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NASF realiza palestra sobre qualidade do sono na unidade básica de saúde do Ribeirão do Lipa

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Davi Valle

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A equipe do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) da região Oeste, realizou uma palestra sobre qualidade do sono e seus impactos na saúde para os pacientes da Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro Ribeirão do Lipa, na tarde de quinta-feira (17). A palestra foi proferida pelo nutricionista André Bertuol, pela fisioterapeuta Cristine Lira e pela pediatra Heloíza Campos.

A atividade ocorreu a pedido da equipe de saúde da família (ESF) da unidade, como parte da programação para comemorar o Mês da Mulher. A fisioterapeuta Cristine Lira explica que os conteúdos são organizados de acordo com a demanda apresentada pela equipe da UBS, que detecta as necessidades predominantes entre os pacientes. “Nós aproveitamos muito a sala de espera para realizar essas ações. O tema depende muito do público. Hoje, como o público era variado, nós abordamos um tema pertinente a todos”.

Mãe de Paulo Henrique, 7 anos, e de Sara, 7 meses, a quem amamenta de madrugada, a dona de casa Paola Almeida Calil conta que não consegue ter uma rotina de sono adequada. “Eles falaram sobre reeducar o sono. Eu que sou mãe de dois, não durmo 100%, como é o certo para o corpo descansar, mas eles passaram uma listinha pra gente ter um guia para reeducar o sono”, disse. (confira as dicas para ter um sono de qualidade ao final da matéria)

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Paola elogiou a iniciativa e garantiu que será útil para ela e toda sua família. “Eu achei bom porque, nos dias de hoje, a gente está muito preocupado, nosso psicológico está muito sobrecarregado. E o sono é uma forma de descarregar. Se você dorme bem, tem uma educação alimentar melhor, seu psicológico fica melhor. A palestra foi um alerta. Eles abriram um leque para a gente poder discutir o assunto e, pra mim, foi de grande valia. Vou levar para o meu esposo pra gente reorganizar nossa rotina com nossos filhos para que todos possamos desfrutar de um sono melhor”, afirma.

Quem também saiu satisfeita foi a dona de casa Marlete Ribeiro Afonso de Souza, que se identificou com o que foi apresentado e, em seguida, já conseguiu uma consulta individual para obter uma orientação mais focada. “O que eles estavam falando tinha muito a ver com o que eu sinto. E eu vou precisar de ajuda profissional. Então, já aproveitei para pedir essa ajuda para tratar insônia e depressão e outros problemas. É Deus que encaminha porque eu vim aqui hoje para passar por uma consulta para tratar outra coisa e já encontrei esses profissionais que podem me ajudar”, relatou.

Confira as dicas para ter um sono de qualidade:

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– Estabeleça horários: busque dormir e acordar nos mesmos horários, inclusive em feriados e finais de semana. Deste modo, em pouco tempo o seu corpo vai se acostumar com o novo hábito;

– Crie uma rotina de sono relaxante: próximo ao horário de dormir, não realize atividades estimulantes (músicas agitadas, filmes de ação ou terror). Tente relaxar e mostrar para o corpo que está chegando a hora de dormir;

– Desligue os eletrônicos: a luz azul emitida por eles inibe a produção de melatonina, que é o hormônio do sono. Se por quaisquer motivos você precisar manter o celular por perto, ative o filtro de luz azul algumas horas antes de pegar no sono;

– Faça exercícios físicos regularmente: pois eles melhoram a qualidade do sono, sobretudo se forem feitos ao ar livre, pois a luz natural ajuda em sua regulação. Evite exercícios próximos do horário de dormir;

– Limite o uso de cafeína: evite o consumo de bebidas cafeinadas, como café, chá preto e energéticos, depois do horário de almoço;

– A cama é para dormir, não para trabalhar: é importante “ensinar” ao cérebro a associação entre a cama e descanso, não outras atividades como estudo e trabalho.

– Retire as crianças da cama do casal: é importante para a segurança, identidade emocional e garante um sono profundo e reparador.

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Festival da Pamonha mantém grande público e impulsiona economia na comunidade Rio dos Peixes

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O penúltimo dia do 7º Festival da Pamonha da comunidade de Rio dos Peixes confirmou o impacto que o evento vem gerando na economia local e na valorização da cultura regional, reunindo milhares de visitantes e mantendo aquecida a cadeia produtiva do milho, principal base da festa. Com estimativa de até 5 mil pessoas por dia e o processamento de cerca de 40 toneladas ao longo da programação, o festival segue consolidado como uma vitrine para pequenos produtores e trabalhadores da região.

Neste terceiro dia, o movimento nas barracas reforçou o papel do evento como fonte de renda para dezenas de famílias. A estrutura ampliada e mais organizada foi percebida tanto por comerciantes quanto pelo público. A divisão dos espaços, separando pamonhas, lanches e doces, facilitou a circulação e melhorou a experiência de quem visita.

O secretário municipal de Agricultura, Vicente Falcão, avaliou o momento como positivo e destacou que o festival vem superando as expectativas em público e consumo. Segundo ele, o evento já ultrapassa o caráter local e ganha relevância estadual e até nacional, atraindo visitantes de diferentes regiões. “Os participantes são 100% moradores e pequenos produtores da comunidade, o que reforça o impacto direto na geração de renda”, pontuou.

O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Agricultura, Fellipe Correa, destacou o papel estratégico do festival para o fortalecimento da economia local. “Além de gerar renda e valorizar a tradição, o Festival da Pamonha reforça a dimensão territorial e turística de Cuiabá, que se estende pela Estrada da Chapada até o Portão do Inferno. Toda essa região, incluindo os balneários e a comunidade de Rio dos Peixes, integra um circuito importante para o turismo da capital. Nesse contexto, o festival se consolida como uma referência do turismo gastronômico cuiabano”, afirmou.

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Entre os expositores, a percepção também é de crescimento. O comerciante Rudnei dos Santos, que participa há quatro edições, classificou o dia como produtivo e destacou a organização como um dos diferenciais deste ano. Ele acredita que o fluxo ainda aumenta ao longo do dia e reforça que o festival é resultado de um trabalho coletivo. “A gente percebe que o público chega já sabendo onde encontrar o que quer, isso facilita muito”, afirmou. Experiente, ele também participa do concurso da melhor pamonha e atribui o sucesso ao cuidado com o preparo: “O segredo é fazer com amor”.

Para o público, a experiência vai além da gastronomia. O advogado Lucas Veloso, morador de Várzea Grande, retornou ao festival pela segunda vez e notou avanços na estrutura. “Eu já esperava algo bom, mas vi melhorias, principalmente na organização e na estrutura para comerciantes e visitantes. Isso incentiva a gente a voltar”, disse. Ele destacou ainda o interesse pelas apresentações culturais e a diversidade de sabores disponíveis.

A variedade, aliás, é um dos pontos mais comentados. De receitas tradicionais a versões mais criativas, como pamonha de pizza ou combinações com jiló e linguiça, o cardápio chama a atenção de quem chega. O professor Cláudio Vaz de Araújo, que conheceu o evento pela primeira vez durante uma viagem, elogiou tanto o sabor quanto a organização. “É fácil circular, escolher e experimentar. Dá vontade de voltar”, afirmou.

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Apesar da avaliação positiva, algumas observações surgem como sugestões para as próximas edições. A conectividade foi um dos pontos citados por visitantes e comerciantes. A dificuldade de acesso à internet no local impacta principalmente pagamentos via Pix e a divulgação em tempo real nas redes sociais. O próprio secretário reconheceu a limitação, explicando que a alta demanda, com mais de 700 acessos simultâneos, sobrecarregou o sistema disponível. A prefeitura, segundo ele, já estuda melhorias para o próximo ano.

Outras sugestões envolvem aspectos pontuais da experiência gastronômica, como a manutenção da temperatura e frescor das pamonhas em determinados momentos de maior fluxo, sem comprometer a avaliação geral, que segue positiva.

Além da alimentação, o festival também conta com suporte na área da saúde. Equipes da Unidade de Saúde de Rio dos Peixes oferecem vacinação, atendimento odontológico, aferição de pressão arterial e testes de glicemia, sob coordenação da gerente Magda Oliveira. Paralelamente, socorristas e profissionais de enfermagem, coordenados pelo bombeiro civil Anderjan Santana, atuam com atendimentos emergenciais e serviços básicos, garantindo mais segurança ao público.

A programação segue até esta terça-feira (21), feriado de Tiradentes, quando será anunciado o resultado do Concurso da Melhor Pamonha. A expectativa é de que o último dia mantenha o alto fluxo de visitantes, encerrando mais uma edição marcada pela integração entre cultura, produção local e geração de renda.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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