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Governo de MT firma parceria com Prefeitura para construção da primeira unidade dos Bombeiros em Comodoro

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O Governo de Mato Grosso, por meio do Corpo de Bombeiros Militar (CBMMT), iniciou mais uma tratativa de ação conjunta com a Prefeitura Municipal e demais parceiros para a construção da primeira unidade na cidade de Comodoro, distante 667 km de Cuiabá. O valor do investimento para execução da obra está estimado em R$ 600 mil.

A unidade do Pelotão Independente dos Bombeiros de Comodoro será erguida em estrutura modular de contêiner, projeto semelhante à unidade construída no município de Sinop. O quartel será construído dentro de um terreno de 4.000 m², que foi doado pela Prefeitura de Comodoro, em uma área onde ficam outros prédios públicos.

Através da Lei n° 1.935/2022, a entrega formal do terreno foi realizada no dia 11 de março ao CBM, representado pela coronel Luciana Brandão. Parte do orçamento, no valor de R$ 120 mil oriundo do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), do Ministério Púbico, já está disponível em conta.  

Conforme o 1° tenente BM Rivaldo Miranda de Andrade, que atua na linha de frente dos trabalhos, a entrega da unidade é prevista para o final do segundo semestre de 2022. A equipe de militares que vão integrar o quadro permanente para atuar nesta unidade, será montada com a chegada dos novos bombeiros aprovados no concurso da Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp).

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“Nossa meta é realizar a entrega desta unidade no dia 02 de dezembro. Nossa proposta é aproveitar a formação dos novos soldados dos bombeiros oriundos do concurso público que segue em andamento”, explicou o militar.

Também fazem parte da parceria, o Conselho de Segurança, Câmara Municipal de Comodoro e empresários que estão unidos para dar celeridade ao projeto de construção deste novo quartel.

Fonte: GOV MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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