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Forças de Segurança realizam “pit stop” para alertar motoristas sobre perigos no trânsito

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Com objetivo de alertar os motoristas sobre os perigos no trânsito, as forças de segurança do Estado realizam na tarde desta terça-feira (10.05), a partir das 16 horas, ‘pit stop’ na Avenida Getúlio Vargas, região central de Cuiabá. A ação faz parte da programação em alusão ao Movimento Maio Amarelo – Juntos Salvamos Vidas.

“Essa é uma ação que consiste em abordar e orientar os condutores de veículos e população em geral que circula pelas vias sobre os perigos no trânsito, desde excesso de velocidade, não respeitar a sinalização e até os riscos de embriaguez ao volante”, explica a coordenadora do Gabinete de Gestão Integrada (GGI-MT), vinculado à Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), major PM Monalisa Toledo.  

Durante ação serão entregues brindes como o ‘lixocar’, que é uma sacola com identificação da Operação Lei Seca, panfletos e adesivos de atenção no trânsito.

As atividades educativas do Movimento Maio Amarelo estão sendo desenvolvidas em parceria com órgãos como Detran, Polícia Judiciária Civil (Delegacia de Trânsito), Polícia Militar (Batalhão de Trânsito) e instituições municipais de fiscalização de trânsito, a exemplo da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) em Cuiabá e da Guarda Municipal de Várzea Grande.

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Na Avenida Historiador Rubens de Mendonça (do CPA), por exemplo, em Cuiabá, motoristas e pedestres podem ver, próximo ao viaduto da Avenida Miguel Sutil, um carro estacionado no canteiro, simulando uma ocorrência de acidente de trânsito.

De acordo com a gerente de Ações Educativas do Detran, Gresiella Almeida, durante todo o mês de maio serão realizadas blitz de orientação, ciclo de palestras, passeios ciclísticos, motorista da rodada e diversas reuniões com representantes das Segurança Pública e Poder Público com objetivo de trazer estratégias para redução de ocorrências no trânsito.

“Vamos realizar diversas ações de forma integrada com demais instituições de Segurança Pública e parceiros, buscando essa reflexão sobre as atitudes mais seguras no trânsito. A adesão das cidades do interior é de grande importância, pois vamos conseguir somar mais forças em prol da vida”, apontou.

Mortes no trânsito

No primeiro trimestre de 2021, 124 pessoas morreram em acidentes de trânsito no Estado de Mato Grosso. Já em 2022 foram contabilizadas 112 mortes. Em relação aos índices de lesões corporais, as estatísticas registram 2.326 e 1.646, no primeiro trimestre de 2021 e 2022, respectivamente. Segundo levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS), os acidentes de trânsito são o primeiro responsável por mortes de pessoas entre 15 a 29 anos em todo mundo.

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Fonte: GOV MT

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Sefaz orienta municípios sobre mudanças na arrecadação com novo sistema tributário

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O secretário de Fazenda de Mato Grosso, Fábio Pimenta, participou, nesta quarta-feira (14.10), do 2º Encontro Técnico sobre a Reforma Tributária para Municípios: Transição e Governança para o Novo Modelo Tributário, promovido pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT). O evento reúne prefeitos, secretários municipais, vereadores, presidentes de Câmaras e técnicos das áreas de Fazenda e Desenvolvimento Econômico para discutir os impactos da reforma nas finanças municipais.

Ao lado do procurador do Estado e ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, Pimenta abriu a programação de palestras com o tema “Reforma Tributária: Formas, estrutura e fluxo de arrecadação”. Durante sua fala, o gestor alertou para a necessidade dos municípios se prepararem para as mudanças, especialmente em relação à arrecadação de 2026 que será utilizada como referência para a distribuição de parte das receitas durante o período de transição.

“A receita dos próximos 50 anos começa a ser definida agora. É fundamental que os gestores municipais melhorem sua arrecadação ainda em 2026, pois os valores arrecadados entre 2019 e 2026 servirão de base para amenizar as perdas com a Reforma Tributária”, destacou o secretário.

A preocupação está relacionada à mudança da sistemática de tributação e do modelo de desenvolvimento de Mato Grosso, que se baseia na produção. Com a Reforma Tributária, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto sobre Serviços (ISS) serão gradualmente substituídos pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), cuja receita será destinada aos estados e municípios onde ocorre o consumo.

“Mato Grosso é um estado produtor e, com a mudança da tributação da origem para o destino, terá uma perda estimada, ao final do período de transição, de cerca de R$ 10 bilhões. Os municípios mato-grossenses também serão impactados, pois possuem uma população relativamente pequena diante do volume de produção”, explicou Fábio Pimenta.

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Durante a palestra, também foram apresentados os novos critérios de distribuição da parcela estadual do IBS destinada aos municípios. Pelo novo modelo, 80% desses recursos serão repartidos proporcionalmente à população, 10% conforme indicadores de aprendizagem e equidade na educação, 5% por critérios ambientais e 5% em parcelas iguais.

O procurador do Estado e ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo defendeu a revisão de pontos da Reforma Tributária que podem prejudicar Mato Grosso, especialmente os critérios de distribuição de recursos aos municípios. Segundo ele, as mudanças poderão agravar as dificuldades financeiras das cidades com população reduzida e maior dependência de transferências estaduais e federais.

“Um dos caminhos seria exatamente fazer essa revisão dos critérios de distribuição do IBS. Mas isso depende do Congresso Nacional, dos deputados federais, dos senadores e de toda uma articulação que deve ser feita”, afirmou Gallo.

O presidente do TCE-MT, conselheiro Sérgio Ricardo, também reforçou a importância de os gestores municipais ampliarem a arrecadação própria e para a situação dos municípios com população reduzida. “Temos municípios com 3 mil, 2 mil, 1 mil habitantes que definitivamente não se sustentam. Eles só sobrevivem por causa dos repasses federais e estaduais. Vamos conversar com os prefeitos para que eles atentem para a arrecadação que vão fazer até o dia 31 de dezembro”, disse.

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Também participaram da abertura o presidente da Comissão Permanente de Sustentabilidade Fiscal e Desenvolvimento (COPSFID), os conselheiros José Carlos Novelli, Valter Albano e Campos Neto; a subprocuradora-geral de Justiça de Planejamento e Gestão do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), Anne Karine Louzich; o presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Hemerson Máximo; o presidente da Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt), Silvio Rangel; o ex-presidente da AMM Leonardo Bortolin; o membro do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), Yendis Costa; a controladora-geral da Defensoria Pública de Mato Grosso, Bárbara Natália Nogueira Garnica; e o primeiro vice-presidente da AMM e prefeito de Rondolândia, José Guedes.

Integração com os municípios

Outro ponto destacado durante a apresentação foi o trabalho desenvolvido pela Sefaz em parceria com a Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) para preparar as administrações tributárias para o novo modelo. A atuação conjunta ocorre por meio de um Comitê Gestor Regional, que conta com grupos técnicos responsáveis pela integração das administrações tributárias e pela realização de estudos e simulações sobre os impactos da reforma.

A iniciativa busca fortalecer a cooperação entre o Estado e os municípios, promover o compartilhamento de informações e apoiar o planejamento das administrações municipais diante das mudanças na arrecadação.

O 2º Encontro Técnico sobre a Reforma Tributária para Municípios é promovido pela Comissão Permanente de Sustentabilidade Fiscal e Desenvolvimento (COPSFID) do TCE-MT. O evento está sendo realizado na Escola Superior de Contas e segue até esta quinta-feira (15).

Fonte: Governo MT – MT

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