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Em “estreia” de António Oliveira, Cuiabá muda postura e vence o líder do campeonato
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O Cuiabá quebrou a sequencia negativa e voltou a vencer na Arena Pantanal, venceu e jogou bem, algo que não vinha acontecendo com o Dourado. O que se viu na noite de terça-feira(07) foi um time mais aguerrido, com mais disposição e com postura diferente do que se viu no primeiro semestre.
Óbvio que com apenas dois dias de trabalho, António Oliveira não implementou todas as suas ideias e características no time, mas já se percebe algumas mudanças em relação ao que vinha acontecendo. Jogadores mais próximos dos outros e corrigindo erros de companheiros, um time mais compacto e não deixando tantos espaços como se viu na partida contra o América-MG, por exemplo.
A escalação corintiana foi de certa forma equivocada, Vitor Pereira deixou alguns de seus principais jogadores no banco e a formação inicial com três zagueiros facilitou as ofensivas do Dourado, Felipe Marques foi o jogador mais perigoso na primeira etapa, Mantuan sofreu para marcar o camisa 11 do Dourado. O trio Gil, Robson Bambu e Raul Gustavo não se entendiam e o centroavante André encontrava espaços e sempre criando chances de gol, tanto que Cássio evitou por pelo menos duas vezes o gol do Cuiabá.
Por outro lado, João Carlos era um mero espectador e não sofria nenhum tipo de ataque mais incisivo por parte do ataque corintiano, Roger Guedes, Mosquito e Adson eram peça nulas nas ações ofensivas do Timão.
“Lei do ex”
Se tem uma lei que não falha no Brasil é a lei do ex, e tendo no Cuiabá diversos jogadores com passagem pelo Corinthians, a chance dela funcionar era enorme. Felipe Marques fez bela jogada pela esquerda e rolou para Uendel que bateu cruzado sem chances para o goleiro Cássio.
No segundo tempo o Cuiabá quase ampliou no início, em cobrança de escanteio de Rafael Gava, Allan Empereur subiu cabeceou firme, mas a bola passou do lado do gol de Cássio.
O Corinthians tentou pressionar após as substituições, mas sem levar perigo à meta de João Carlos. No final da partida ainda deu tempo do VAR alertar o árbitro para uma falta dura de Valdívia, o meia havia recebido amarelo, mas Rafael Traci alertou Marcelo de Lima Henrique para um possível vermelho que foi aplicado. Com a vitória o Cuiabá sai momentaneamente da zona de rebaixamento, já o Corinthians pode perder a liderança em caso de vitória de Palmeiras e Atlético-MG.
FICHA TÉCNICA
CUIABÁ 1 X 0 CORINTHIANS
Local: Arena Pantanal, em Cuiabá (MT)
Data: 7 de junho de 2022 (terça-feira)
Horário: às 21h30 (de Brasília)
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (CE)
Auxiliares: Nailton Junior de Sousa Oliveira (CE) e Márcia Bezerra Lopes Caetano (RO)
VAR: Rafael Traci (SC)
Cartões amarelos: Raul Gustavo e Du Queiroz (Corinthians); João Carlos (Cuiabá)
Cartão vermelho: Valdívia (Cuiabá)
GOLS: Cuiabá: Uendel, aos 36 minutos do 1º tempo.
Público: 22.129 torcedores
Renda: R$ 1.957.000,00
CUIABÁ: João Carlos; João Lucas, Marllon, Empereur, Uendel; Rafael Gava (Marcão), Camilo, Pepê (Paulão) e André Luís (Alesson); André Felipe (Jenison) e Felipe Marques (Valdívia). Técnico: Bernardo Franco (auxiliar).
CORINTHIANS: Cássio; Robson (Júnior Moraes), Gil, Raul Gustavo e Bruno Melo (Lucas Piton); Du Queiroz (Giuliano), Cantillo e Adson (Renato Augusto); Mantuan, Róger Guedes e Gustavo Silva (Wesley). Técnico: Vítor Pereira.
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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial
Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.
A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.
Sobrevivência e Estratégia
A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.
O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.
Drama Local e Pódio Inédito
A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.
Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.
Feitos Históricos no Pelotão Intermediário
A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.
Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto
Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.
- Kimi Antonelli (Mercedes)
- Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
- Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
- Oscar Piastri (McLaren) +24s261
- Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
- Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
- Pierre Gasly (Alpine) +30s369
- Alexander Albon (Williams) +33s413
- Esteban Ocon (Haas) +37s140
- Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
- Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
- Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
- George Russell (Mercedes) +43s353
- Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
- Franco Colapinto (Alpine) +48s964
Fonte: Esportes
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