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Polícia Civil indicia autora de estelionato praticado contra uma servidora pública e uma empresa de joias

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Assessoria | Polícia Civil-MT

A Polícia Civil do município de Sinop (500 km ao norte de Cuiabá) esclareceu uma ocorrência de estelionato cometida contra uma servidora estadual e uma loja de jóias e semijoias. Além da identificação de autoria, as investigações resultaram no sequestro de valores monetários, apreensão dos objetos obtidos através do crime, além de outras medidas cautelares.

A suspeita de 26 anos foi indiciada no inquérito de estelionato através de meio eletrônico, instaurado pela Delegacia de Polícia de Sinop, por meio do Núcleo de Investigações Gerais.

Conforme o delegado responsável pelo caso, Bruno Sergio Magalhães Abreu, as diligências apontam que a investigada utilizou de dados pessoais da funcionária pública da Justiça Estadual, para retirar de forma consignada de uma empresa de joias e semijoias de Sinop,  uma maleta contendo várias peças e produtos de alto valor. 

“O referido cadastro e a aprovação do consignado foi devido ao perfil da vítima, possuidora de alto score, que é um dos critérios que analisa se o consumidor é ou não um bom pagador, bem como se deve ou não ter acesso a créditos”, destacou o delegado Bruno.

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No entanto, depois de finalizado o prazo de consignação, a empresa percebeu que se tratava de uma fraude, e procurou a servidora pública erroneamente cadastrada. Então ambas, na condição de vítimas, procuraram a Delegacia de Polícia de Sinop e comunicaram os fatos.

Com base nas informações, os policiais civis passaram a apurar o crime e diante dos indícios, provas e materialidade de autoria, Polícia Civil representou pelo pedido das medidas cautelares, visando a apreensão dos bens e o sequestro de valores, o qual foi integralmente deferido pelo Poder Judiciário local.

De posse da ordem judicial expedida pela Justiça, foi realizado o bloqueio bancário bem como a apreensão de parte das joias e semijoias. Já o inquérito policial será concluído com indiciamento da suspeita pelo crime de estelionato.

Fonte: PJC MT

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Autor de homicídio em Rondonópolis é condenado a mais de 20 anos de prisão

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O trabalho investigativo desenvolvido pela Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rondonópolis, resultou na condenação do autor do homicídio de uma mulher, de 58 anos, ocorrido em janeiro de 2025, no Residencial Boa Vista.

O réu foi condenado pelo Colendo Conselho de Sentença, durante sessão plenária do Tribunal do Júri realizada nesta terça-feira (9.6), à pena de 20 anos e 3 meses de reclusão pelo crime de homicídio duplamente qualificado.

O crime ocorreu no dia 29 de janeiro de 2025, quando a vítima foi encontrada sem vida no interior de sua residência, apresentando uma extensa lesão na região do pescoço provocada por arma branca. A equipe da DHPP foi acionada imediatamente e iniciou os primeiros levantamentos investigativos no local.

Conforme análise da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), a morte ocorreu entre 8 e 12 horas antes da localização do corpo, indicando que o homicídio foi praticado próximo à meia-noite do dia 28 de janeiro.

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As diligências investigativas conduzidas pela DHPP permitiram identificar rapidamente o principal suspeito do crime. Durante a apuração, os policiais constataram que o homem de 53 anos esteve na residência da vítima na noite anterior, sendo a última pessoa a manter contato com ela antes de sua morte.

Com base nos elementos reunidos pela investigação, a equipe policial conseguiu localizar e prender o suspeito em flagrantes poucas horas após a descoberta do crime, garantindo a preservação das provas e o avanço célere da persecução penal.

Segundo a delegada titular da DHPP de Rondonópolis, Karla Cristina Peixoto Ferraz, a condenação representa o desfecho de um trabalho investigativo realizado pela unidade.

“A sentença evidencia o comprometimento da Polícia Civil na elucidação de crimes contra a vida e na responsabilização de seus autores, reafirmando o compromisso com a busca pela verdade dos fatos, a produção de provas qualificadas e a promoção da justiça para as vítimas e seus familiares”, destacou a delegada.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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