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NOVA CHANCE CONTRA A COVID 19

Kalil defende liberar vacinas para crianças e Várzea Grande realiza o 2º plantão extra

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SAÚDE

NO PRÓXIMO SÁBADO, 06 DE AGOSTO, NA ESCOLA ADALGISA DE BARROS E NO GINÁSIO DO FIOTÃO ACONTECE VACINAÇÃO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES

 

A Prefeitura de Várzea Grande através da Secretaria Municipal de Saúde, realiza o 2º Plantão Extra/Vacina VG, no próximo sábado, 6 de agosto, mas desta vez em dois locais distintos, na Escola Estadual Adalgisa de Barros na Avenida Filinto Mueller, para crianças de 5 a 11 anos e no Ginásio Poliesportivo Júlio Domingos de Campos, o Fiotão, para o público-alvo de 12 anos acima.

“Queremos e vamos avançar ainda mais na imunização de toda nossa população, pois o número de casos vem aumentando gradativamente e felizmente com menor gravidade”, disse o prefeito Kalil Baracat, cobrando do Governo Federal a liberação de novos lotes de vacina principalmente a CoronaVac/Butantan que foi liberada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA, para crianças de 3 anos acima.

Para o público-alvo de 5 a 11 anos na Escola Estadual Adalgisa de Barros estarão disponíveis a 1ª e 2ª doses. Já para aqueles com 12 anos acima, que serão vacinados no Ginásio Fiotão, estarão disponíveis a quatro doses já autorizadas até o momento desde o início da campanha de vacinação iniciada em 2021, lembrando que a quarta doses somente para pessoas com 40 anos ou acima e com o intervalo de quatro meses ou 120 dias após ter recebido a terceira dose.

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Segundo o secretário de Saúde de Várzea Grande, Gonçalo Barros, na medida em que fique comprovado a necessidade de outras medidas, como o Plantão Extra – Vacina VG, para atender aqueles que trabalham ou tem dificuldades de irem a uma das 21 Unidades Básicas de Saúde que semanalmente vacinam, a ordem do prefeito Kalil Baracat é promover este tipo de ação.

“Nós vamos facilitar, na medida do possível, o acesso das pessoas as vacinas, porque nos preocupa o fato de até o presente momento existirem pessoas sem nenhuma das doses de imunizantes contra a COVID 19, ainda mais agora quando se percebe o aumento de casos em todos os países”, frisou o secretário de Saúde.

Tanto o prefeito Kalil Baracat como o secretário Gonçalo Barros frisaram que a vacinação contra a COVID 19 no Brasil foi iniciada em 17 de janeiro de 2021 e mesmo passado mais de um ano de efetiva vacinação, toda a população não foi vacinada e inclusive algumas pessoas sequer tomaram a primeira dose, sendo que para aquelas pessoas acima de 12 anos, já está se aplicando a quarta dose.

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“Já tem previsão de vacinar criança a partir dos 3 anos de idade com a CoronaVac/Butantan que apresentou resultados considerados excepcionais pelos cientistas e médicos”, disse Kalil Baracat, sinalizando que países espalhados em diversos continentes já estão vacinando crianças com as várias vacinas que estão disponíveis no mercado.

No Brasil se encontram disponíveis a CoronaVac/Butantan/SinoVac; Pfizer/BionTech; AstraZeneca/Oxford e Janssen.

“Nós temos feito um esforço hercúleo para que as pessoas compreendam que a COVID 19 é uma doença nova e que a única opção para se salvar vidas são as vacinas disponíveis e os estudos em curso pela ciência e medicina que ainda estão coletando resultados, exames, enfim tudo que for relativo a COVID 19 para se ter mapeado todo o desenvolvimento da doença, suas manifestações e os tratamentos que deram resultados o que em média dura mais de 20 anos de estudos”, explicou Gonçalo Barros.

 

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SAÚDE

Brasil defende na ONU acesso equitativo a vacinas e medicamentos e combate à desinformação para enfrentar futuras pandemias

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O secretário-executivo do Ministério da Saúde, Adriano Massuda, defendeu, nesta sexta-feira (25), em Nova York, nos Estados Unidos, que a preparação para futuras pandemias deve combinar sistemas de saúde fortalecidos com acesso equitativo a vacinas, medicamentos, diagnósticos e outras tecnologias. Representando o Brasil na Reunião de Alto Nível da Assembleia Geral das Nações Unidas sobre Prevenção, Preparação e Resposta a Pandemias, Massuda também destacou a importância da comunicação pública e do enfrentamento à desinformação para fortalecer a confiança da população nas instituições de saúde.

O encontro, realizado no âmbito da Semana de Alto Nível da 81ª sessão da Assembleia Geral, reuniu representantes dos países para discutir o fortalecimento da cooperação internacional diante de futuras emergências sanitárias e a adoção de uma Declaração Política sobre o tema. Além do pronunciamento na reunião, Massuda participou de dois painéis temáticos sobre ação multilateral, acesso equitativo e financiamento para a preparação e resposta a pandemias.

Durante o debate, o secretário-executivo ressaltou que a pandemia de Covid-19 evidenciou profundas desigualdades no acesso a tecnologias essenciais de saúde e demonstrou a importância da ciência e das decisões baseadas em evidências.

“A Covid-19 nos deixou uma lição inequívoca: não pode haver segurança sanitária global sem equidade. Nenhum país pode alcançar uma segurança sanitária duradoura agindo sozinho”, afirmou Massuda.

Comunicação pública e confiança da população

O representante brasileiro também chamou atenção para a importância da confiança da população na preparação para emergências sanitárias. Segundo ele, garantir a disponibilidade de tecnologias não é suficiente quando a desinformação compromete sua utilização e a adesão às medidas de saúde pública.

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“A Covid-19 também nos deixou outra lição importante: não basta que as tecnologias estejam disponíveis se as pessoas não confiam nelas. A desinformação prejudicou as campanhas de vacinação, enfraqueceu a adesão às medidas de saúde pública e minou a confiança nas instituições. Portanto, a preparação para futuras pandemias também deve incluir comunicação pública eficaz, transparência e capacidade de construir e manter a confiança da população”, destacou.

O secretário-executivo defendeu ainda a atuação integrada entre governos, sociedade e diferentes setores, incluindo a abordagem de Saúde Única, que considera as relações entre saúde humana, animal e ambiental.

Produção regional e transferência de tecnologia

Outro ponto central da manifestação brasileira foi a defesa da produção local e regional, da transferência de tecnologia e da diversificação das cadeias de abastecimento como estratégias para reduzir dependências e ampliar a capacidade de resposta dos países.

Nesse contexto, o Brasil defendeu a conclusão das negociações do anexo sobre Acesso a Patógenos e Repartição de Benefícios (PABS), vinculado ao Acordo sobre Pandemias da Organização Mundial da Saúde (OMS). O mecanismo busca associar o compartilhamento de materiais de patógenos e informações sobre suas sequências genéticas à repartição justa e equitativa dos benefícios decorrentes de sua utilização.

Massuda também reafirmou o compromisso brasileiro com o Acordo sobre Pandemias da OMS e com a implementação das alterações do Regulamento Sanitário Internacional.

Emergências climáticas e financiamento

A relação entre a crise climática e os riscos sanitários também esteve entre os temas abordados. Segundo Massuda, as alterações do clima contribuem para ampliar as condições de surgimento de patógenos e agravam vulnerabilidades, com impactos desproporcionais sobre comunidades de baixa renda e populações indígenas. Por isso, defendeu que as estratégias de preparação para pandemias incorporem a Atenção Primária à Saúde e sistemas de vigilância resilientes às mudanças climáticas.

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O secretário-executivo destacou que a preparação para pandemias exige investimentos contínuos em sistemas de saúde, redes de vigilância e laboratórios, qualificação de profissionais, pesquisa, desenvolvimento e capacidade de produção local e regional.

“A previsibilidade é essencial: países e produtores precisam ter condições de investir antes que uma crise surja, e não apenas mobilizar recursos depois que ela começa”, afirmou. 

Massuda defendeu mecanismos de financiamento nacionais e internacionais que apoiem as prioridades definidas pelos próprios países, fortaleçam suas capacidades e evitem a fragmentação de iniciativas, especialmente nos países em desenvolvimento.

Ao tratar da Declaração Política negociada para a reunião, o secretário-executivo reconheceu o consenso alcançado, mas destacou que o documento deve representar um ponto de partida para o fortalecimento das ações internacionais. Também reafirmou a importância da cooperação multilateral, da participação social e da garantia do direito à saúde.

A participação na reunião integra o terceiro e último dia de agendas do Ministério da Saúde na Semana de Alto Nível da Assembleia Geral das Nações Unidas. Desde quarta-feira (23), Massuda participou de debates sobre acesso a medicamentos, produção regional de tecnologias de saúde, resposta global ao HIV, cuidado à menopausa e atenção às pessoas com doenças raras.

Thamirys Santos
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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