POLÍTICA
Deputado Botelho destaca investimentos no QualiVida
POLÍTICA
Foto: MAURICIO BARBANT / ALMT
O setor Qualidade de Vida – QualiVida, da Assembleia Legislativa, está mais moderno do que nunca. Uma das ações de melhorias propostas pelo presidente da ALMT, deputado Eduardo Botelho (União Brasil), durante sua gestão na Primeira Secretaria foi um espaço totalmente revitalizado, mais um consultório odontológico e novos aparelhos para fisioterapia. Agora, o setor passa a oferecer também tratamento com fonoaudiólogo. As consultas já podem ser agendadas pelo número 3313-6433.
Os investimentos foram necessários para melhorar, ainda mais, os atendimentos de Saúde à servidores, seus dependentes, pensionistas e aposentados da Casa de Leis. A Mesa Diretora também foi incisiva no combate à Covid-19, ao formalizar parcerias para ajudar na campanha de vacinação da população. O estacionamento da ALMT foi palco desse grande movimento em Cuiabá. A Mesa Diretora também ajudou alguns municípios a combater a pandemia com postos de vacinação.
Agora, o QualiVida volta os atendimentos no ambulatório moderno e confortável. “Tivemos algumas melhorias graças à parceria com a Mesa Diretora, que não mediu esforços para nos estender a mão e apoiar para que o QualiVida se tornasse essa potência em torno de atendimentos. O deputado Botelho sempre que pode vem aqui acompanhar o serviço que é feito. Sempre com muita responsabilidade e pensando no próximo, naqueles que necessitam de apoio à Saúde”, disse a superintendente do QualiVida, Ivana Mara Mello.
“Oferecer um ambiente de trabalho com qualidade e bem-estar aos servidores e seus dependentes sempre foi nosso objetivo. Então, otimizamos o trabalho, cortamos gastos e priorizamos investimentos no QualiVida, que foi fundamental no combate à Covid-19, com atendimento dos nossos servidores e vacinação de milhares de mato-grossenses”, destacou o deputado.
Uma das novidades é o serviço de Fonoaudiologia que passa a ser oferecido pela especialista Michelle Salomão, além de dois consultórios odontológicos modernos, atendimentos médicos, psicológicos, enfermaria e fisioterapia. Os setores ganharam nova aparelhagem e passam a dar apoio pós-cirúrgico. “Já voltamos a nossa agenda normal e estamos à disposição com muito carinho”, complementa Ivana Mello, ao destacar que, nos últimos meses, os profissionais priorizaram o diagnóstico e tratamento de pessoas com coronavírus e aqueles que já realizavam algum outro tratamento.
POLÍTICA
TJMT suspende desocupação em condomínios após pedido da ALMT
Em resposta ao pedido encaminhado pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta sexta-feira (17), a Corregedoria-Geral da Justiça do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) decidiu suspender a medida de desocupação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso envolvendo famílias que residem nos condomínios Villas das Minas e Villas das Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A decisão do Judiciário ocorreu após solicitação formal da Assembleia, diante da preocupação com os impactos sociais da medida.
A decisão considera que o caso apresenta potencial impacto social relevante, especialmente diante da possibilidade de cumprimento de medida de imissão na posse envolvendo famílias em situação de vulnerabilidade, e reforça a necessidade de adoção de etapas preparatórias antes de qualquer decisão de desocupação coletiva.
“Recebemos uma decisão muito importante da Corregedoria do Tribunal de Justiça, que representa uma vitória significativa para as famílias dos condomínios Minas e Lavras do Sutil. Ainda não vencemos a guerra, mas conquistamos uma batalha importante, que traz tranquilidade aos moradores que estavam vivendo momentos de angústia. Quero agradecer à Procuradoria da Assembleia e ao Poder Judiciário pela sensibilidade em olhar para essa situação. Esse resultado é fruto de um trabalho conjunto. Agora, vamos continuar dialogando e trabalhando para construir uma solução justa e definitiva para essas famílias. Contem com a Assembleia Legislativa, porque estaremos ao lado de vocês”, comemorou o deputado estadual Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa.
O procurador da Assembleia Legislativa, Ricardo Riva, explicou que a decisão da Corregedoria do Tribunal de Justiça foi resultado direto do pedido formal apresentado pela Casa, que apontou a necessidade de cumprimento de etapas legais e sociais antes da execução da medida de desocupação.
Segundo ele, a Assembleia solicitou a suspensão da imissão na posse justamente para garantir que o processo observe as exigências previstas na legislação e nas normas que tratam de conflitos fundiários coletivos.
“A Assembleia oficiou a Corregedoria do Tribunal pedindo a suspensão do cumprimento da imissão na posse, ou seja, da retirada das famílias dos apartamentos, porque existem etapas legais e sociais que precisam ser cumpridas antes de qualquer desocupação coletiva. A decisão da Corregedoria foi tomada a partir dessa solicitação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso”, explicou o procurador.
Ricardo Riva destacou ainda que a medida busca assegurar que qualquer decisão judicial seja precedida de avaliação técnica e de diálogo institucional, garantindo segurança jurídica e proteção às famílias envolvidas.
O pedido da ALMT – No documento encaminhado ao Judiciário, o presidente Max Russi alerta que o cumprimento da ordem de imissão na posse, decorrente de um processo de falência iniciado em 2003, pode resultar na retirada imediata de moradores de suas residências sem que haja medidas adequadas de acolhimento social às famílias afetadas. O ofício destaca que a execução da decisão, da forma como está prevista, pode gerar consequências sociais graves, especialmente para pessoas em situação de vulnerabilidade.
A Assembleia também argumenta que a condução do processo deve observar normas e diretrizes que tratam da proteção de direitos humanos e da mediação de conflitos. Entre os dispositivos citados estão o Provimento nº 23/2023 do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, a Resolução nº 510 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e orientações do Supremo Tribunal Federal (STF), que estabelecem que desocupações coletivas precisam ser precedidas de diálogo entre as partes e da definição de estratégias de atendimento às famílias atingidas.
De acordo com o documento, essas normas determinam que, antes da execução de despejos coletivos, sejam realizadas reuniões preparatórias e elaborados planos de ação que considerem a situação social dos moradores, garantindo alternativas de acolhimento e encaminhamento a programas habitacionais ou de assistência social, sempre que necessário.
Visita aos condomínios – Na noite de quinta-feira (16), Russi esteve pessoalmente nos residenciais para ouvir os moradores e acompanhar de perto a situação. Durante a visita, o parlamentar conversou com os condôminos e manifestou preocupação com a possibilidade de retirada imediata das pessoas de suas casas, destacando o clima de insegurança e aflição vivido pelos moradores. A presença do deputado no local ocorreu após relatos de que centenas de famílias temem perder suas moradias em razão de decisão judicial.
Fonte: ALMT – MT
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