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Distrito de Praia Grande completa 226 anos celebrando identidade e raízes culturais da comunidade

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Com mais de dois séculos de história, o Distrito de Praia Grande, em Várzea Grande, celebrou seus 226 anos de fundação com uma programação especial que destacou a identidade cultural e as tradições da comunidade.

A comemoração ocorreu entre os dias 11 e 13 de abril, reunindo moradores e visitantes em um espaço aberto ao público. A festividade contou com o apoio da Prefeitura de Várzea Grande, por meio das Secretarias Municipais e da Superintendência de Cultura da Secretaria de Educação.

Ao longo dos três dias, cerca de 700 pessoas participaram das atividades, que incluíram apresentações da Banda Municipal, shows de lambadão e a participação do grupo de Siriri Divinos.

Ainda como parte das programações, a comunidade foi contemplada com um almoço gratuito, reforçando o caráter coletivo e acolhedor da celebração. O evento contou com a presença de autoridades municipais, entre elas secretários e representantes de diferentes pastas, além do apoio de lideranças políticas e membros da comunidade local.

Segundo a secretária de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, o aniversário do distrito vai além da comemoração. “Mais do que uma data festiva, é um momento de fortalecer laços, reunir famílias e valorizar os talentos locais que tornam essa região tão rica culturalmente”, destacou.

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Um dos pontos altos da programação foi a apresentação da Banda Municipal “Manoel Teixeira de Oliveira”, que celebra 43 anos de atuação. Sob regência do maestro Ueliton dos Santos, o grupo apresentou um repertório variado, com clássicos nacionais e internacionais, agradando ao público presente.

A Superintendência de Cultura destacou o apoio para este importante evento e a contribuição para que a programação fosse ainda mais rica e acessível à população. “A participação dos artesãos, que expuseram seus trabalhos: Tapetes de fuxico, enfeites de cabelos bordados a mão, caixas de decoração e porta chaves, que trazem consigo a essência da cultura popular, expondo e comercializando peças que representam a criatividade, a história e o saber tradicional da nossa gente” destacou a superintendente Lu Arruda.

“A união entre poder público, artistas e comunidade demonstra o quanto investir em cultura é investir em pessoas, em pertencimento e no desenvolvimento social. Parabenizamos o Distrito da Praia Grande por mais um ano de história e reafirmamos o compromisso da Superintendência de Cultura em continuar promovendo ações que fortaleçam nossa identidade cultura” finalizou a superintendente.

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Os artesãos locais deram um toque a mais nas festividades comercializaram seus valorosos produtos como tapetes de fuxico, enfeites bordados à mão e peças decorativas.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Afroteca inspira expansão do acervo negro nas bibliotecas de Várzea Grande

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O sucesso da Afroteca, inaugurada recentemente na Biblioteca Pública Municipal Professora Laurinda Coelho Pereira, em Várzea Grande, já inspira uma nova etapa do projeto: a ampliação do acervo para outros equipamentos públicos de leitura do município.

Criada por meio de uma parceria entre a Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (SMECEL), e o Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial (CMPIR/VG), a Afroteca foi inaugurada no dia 10 de setembro e reúne um acervo dedicado à história, à cultura, à memória e à produção intelectual negra.

A proposta agora é descentralizar esse conhecimento e ampliar o acesso de crianças, adolescentes e moradores a obras que apresentam diferentes perspectivas sobre a população negra, suas trajetórias, conquistas, personagens e contribuições para a sociedade.

Segundo a superintendente de Cultura, Lu Arruda, a ampliação será realizada de acordo com o perfil de cada equipamento. Na Biblioteca Inhazinha, por exemplo, o foco será o público infantojuvenil, que possui grande circulação no espaço.

“Como temos um público infantojuvenil muito grande e uma rotatividade bastante significativa de crianças e adolescentes, vamos levar para lá acervos voltados especificamente para esse público. A linguagem precisa conversar com essas idades e despertar o interesse pela leitura”, explicou Lu Arruda.

O projeto também deverá chegar ao Centro Cultural, que receberá um ponto de leitura com obras diversificadas. A intenção é que a Afroteca esteja presente ainda no futuro Céu da Cultura, previsto para a região do Chapéu do Sol, que contará com uma nova biblioteca, além de espaços para teatro, audiovisual e outras atividades culturais.

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“A Afroteca também estará presente no Céu da Cultura. Será uma biblioteca muito ampla, com acervo atualizado e diversos espaços para atender a população”, destacou a superintendente.

A expansão não ficará restrita ao acervo sobre cultura negra. A proposta da Superintendência de Cultura é aproveitar os equipamentos de leitura para valorizar também a história e a identidade dos diferentes bairros e regiões de Várzea Grande.

A iniciativa pretende aproximar o leitor da própria realidade. Ao encontrar na biblioteca histórias sobre seu bairro, sua comunidade, sua cultura e pessoas que fazem parte daquela trajetória, o morador passa a reconhecer o espaço público de leitura também como um lugar de pertencimento.

Para a secretária municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, ampliar o acesso aos livros e incentivar a leitura desde os primeiros anos é uma responsabilidade que precisa ser assumida pelo poder público.

“Valorizar a leitura desde a infância é investir na formação de cidadãos mais conscientes, curiosos e preparados para compreender o mundo ao seu redor. E essa formação também passa pela possibilidade de nossas crianças e adolescentes encontrarem nos livros diferentes histórias, culturas e personagens nos quais possam se reconhecer. É uma obrigação do poder público estar atento a essa questão e criar cada vez mais oportunidades de acesso à leitura e ao conhecimento”, destacou Maria Fernanda.

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A secretária ressalta ainda que a política de leitura precisa estar presente não apenas nas escolas, mas também nos espaços culturais e bibliotecas, ampliando as possibilidades de acesso aos livros para toda a comunidade.

Afroteca ganha novos caminhos após reconhecimento do público

A decisão de ampliar o projeto surgiu após a receptividade positiva durante a inauguração da Afroteca na Biblioteca Laurinda Coelho Pereira. Para Lu Arruda, o resultado mostrou que havia uma demanda por representatividade dentro dos equipamentos públicos.

“Foi um sucesso. As pessoas se sentiram representadas dentro da biblioteca. Esse é o diferencial: quando conseguem se conectar com um equipamento público, percebem que aquele espaço também pertence a elas”, afirmou.

Com a ampliação, a Prefeitura pretende transformar a Afroteca em uma rede de acesso à história, à cultura e à literatura negra, conectando diferentes regiões de Várzea Grande e fortalecendo as bibliotecas e os pontos de leitura como espaços de conhecimento, identidade e pertencimento.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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