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Aviso de Pauta: Fachin concede primeira entrevista coletiva como presidente do TSE na quarta-feira (23)

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No dia seguinte à solenidade de posse, o ministro Edson Fahcin vai conceder a primeira entrevista como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Será na manhã de quarta-feira (23), das 11h30 às 12h30, no Auditório I do Tribunal, em formato híbrido (presencial e online), com transmissão ao vivo pelo canal do TSE no YouTube e também pelo perfil do TSE no Instagram.

Cobertura

Profissionais da área de comunicação interessados em realizar a cobertura da coletiva deverão se cadastrar previamente.

Os dados devem ser enviados para o e-mail [email protected] até às 16h de terça-feira (22) e devem conter nome e sobrenome dos jornalistas, nome do veículo e número de celular de todos os membros da equipe.

Diante das restrições causadas pela pandemia de covid-19, a participação presencial será permitida a três profissionais de cada canal de televisão e a dois profissionais de cada veículo impresso.

Aqueles que vão acompanhar de forma remota também poderão fazer perguntas, desde que tenham realizado o cadastramento prévio via e-mail.

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Serviço 

Assunto: primeira entrevista do ministro Edson Fachin como presidente do TSE

Data: 23 de fevereiro de 2022

Horário: das 11h30 às 12h30

Local: Auditório I do edifício-sede do Tribunal Superior Eleitoral, em Brasília (DF).

BA/CM

Fonte: TSE

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Quem financia a campanha? A prestação de contas também interessa ao eleitor

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Quem financia a campanha? A prestação de contas também interessa ao eleitor

Prazo para a prestação de contas parcial das Eleições 2026 termina neste domingo, 13 de setembro, e mostra por que acompanhar o dinheiro da campanha também faz parte do voto consciente.

Durante uma eleição, o eleitor acompanha pesquisas, propostas, debates, alianças e propaganda. Mas há outro aspecto que também merece atenção: d e onde vem o dinheiro que financia uma campanha e como ele está sendo utilizado.

Neste domingo, 13 de setembro, termina o prazo para que partidos, candidatas e candidatos apresentem à Justiça Eleitoral a prestação de contas parcial das Eleições 2026 . Nela devem constar as movimentações financeiras e os recursos estimáveis em dinheiro registrados desde o início da campanha até 8 de setembro.

A prestação parcial funciona como uma espécie de fotografia financeira da campanha naquele momento. Ela permite verificar quanto foi arrecadado, quem contribuiu, quais despesas foram realizadas e como os recursos estão sendo empregados.

Mas é importante fazer uma distinção: informações financeiras da campanha podem aparecer antes da prestação parcial , porque os recursos recebidos devem ser informados à Justiça Eleitoral durante a própria campanha e os relatórios financeiros podem ser disponibilizados na internet em até 48 horas.

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O dia 15 de setembro representa outro marco. Nessa data, a Justiça Eleitoral divulgará oficialmente, na internet, a prestação de contas parcial consolidada, com indicação dos doadores e dos respectivos valores declarados, observadas as regras de proteção de dados pessoais.

Para o eleitor, essas informações ajudam a enxergar a campanha por outro ângulo. Conhecer propostas é essencial, mas compreender quem financia uma candidatura e para onde o dinheiro está sendo direcionado também contribui para uma escolha mais consciente.

Para candidatos e partidos, a atenção deve ser redobrada. A prestação parcial precisa refletir a movimentação real da campanha. Omissões, inconsistências ou informações incorretas podem repercutir posteriormente na análise das contas eleitorais.

Também é importante lembrar que essa é apenas uma etapa. Após as eleições, haverá a prestação de contas final, quando toda a movimentação financeira da campanha será submetida à análise da Justiça Eleitoral.

A transparência eleitoral não está apenas no discurso do candidato. Ela também está na origem dos recursos, nos gastos realizados e na possibilidade de fiscalização pela sociedade.

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Em uma democracia, saber quem pede o voto é fundamental. Saber quem financia a campanha também.

André Pozeti
Advogado, especialista em Direito Eleitoral, ex-juiz membro do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) e membro da Comissão Eleitoral da OAB/MT.

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