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Prefeito Emanuel Pinheiro apresenta casa sustentável com tecnologias inovadoras e que podem garantir até 25% no IPTU a partir de 2023

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Um modelo de casa sustentável foi apresentado durante evento de assinatura da Lei 515/22 pelo prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, na tarde de quinta-feira (14). Inovadora, a normativa de preservação ambiental estabelece a criação do IPTU Sustentável com vigência a partir de 2023 para a capital do Estado.

O modelo apresentado à população  contou com telhas ecológicas, amostradores descartáveis de água subterrânea (bailer), reservatórios de aquecimento hidráulico, tijolos ecológicos, calçadas verde com piso drenante, calha e encanamento de água de captação de água pluvial e demais, recomendados para imóveis residenciais, comerciais, industriais e condomínios horizontais.

Durante a solenidade, o prefeito Emanuel Pinheiro, comprovou a eficiência das medidas que poderão ser adotadas pelos munícipes. 

“Muitas outras ações, além do IPTU sustentável também serão incentivadas. Nós somos os fiscais do meio ambiente. São conceitos que cada um de nós deve implantar, ajudando na construção de uma cidade inteligente e moderna. Nada substitui a transformação pela educação. Quero mais adiante, voltar ao Parque da Família e verificar que a  semente plantada no dia 14 de julho de 2022, deu frutos. A sustentabilidade é um dos conceitos mais modernos de uma cidade. É isso que queremos deixar como legado para a nossa linda e amada Cuiabá”, enfatizou o gestor. 

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Normativa

A Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano Sustentável (SMADESS) será responsável pela certificação da aplicabilidade correta e fiscalização das ações, respectivamente. O secretário de Meio Ambiente,  Renivaldo Nascimento, afirmou que trata-se de mais um passo da Prefeitura de Cuiabá na edificação de uma cidade, cada vez, melhor para se viver. 

“Estamos mais uma vez mostrando que é possível sim, por meio da adoção de critérios simples e ao alcance de todos. Precisamos pensar nos tempos atuais, mas sem deixar de lado oportunidade de ter um futuro promissor. Graças a Deus, a nossa mensagem tem chegado aos lares cuiabanos e esse projeto já é uma grande realidade vitoriosa”, frisou. 

Os benefícios poderão ser aplicados mediante a adoção de tecnologias como implantação de sistema de captação e de reuso de águas pluviais; sistema de reuso de água de outras fontes além de pluvial; sistema de aquecimento hidráulico solar; sistema de aquecimento elétrico solar ou geração de energia fotovoltaica; sistema de utilização de energia eólica; instalação de telhado verde construção com materiais sustentáveis, sendo que em caso de utilização de madeira, necessária a comprovação de sua origem; calçadas verdes com plantio de exemplares, preferencialmente, nativos com no mínimo 02 (dois) metros de altura, entre outras, com a vigência de dois anos, podendo ser renovada, mediante a uma nova avaliação.

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Ao término, Pinheiro revelou que um dos planos do Executivo Municipal para os próximos anos, é substituir a frota atual de veículos do transporte coletivo – a combustão, pela híbrida.

“Começamos a entregar, desde o dia 10 de agosto de 2021, 150 ônibus com ar condicionado. Nos próximos oito anos, ou seja, em 2029, a frota do transporte coletivo, será trocada a frota diesel, por frotas híbridas ou semi-híbridas. Ou seja, também vamos chegar no Transporte coletivo no quesito da sustentabilidade”, concluiu. 

Confira a normativa na íntegra: 

 

Fonte: Prefeitura de Cuiabá MT

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Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura

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A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)

O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.

Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.

Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.

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O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.

Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.

Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.

A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.

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Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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