

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