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Prefeitura realiza vistoria em futura indústria de fertilizantes e reforça importância do licenciamento ambiental

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Somente em 2025, já foram realizadas cerca de 600 vistorias ambientais em Várzea Grande, número que reflete o fortalecimento da política de licenciamento após a cidade conquistar autonomia para analisar e fiscalizar atividades econômicas que antes dependiam exclusivamente da esfera estadual

A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável (SEMMADRS), realizou durante a semana vistoria em uma indústria de fertilizantes em fase de instalação na região da Passagem da Conceição. A ação faz parte do processo de Licenciamento de Instalação (LI), uma das três etapas obrigatórias — junto da Licença Prévia (LP) e da Licença de Operação (LO) — que garantem a regularidade e a sustentabilidade de novos empreendimentos no Município.

Somente em 2025, já foram realizadas cerca de 600 vistorias ambientais em Várzea Grande, número que reflete o fortalecimento da política de licenciamento após a cidade conquistar autonomia para analisar e fiscalizar atividades econômicas que antes dependiam exclusivamente da esfera estadual. Com o Termo de Cooperação Técnica nº 0410/2025, firmado entre a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA/MT) e a Prefeitura, o município passou a ter competência para licenciar 69 novas atividades, incluindo empreendimentos de médio e alto impacto.

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Segundo o secretário Ricardo Costa Amorim, o avanço traz benefícios diretos à sociedade. “O licenciamento ambiental é fundamental para garantir que o desenvolvimento econômico caminhe lado a lado com a preservação dos recursos naturais e a qualidade de vida da população. Além de gerar empregos e renda, a indústria ou empresa que se instala em Várzea Grande precisa estar em conformidade com regras que evitam danos ambientais e asseguram um crescimento sustentável”, destacou.

A técnica de Desenvolvimento Econômico e Social de Licenciamento, Roselita da Silva, que é engenheira ambiental e de segurança do trabalho, reforça que o processo é também uma garantia de transparência e acompanhamento contínuo. “Após a conclusão da instalação, o empreendedor precisa solicitar a Licença de Operação, que só é emitida depois de nova vistoria. A cada três anos, a licença deve ser renovada, assegurando que os padrões ambientais continuem sendo respeitados”, explicou.

O gestor Ricardo Amorim reforça que com esse avanço, Várzea Grande fortalece sua autonomia administrativa, agiliza processos para empresários e investidores e, ao mesmo tempo, protege o meio ambiente e a população contra riscos ambientais. “Queremos um licenciamento ágil, transparente e comprometido com o desenvolvimento sustentável”, acrescentou.

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Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Atividade na EMEB Líbia da Costa Rondon reuniu experiências e descobertas para aproximar as crianças da ciência

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Alunos da educação infantil ao 5º ano da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Líbia da Costa Rondon participaram de uma feira de ciências que estimulou a curiosidade, a investigação, a criatividade e o interesse pela disciplina desde os primeiros anos de escolarização. O evento foi realizado na sexta-feira (24).

Por meio de experiências, pesquisas, observações, descobertas e apresentações, as crianças tiveram a oportunidade de relacionar os conhecimentos e trabalhados em sala de aula com situações presentes no cotidiano.

Conforme a diretora da unidade escolar, Vânia Mendes, os alunos aprendem a levantar hipóteses, buscar informações, observar resultados, solucionar problemas e compartilhar aquilo que descobriram com os colegas, professores e familiares. “Eles foram estimulados a desenvolver o pensamento científico, a autonomia, a criatividade, a comunicação e o trabalho em equipe. O que possibilitou a construção de diversos trabalhos e que foram apresentados pelos alunos durante o evento”, comentou.

Vânia Mendes disse ainda que além dos conhecimentos científicos, a Feira de Ciências fortalece a integração entre escola, estudantes e famílias, valoriza o trabalho desenvolvido pelos professores e permite que toda a comunidade escolar reconheça o potencial e as conquistas dos alunos.

“Dessa forma, a Feira de Ciências da EMEB Profª. Líbia da Costa Rondon representa muito mais do que uma exposição de trabalhos, é um espaço de aprendizagem, descobertas, troca de conhecimentos e valorização do protagonismo infantil, mostrando que a ciência pode estar presente no cotidiano e que toda criança é capaz de perguntar, investigar, descobrir e aprender”.

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TEMÁTICA

A Feira de Ciências desenvolveu várias temáticas, dentre elas a cadeia alimentar, germinação, ciclo da água, os cinco sentidos, os animais, a combinação de cores, sistema solar, os tipos de solos, energia solar, elétrica e eólica.

Para a Educação Infantil, a feira possibilita o contato com a ciência de maneira lúdica e prazerosa, despertando a curiosidade natural das crianças. Nos anos iniciais do Ensino Fundamental, contribui para o aprofundamento da investigação, da leitura, da escrita, do raciocínio lógico e da capacidade de explicar fenômenos e situações do cotidiano.

Durante a feira, os estudantes tiveram a oportunidade de observar diferentes fenômenos relacionados às cores e participar das atividades propostas pelos professores. A iniciativa transformou o local em um espaço de experimentação, permitindo que os alunos aprendessem a partir da observação e da interação.

A proposta também envolveu as crianças no processo de aprendizagem, incentivando a participação e a troca de experiências entre os alunos. Para a escola, atividades como a feira de ciências contribuem para aproximar o conhecimento científico do cotidiano das crianças e mostram que aprender pode acontecer por meio da descoberta e da experimentação.

INTERAÇÃO

A secretária de Educação, Maria Fernanda Figueiredo não só visitou, como fez questão de participar dos experimentos desenvolvidos pelos alunos. Ela percorreu os espaços, interagiu com os alunos e pode estar próxima da comunidade escolar, que atendeu ao convite e foram prestigiar os experimentos dos alunos.

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“Uma Feira de Ciências vai muito além da exposição de trabalhos. É um momento em que nossos estudantes têm a oportunidade de colocar em prática aquilo que aprendem, desenvolver a curiosidade, fazer perguntas e buscar respostas. É esse movimento que torna o aprendizado mais significativo”, destacou Maria Fernanda.

Para a secretária, iniciativas como essa também valorizam o protagonismo dos estudantes e aproximam a comunidade escolar do processo de aprendizagem.

“Quando a criança ou o jovem participa, pesquisa e depois apresenta o resultado do que descobriu, ele passa a se reconhecer como parte desse processo. É uma experiência que contribui não apenas para o conhecimento científico, mas também para a autonomia, a criatividade e a confiança”, acrescentou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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