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MATO GROSSO

Biblioteca Estadual Estevão de Mendonça celebra aniversário de Mato Grosso com programação especial

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MATO GROSSO

A Biblioteca Pública Estadual Estevão de Mendonça preparou uma programação especial para o aniversário de criação de Mato Grosso, comemorado no dia 09 de maio. Durante a próxima semana, o equipamento cultural da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) realiza o evento ‘Mato Grosso 274 anos: (re)vivendo nossa história’, que conta com palestras e várias atividades culturais.

A programação será aberta na segunda-feira (09.05), às 9h, com apresentação do Corpo Musical da Polícia Militar. Logo em seguida, o deputado estadual Wilson Santos expõe a palestra ‘História de Mato Grosso’. O legislador, que é formado em Ciências Sociais e Direito, lecionou história de Mato de Grosso durante as décadas de 80 e 90 em escolas e cursinhos pré-vestibulares na capital.

Na terça-feira (10.05), às 9h, o Mestre em História e membro do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso, Suelme Evangelista Fernandes, apresenta a palestra ‘Mato Grosso, sua História sua Gente’.

Na quarta-feira (11.05) pela manhã, a partir das 9h, o público pode conferir contação de histórias com a pedagoga e escritora Alicce de Oliveira e apresentação cultural com o Grupo Tibanaré. Às 10h30, as atividades migram para o Cine Teatro Cuiabá, com uma sessão do curta-metragem ‘Minhocão do Pari’.

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Para encerrar a programação, na quinta-feira (12.05), às 9h, acontece o ‘Momento Lítero-Cultural. A atividade, que une arte e literatura, será conduzida por um representante da Academia Mato-grossense de Letras.

Todas as atividades são gratuitas e abertas ao público interessado. A Biblioteca Pública Estadual Estevão de Mendonça fica no Palácio da Instrução, no centro de Cuiabá. Mais informações pelo telefone 65 3613-9240.

Fonte: GOV MT

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MP MT

Júri condena filho de ex-deputado por feminicídio e homicídio

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O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta sexta-feira (31), Carlos Alberto Gomes Bezerra a 36 anos de reclusão pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio de Willian César Moreno. O julgamento foi realizado no Fórum da Capital e presidido pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira. Pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), atuou no plenário o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Os crimes ocorreram em janeiro de 2023, no bairro Consil, em Cuiabá. Conforme sustentado pelo Ministério Público, o acusado agiu de forma premeditada e motivado pela inconformidade com o término do relacionamento com Thays Machado.O Conselho de Sentença acolheu integralmente o entendimento do Ministério Público e reconheceu todas as qualificadoras imputadas ao réu. No homicídio de Willian César Moreno, os jurados acolheram as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Já em relação ao feminicídio de Thays Machado, foram reconhecidas as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio praticado em contexto de violência doméstica e de gênero.A acusação destacou que o réu monitorava a rotina da vítima, realizava vigilância constante de seus deslocamentos e conhecia detalhadamente seus hábitos, circunstâncias comprovadas por documentos, anotações e materiais apreendidos durante as investigações.Durante os debates, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva sustentou que o conjunto probatório revelou um histórico de controle, perseguição e não aceitação do término do relacionamento por parte do acusado. Para o Ministério Público, o feminicídio ocorreu em contexto de violência doméstica e de gênero e foi precedido por uma crescente escalada de monitoramento da rotina da vítima.“Trata-se da personalidade de alguém possessivo, que possui ciúme exacerbado, que enxerga a mulher não como aquela pessoa com quem gostaria de constituir um casal, mas como um objeto. E, evidentemente, como ocorre com toda posse, quando ela é retirada de quem a considera sua propriedade, a reação é violenta, através da repreensão. Foi o que ele fez quando matou duas pessoas”, afirmou o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Conforme sustentado em plenário pelo promotor de Justiça, as investigações demonstraram que o acusado acompanhava a rotina da vítima, mantinha registros de seus deslocamentos e realizava vigilância constante de locais frequentados por ela, circunstâncias que reforçam as qualificadoras apontadas na denúncia.O promotor de Justiça também destacou que foram identificados 914 registros de chamadas entre o acusado e a vítima entre o fim de dezembro de 2022 e a data do crime, além de elementos que evidenciariam vigilância e controle sobre a vida de Thays Machado.Conforme apresentado pelo Ministério Público, todos os disparos que atingiram Thays ocorreram pelas costas, reforçando a tese de que as vítimas não tiveram qualquer possibilidade de defesa.Após a decisão do Conselho de Sentença, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena de 36 anos de reclusão para Carlos Alberto Gomes Bezerra. O réu permanecerá preso para cumprimento da condenação, nos termos definidos na sentença.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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