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Abertas as inscrições para o Estradeiro nas BRs 174 e 364

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Política Agrícola e Logística

Abertas as inscrições para o Estradeiro nas BRs 174 e 364

Ao todo, a Aprosoja-MT e o Movimento Pró-Logística percorrerá cerca de quatro mil quilômetros avaliando as principais rotas de escoamento de carga

17/05/2022

Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), em parceria com o Movimento Pró-Logística, abriu as inscrições para o Estradeiro BR 174/364, que acontecerá entre os dias 07/06 e 14/06. Os interessados terão até o dia 27 de maio para se inscrever. 

Com saída de Cuiabá (07/06), o percurso com 3.770 quilômetros, passará por Vilhena-RO, Porto Velho-RO, Juína, Colniza, Aripuanã e Brasnorte, em Mato Grosso. Além de percorrer as principais rodovias responsáveis pelo escoamento de cargas, o Estradeiro conta com visitas técnicas as Estações de Transbordo de Carga (ETCs), em Porto Velho, em Rondônia, além de Simpósio com relevantes informações sobre a logística regional.

As vagas são limitadas e o custo ficará a cargo do participante ou do seu respectivo núcleo. As inscrições podem ser feitas através do WhatsApp (65) 99635-7599 (Yuri Orro Arabi – Analista de Relacionamento e Logística).

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Confira a programação:

Dia 07/06 – Cuiabá (MT) – Vilhena (RO) – 754 Km

Dia 08/06 – Vilhena (RO) – Porto Velho (RO) – 706 Km

Dia 09/06 – Visitas as ETCs – Estações de transbordo de cargas – 0 Km

Dia 10/06 – Porto Velho (RO) – Vilhena (RO) – 7076 Km (Simpósio Aprosoja RO)

Dia 11/06 – Vilhena (RO) – Juína e Colniza (MT) – 551 km (Simpósio Juína e Simpósio Colniza)

Dia 12/06 – Colniza (MT)– Aripuanã (MT) – 120 km (Simpósio Aripuanã)

Dia 13/06 – Aripuanã (MT) – Brasnorte (MT) – 361 km (Simpósio Brasnorte)

Dia 14/06 –Brasnorte (MT) – Cuiabá (MT) – 587 km

Fonte: Augusto Camacho

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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Alta de invasões impulsiona campanha “Invasão Zero” e pressiona por lei mais dura

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) intensificou a reação às invasões de propriedades rurais com a campanha “Invasão Zero”, que reúne um conjunto de propostas legislativas e medidas de pressão institucional para endurecer o combate às ocupações no campo.

A iniciativa ganha força em meio ao aumento recente dos casos. Levantamento da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) aponta 33 invasões registradas entre janeiro e meados de abril deste ano, sendo 14 apenas neste mês. Do total, 32 episódios foram atribuídos ou vinculados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

Para a bancada ruralista, o avanço das ocupações amplia a insegurança jurídica e afeta decisões de investimento no setor. A avaliação é de que o cenário pode comprometer a produção, sobretudo em regiões de fronteira agrícola, onde a expansão depende de maior previsibilidade institucional.

Como resposta, a FPA articula um pacote de projetos no Congresso. Entre eles está o Projeto de Lei 4.432/2023, que cria o Cadastro Nacional de Invasões de Propriedades (CNIP), com integração ao Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp). A proposta busca centralizar dados, facilitar a identificação de envolvidos e dar suporte às ações de segurança.

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Outro eixo da ofensiva é o endurecimento das penas. O Projeto de Lei 1.198/2023 propõe alterar o Código Penal para elevar a punição por esbulho possessório, hoje limitada a detenção de um a seis meses, para reclusão de quatro a oito anos, além de multa. Já o Projeto de Lei 6.612/2025 cria uma tipificação específica para invasões de propriedades rurais, com penas que podem chegar a dez anos, agravadas em casos de áreas produtivas ou ações coletivas.

No mesmo pacote, propostas buscam restringir o acesso de invasores a políticas públicas. Um dos textos em tramitação prevê a exclusão de ocupantes irregulares de programas de reforma agrária e o bloqueio temporário de crédito subsidiado, benefícios fiscais e contratos com o poder público.

A ofensiva legislativa ocorre em um contexto mais amplo de debate sobre a política fundiária. Dados do mostram que o Brasil tem cerca de 1,1 milhão de famílias assentadas, mas ainda enfrenta desafios estruturais na geração de renda e na integração produtiva dessas áreas. Para a FPA, a solução passa por tratar a reforma agrária como política técnica, com foco em infraestrutura, assistência e viabilidade econômica, e não por meio de ocupações.

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A campanha “Invasão Zero” deve orientar a atuação da bancada ao longo de 2026, com prioridade para projetos que ampliem a segurança jurídica no campo e estabeleçam regras mais rígidas para ocupações ilegais. O tema tende a ganhar espaço na agenda do Congresso, especialmente diante da pressão de produtores e entidades do setor.

Fonte: Pensar Agro

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