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Projeto Bem-Estar transforma vidas com esporte, saúde e integração social em Várzea Grande

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Promover saúde, qualidade de vida e incentivar a prática de atividades físicas faz parte das ações desenvolvidas pela Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (SMECEL). Com esse objetivo, o Projeto Bem-Estar vem transformando a rotina de jovens, adultos e idosos ao oferecer, gratuitamente, aulas de dança, treinamento funcional, alongamento e exercícios adaptados em diversos bairros do município.

As atividades são realizadas em polos distribuídos pela cidade, aproximando o esporte da população e proporcionando momentos de convivência, socialização e melhoria da saúde física e mental.

No Complexo Esportivo e Cultural do Fiotão, um dos principais polos do programa, as aulas acontecem diariamente, nos períodos da manhã e da tarde. De acordo com o professor Cleyton Gomes, além do condicionamento físico, o projeto tem como principal missão promover qualidade de vida.

“O próprio nome já diz: Bem-Estar. O projeto foi criado para oferecer qualidade de vida à população. Muitas pessoas chegam aqui desanimadas, enfrentando problemas emocionais ou de saúde e, em poucas semanas, já percebemos uma mudança significativa. Temos alunos com mais de 90 anos participando das aulas e pessoas que relatam melhora na autoestima, na disposição e até na saúde mental. É muito gratificante acompanhar essa transformação.”

Segundo o professor, as aulas são planejadas para atender pessoas de diferentes idades e condições físicas, sempre respeitando os limites de cada participante.

“Cada turma possui uma realidade diferente. Nós planejamos as atividades, mas sempre adaptamos os exercícios para atender todos os alunos, inclusive aqueles que possuem alguma limitação física. O importante é que ninguém fique de fora. Aqui, todos são acolhidos e participam dentro das suas possibilidades.”

As atividades unem exercícios funcionais, alongamentos, dança e momentos recreativos, tornando as aulas mais dinâmicas e motivadoras.

“Qualquer pessoa a partir dos 13 anos pode participar. Basta procurar um dos polos. Fazemos uma avaliação inicial e adaptamos as atividades conforme a necessidade de cada aluno. Nosso compromisso é acolher todos e proporcionar mais saúde e qualidade de vida”, reforça Cleyton.

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Qualidade de vida que transforma

Quem participa das atividades sente, na prática, os benefícios proporcionados pelo projeto. A moradora Andréia da Silva Campos frequenta as aulas há vários anos e garante que a iniciativa mudou sua rotina.

“Já perdi até as contas de quanto tempo participo. Conheci o projeto por indicação de uma amiga e nunca mais parei. Hoje só tenho gratidão. Me sinto muito melhor, mais feliz e sempre convido outras pessoas para participar. Quando perguntam onde faço atividade física, faço questão de dizer que é aqui no Fiotão. É um projeto maravilhoso que mudou minha vida.”

Mais de 2,6 mil pessoas atendidas

De acordo com o superintendente de Esporte, Edmilson Ferreira, o “Piranha”, o Projeto Bem-Estar atende atualmente mais de 2,6 mil pessoas em 11 polos espalhados por Várzea Grande.

“Hoje temos mais de 2.600 participantes nas atividades de qualidade de vida, distribuídos em 11 polos, funcionando nos períodos da manhã e da tarde. Nosso objetivo é ampliar cada vez mais esse atendimento e levar as atividades também para os CRAS, garantindo que mais pessoas tenham acesso ao esporte e à promoção da saúde.”

Além das ações voltadas aos adultos e idosos, a Superintendência de Esporte também desenvolve projetos gratuitos para crianças e adolescentes.

“Atendemos mais de seis mil crianças em diversas modalidades esportivas, como futebol, vôlei, basquete, handebol, judô, jiu-jítsu, capoeira, entre outras. Nosso compromisso é democratizar o acesso ao esporte e oferecer oportunidades para todas as idades.”

Para a Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, iniciativas como o Projeto Bem-Estar reforçam o compromisso da gestão da prefeita Flávia Moretti com a promoção da saúde, da inclusão social e da ocupação saudável dos espaços públicos, ampliando o acesso ao esporte, ao lazer e à qualidade de vida em todas as regiões de Várzea Grande.

Como participar

Os projetos são gratuitos e destinados a pessoas a partir dos 13 anos de idade. As inscrições são realizadas presencialmente no polo onde o interessado deseja participar das atividades.

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No Complexo Esportivo e Cultural do Fiotão, as aulas acontecem de segunda a sexta-feira, às 6h30, no período da manhã, e às 17h30, no período da tarde. O município também conta com polos nos bairros Cristo Rei, Parque do Lago, Figueirinha, Marajoara, São Mateus, Parque Berneck, entre outras localidades, com horários adaptados à realidade de cada comunidade.

A iniciativa integra a política pública da Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, de ampliar o acesso ao esporte, ao lazer e à promoção da saúde, levando mais qualidade de vida para a população.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Palestra leva alerta sobre riscos do cigarro eletrônico a estudantes

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A equipe da Unidade de Saúde do bairro Água Limpa realizou, na sexta-feira (18), uma palestra sobre tabagismo para estudantes do 9º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Elmaz Gattas. A atividade reuniu jovens de 13 a 18 anos em um momento de conversa, interação e dinâmicas sobre os riscos do cigarro convencional e, principalmente, do cigarro eletrônico.

Durante o encontro, os profissionais falaram sobre os cuidados com a saúde, sintomas e consequências do uso dos dispositivos eletrônicos, além do risco de o cigarro eletrônico se tornar uma porta de entrada para o consumo de outras substâncias.

A conversa também abriu espaço para que os próprios estudantes compartilhassem suas experiências. Muitos relataram já ter experimentado o cigarro eletrônico por curiosidade, influência de amigos ou até mesmo pelos sabores oferecidos pelos dispositivos.

A estudante Marina, de 13 anos, contou que já recebeu ofertas de amigos, mas prefere não experimentar.

“Meus amigos sempre oferecem, mas eu não aceito. Eu vejo que não faz bem e prefiro não usar. Eles respeitam minha decisão e eu também falo para eles não experimentarem”, relatou.

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Já a estudante Miriam, de 14 anos, contou que chegou a experimentar o cigarro eletrônico, mas teve uma experiência negativa. Após o uso, apresentou tontura e uma tosse persistente que durou cerca de duas semanas. O quadro fez com que ela precisasse procurar atendimento médico para avaliação e uso de medicamentos. Depois da experiência, ela não voltou a utilizar o dispositivo.

A responsável técnica pela atividade destacou a importância de levar esse tipo de informação diretamente aos adolescentes. A palestra foi realizada nos períodos da manhã e da tarde, e a equipe ficou surpresa com a quantidade de estudantes que já tiveram algum contato com o cigarro, especialmente com os dispositivos eletrônicos.

“É muito importante conversar com eles de forma aberta, sem julgamento, porque muitos já tiveram contato ou receberam ofertas. Ficamos impressionados com a quantidade de jovens que já tiveram alguma experiência. Esse diálogo é uma oportunidade para orientar e mostrar as consequências antes que o uso se torne um hábito”, destacou.

Durante a atividade, um dos inspetores da escola apresentou à equipe uma sacola com diversos dispositivos eletrônicos, conhecidos popularmente como “pods” ou “vapes”, que haviam sido apreendidos dentro da unidade escolar.

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Por se tratar de uma escola militar, a unidade também desenvolve ações próprias de orientação e conscientização com os estudantes. A atividade realizada pela equipe de saúde reforça esse trabalho, aproximando os profissionais da saúde do ambiente escolar e criando espaço para que os adolescentes possam tirar dúvidas e falar abertamente sobre o tema.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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