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Kalil recebe novos médicos residentes no Hospital e Pronto-Socorro Municipal de VG

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O prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat, e o secretário Municipal de Saúde, Gonçalo Aparecido de Barros, participaram de evento de acolhida, da segunda turma de médicos residentes, no Hospital e Pronto Socorro de Várzea Grande, aprovados em processo seletivo. Ao todo, oito profissionais participam das atividades da semana de acolhida da unidade, com a participação também do Corpo Clínico e Direção Geral.

No acolhimento, o prefeito Kalil Baracat destacou a importância da residência médica na vida dos profissionais, que impacta diretamente na qualidade do atendimento à população. “Hoje iniciamos com o novo grupo e estamos realizando essa semana de acolhimento. Esse é mais um importante passo para o médico recém-formado. Aqui, ele vai melhorar as habilidades dentro da sua especialidade para começar a trabalhar, com foco voltado ao SUS”.

De acordo com o prefeito, todos os esforços necessários foram dispensados para o Executivo Municipal conseguir o credenciamento autorizado pela Comissão Nacional de Residência Médica do Ministério da Educação para dois programas de residência médica: clínica médica e cirurgia geral. “A cada dia a demanda aumenta e novos médicos são bem-vindos. Quando a Residência é feita dentro da Unidade, já é a garantia de mais médicos disponíveis”, disse o prefeito.

Conforme o Diretor Geral do Hospital e Pronto Socorro Ney Provenzano, os novos residentes terão uma série de atividades no decorrer desta semana que tem a finalidade inseri-los na rotina do hospital. “Eles vão somar aos quatro médicos generalistas da nossa primeira turma do programa. Para a clínica geral a especialização tem duração de dois anos, e da cirurgia geral a duração de três anos. Todos os anos, a intenção é promover processo seletivo para Residência Médica. Para aumentar especialidades estamos trabalhando nas melhorias físicas da unidade com aumento de leitos de UTIs e salas cirúrgicas”, disse ele.

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O secretário Municipal de Saúde, Gonçalo de Barros explica que a residência médica é uma modalidade de ensino de pós-graduação destinada a médicos. Quando cumprida integralmente, dentro de determinada especialidade, confere ao médico-residente o título de especialista. “Estamos investindo pesado na unidade na sua infraestrutura e na aquisição de aparelhos de alta tecnologia, para melhor atender aos pacientes e ao mesmo tempo dar condições de trabalho aos médicos, na eficiência do diagnóstico e tratamento”, explicou Gonçalo de Barros.

Gonçalo fez questão ainda de afiançar que implantar no Hospital e Pronto Socorro a Residência Médica faz parte do plano de governo projetado em etapas de investimentos dentro da Saúde do Município.

“Em março de 2023 completamos um ano desse programa de residência médica, e iniciamos nova turma. O principal objetivo é melhorar o atendimento, melhorar os profissionais buscando identificar o profissional médico com o nosso hospital. O programa já tem nos ajudado a conseguir números satisfatórios, caminhamos para conseguir outro credenciamento no Ministério da Saúde que é o de transformar nosso Pronto-Socorro em Hospital-Escola. Para isso também estamos ampliando e reestruturando a unidade por completo. Todas as áreas, as clínicas, a sala vermelha e de estabilização, as alas de trauma e de pediatria hoje possuem entradas independentes, com corredores liberados. Temos certeza de que essa residência médica vai coroar essa reestruturação após a construção das UTIs ainda neste ano de 2023”, comemorou ele.

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O médico Glen Arruda, coordenador da Comissão de Residência Médica (Coreme) do Hospital Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande explica que a residência médica cumpre também um importante papel social.

“O médico residente além de se capacitar ele também atende a um leque amplo de pacientes e, portanto, o acesso do médico a uma variedade de doenças e suas causas, torna seu ensino mais proveitoso. Na nossa unidade a equipe é atualizada, motivada e de alta qualidade técnica, o que permite tratar o residente por igual. Treinando-o e ensinando-o no dia a dia e na prática, com certeza será um excelente especialista, e o melhor, fazendo parte da equipe médica”, afiançou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande MT

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Afroteca inspira expansão do acervo negro nas bibliotecas de Várzea Grande

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O sucesso da Afroteca, inaugurada recentemente na Biblioteca Pública Municipal Professora Laurinda Coelho Pereira, em Várzea Grande, já inspira uma nova etapa do projeto: a ampliação do acervo para outros equipamentos públicos de leitura do município.

Criada por meio de uma parceria entre a Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (SMECEL), e o Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial (CMPIR/VG), a Afroteca foi inaugurada no dia 10 de setembro e reúne um acervo dedicado à história, à cultura, à memória e à produção intelectual negra.

A proposta agora é descentralizar esse conhecimento e ampliar o acesso de crianças, adolescentes e moradores a obras que apresentam diferentes perspectivas sobre a população negra, suas trajetórias, conquistas, personagens e contribuições para a sociedade.

Segundo a superintendente de Cultura, Lu Arruda, a ampliação será realizada de acordo com o perfil de cada equipamento. Na Biblioteca Inhazinha, por exemplo, o foco será o público infantojuvenil, que possui grande circulação no espaço.

“Como temos um público infantojuvenil muito grande e uma rotatividade bastante significativa de crianças e adolescentes, vamos levar para lá acervos voltados especificamente para esse público. A linguagem precisa conversar com essas idades e despertar o interesse pela leitura”, explicou Lu Arruda.

O projeto também deverá chegar ao Centro Cultural, que receberá um ponto de leitura com obras diversificadas. A intenção é que a Afroteca esteja presente ainda no futuro Céu da Cultura, previsto para a região do Chapéu do Sol, que contará com uma nova biblioteca, além de espaços para teatro, audiovisual e outras atividades culturais.

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“A Afroteca também estará presente no Céu da Cultura. Será uma biblioteca muito ampla, com acervo atualizado e diversos espaços para atender a população”, destacou a superintendente.

A expansão não ficará restrita ao acervo sobre cultura negra. A proposta da Superintendência de Cultura é aproveitar os equipamentos de leitura para valorizar também a história e a identidade dos diferentes bairros e regiões de Várzea Grande.

A iniciativa pretende aproximar o leitor da própria realidade. Ao encontrar na biblioteca histórias sobre seu bairro, sua comunidade, sua cultura e pessoas que fazem parte daquela trajetória, o morador passa a reconhecer o espaço público de leitura também como um lugar de pertencimento.

Para a secretária municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, ampliar o acesso aos livros e incentivar a leitura desde os primeiros anos é uma responsabilidade que precisa ser assumida pelo poder público.

“Valorizar a leitura desde a infância é investir na formação de cidadãos mais conscientes, curiosos e preparados para compreender o mundo ao seu redor. E essa formação também passa pela possibilidade de nossas crianças e adolescentes encontrarem nos livros diferentes histórias, culturas e personagens nos quais possam se reconhecer. É uma obrigação do poder público estar atento a essa questão e criar cada vez mais oportunidades de acesso à leitura e ao conhecimento”, destacou Maria Fernanda.

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A secretária ressalta ainda que a política de leitura precisa estar presente não apenas nas escolas, mas também nos espaços culturais e bibliotecas, ampliando as possibilidades de acesso aos livros para toda a comunidade.

Afroteca ganha novos caminhos após reconhecimento do público

A decisão de ampliar o projeto surgiu após a receptividade positiva durante a inauguração da Afroteca na Biblioteca Laurinda Coelho Pereira. Para Lu Arruda, o resultado mostrou que havia uma demanda por representatividade dentro dos equipamentos públicos.

“Foi um sucesso. As pessoas se sentiram representadas dentro da biblioteca. Esse é o diferencial: quando conseguem se conectar com um equipamento público, percebem que aquele espaço também pertence a elas”, afirmou.

Com a ampliação, a Prefeitura pretende transformar a Afroteca em uma rede de acesso à história, à cultura e à literatura negra, conectando diferentes regiões de Várzea Grande e fortalecendo as bibliotecas e os pontos de leitura como espaços de conhecimento, identidade e pertencimento.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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