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Quadrilha é presa em MS por abate de gado furtado

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Na semana passada, a Polícia Civil de Mato Grosso do Sul realizou uma operação policial, que teve como objetivo prender membros de uma quadrilha experiente em furto de gado em pequenas propriedades rurais.

O abate dos animais era efetuado de forma cruel, com golpes de machado e a carne era vendida de forma clandestina.

Foto: Polícia Civil de MS

A Polícia Civil localizou uma central de distribuição clandestina de carne em Corguinho (MS). No local, foram encontrados e detidos, dois membros da quadrilha.

Além do casal de suspeitos, foram apreendidos cerca de 700 kg de carne, um carro BMW, uma arma de fogo e uma camionete L200. Posterior a isso, também foram encontrados objetos que teriam sido furtados nas fazendas que depois serão entregues a seus respectivos donos.

Segundo Roberto Duarte, o responsável pela operação, a quadrilha abatia os animais com golpes de machado, que costumavam ser de produção leiteira ou até mesmo vacas prenhes.

Um dos casos foi efetuado no distrito do Pequi, onde os criminosos mataram duas vacas e um touro violentamente, vale ressaltar que uma das fêmeas estava prenhe.

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Após efetuar o abate dos animais, os criminosos carregaram os quartos, os traseiros e as costelas, deixando os restos jogados próximo à mangueira da propriedade. O proprietário desse sítio, em que o crime ocorreu, teve um prejuízo de quase R$40 mil.

Os autores responderão pelas acusações de abigeato, posse de arma de fogo por uso indevido e por praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos, nativos ou exóticos, casos que trazem o animal à morte.

Com exceção dos dois presos, o representante pela ação solicitou a prisão preventiva de outros três integrantes da quadrilha.

Fonte: AgroPlus

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Centro de inovação mira avanço da produção brasileira de azeite de oliva

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O Rio Grande do Sul, responsável por mais de 80% da produção brasileira de azeite de oliva, começou a estruturar um novo movimento para fortalecer tecnicamente a olivicultura nacional. A criação de um Centro de Referência em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Olivicultura pretende ampliar estudos sobre adaptação climática, produtividade e qualidade dos azeites produzidos no estado, em uma tentativa de reduzir a instabilidade causada pelas variações do clima e consolidar a cadeia produtiva no país.

A iniciativa reúne universidades, governo estadual e produtores rurais em uma parceria articulada pelo Instituto Brasileiro de Olivicultura. O protocolo foi assinado durante a Abertura Oficial da Colheita da Oliva, realizada em Triunfo, e envolve a participação da Universidade Federal de Santa Maria, Universidade Federal de Pelotas, Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre, além de secretarias estaduais ligadas à inovação e agricultura.

O projeto surge em um momento de expansão da olivicultura brasileira, mas também de crescente preocupação com os efeitos climáticos sobre a produção. O Rio Grande do Sul concentra praticamente toda a produção comercial de azeite extravirgem do país, porém enfrenta oscilações frequentes de safra provocadas por estiagens, excesso de chuva, geadas e variações térmicas durante períodos críticos do desenvolvimento das oliveiras.

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Nos últimos anos, o estado ganhou reconhecimento internacional pela qualidade dos azeites produzidos localmente. Marcas gaúchas acumulam premiações em concursos internacionais, especialmente pela qualidade sensorial dos azeites extravirgens produzidos em regiões da Campanha, Serra do Sudeste e fronteira oeste gaúcha. Apesar disso, o setor ainda busca estabilidade produtiva para consolidar escala comercial.

A proposta do novo centro é justamente aproximar ciência e produção rural. A estrutura deverá atuar em pesquisas voltadas à adaptação de cultivares ao clima gaúcho, manejo de olivais, controle fitossanitário, qualidade industrial, certificação de origem e desenvolvimento de tecnologias capazes de aumentar produtividade e reduzir perdas.

Segundo lideranças do setor, um dos principais gargalos da olivicultura brasileira ainda está dentro da porteira. A produção nacional de azeite continua pequena frente ao consumo interno, que depende majoritariamente de importações vindas de países como Portugal, Espanha e Argentina. O Brasil consome mais de 100 milhões de litros de azeite por ano, enquanto a produção nacional representa apenas uma fração desse volume.

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Fonte: Pensar Agro

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