CUIABÁ
Search
Close this search box.

Turismo

Louvre fecha após protesto de funcionários contra superlotação

Publicado em

Turismo

Museu do Louvre: lar da Mona Lisa e de inúmeras obras-primas, o Louvre é o maior museu do mundo e um verdadeiro tesouro artístico.
Lina Kivaka/Pexels

Museu do Louvre: lar da Mona Lisa e de inúmeras obras-primas, o Louvre é o maior museu do mundo e um verdadeiro tesouro artístico.

O Museu do Louvre, em Paris, amanheceu de portas fechadas nesta segunda-feira (16), após funcionários se recusarem a assumir seus postos em protesto contra as  condições de trabalho.

A paralisação não foi anunciada previamente e pegou de surpresa uma multidão de turistas, muitos com ingressos já comprados.

De acordo com a agência Associated Press, a decisão foi tomada durante uma reunião interna entre atendentes de galeria, segurança e bilheteiros, que alegaram esgotamento diante do fluxo diário de visitantes.

O sindicato da categoria classificou a situação como “insustentável” e afirmou que o museu “está desmoronando por dentro”.

Essa não é a primeira vez que o Louvre suspende suas atividades. Em 2019, uma greve contra a superlotação também levou ao fechamento do espaço, mas, na ocasião, houve aviso prévio. Desta vez, o protesto ocorreu de forma repentina.

Museu do Louvre
Divulgação

Museu do Louvre

O episódio ocorre poucos meses depois de o presidente Emmanuel Macron anunciar um plano para revitalizar o museu, incluindo melhorias estruturais e estratégias para controlar o número excessivo de visitantes.

Funcionários, no entanto, apontam que as medidas ainda não surtiram efeito prático.

O Louvre é o museu mais visitado do mundo e abriga algumas das obras de arte mais icônicas da história, sendo a mais célebre delas a Mona Lisa, de Leonardo da Vinci.

O retrato do século 16 é o principal ponto de atração da instituição, reunindo cerca de 20 mil pessoas por dia na Salle des États, a maior sala do museu.

O ambiente em torno da pintura, constantemente cercada por multidões e flashes, mais se assemelha a um evento de celebridade do que a uma contemplação artística silenciosa.

Fonte: Turismo

Leia Também:  São Paulo: exposição celebra 30 anos de ‘Castelo Rá-Tim-Bum’
Propaganda

Turismo

Caminhos da Serra do Mar: conheça a trilha de longo curso desenhada à sombra do pico Dedo de Deus

Publicados

em

Quem decide se aventurar pelas montanhas da Região Serrana e da Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro, logo encontra a sinalização amarela, característica das trilhas de longo curso brasileiras. Em meio ao contorno da tradicional pegada de bota, um detalhe marcante simboliza a identidade do trajeto: os raios do sol se pondo suavemente atrás do pico Dedo de Deus. 

Essa marca guia os passos dos visitantes na rota Caminhos da Serra do Mar, modalidade exclusiva para caminhada, que abrange cerca de 300 km de extensão.

A trilha tem início no distrito de Suruí, no município de Magé, e segue até Nova Friburgo. Ao longo do percurso, o caminhante atravessa diversos ecossistemas da Mata Atlântica, como matas de encosta, campos de altitude, paredões rochosos, picos, poços e cachoeiras, chegando à majestosa Pedra do Sino, com 2.275 metros de altitude.

A rota atravessa diversos municípios fluminenses, incluindo Magé, Petrópolis, Teresópolis, Guapimirim e Nova Friburgo e passa pelas Unidades de Conservação do Mosaico da Mata Atlântica Central Fluminense, integrando áreas como o Parque Nacional da Serra dos Órgãos (PARNASO), o Parque Estadual dos Três Picos,  as áreas de proteção ambiental de Petrópolis e Macaé de Cima, Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN), vilarejos e propriedades privadas.

A versatilidade é um dos pontos fortes dos Caminhos da Serra do Mar. A rota pode ser percorrida de forma contínua ou dividida em seções independentes. O primeiro núcleo da trilha reúne itinerários como o Caminho do Ouro, a Travessia Cobiçado–Ventania, a trilha uricanal, o Morro do Açu, a Travessia Petrópolis–Teresópolis e a Pedra do Sino.

Caminho do Ouro (Atalho do Proença)

Leia Também:  Lagoa Misteriosa reabre visitação em 2025; veja fotos

Com cerca de 6 km de extensão, liga a Vila Inhomirim, em Magé, ao Alto da Serra, em Petrópolis. Aberto em 1723 para transportar o ouro de Minas Gerais até o Rio de Janeiro, o trecho é um mergulho na história colonial do país. Nele, o caminhante observa o calçamento da antiga estrada carroçável da Serra da Estrela e os vestígios da primeira ferrovia do país, que ligava o Porto de Mauá à Vila Inhomirim.

Travessia Cobiçado–Ventania

Com aproximadamente 12 km de extensão, em grande parte percorridos sobre cristas de montanhas, o percurso passa por cumes conhecidos, como o Pico do Cobiçado, o Morro dos Vândalos, a Pedra do Diabo, o Tridente e o Alto do Ventania (atingindo cerca de 1.740 metros de altitude), oferecendo paisagens panorâmicas das cidades do Rio de Janeiro e Petrópolis.

Trilha Uricanal

Ao longo de 6 km, faz a ligação estratégica entre os bairros do Caxambu e do Bonfim. Tem como marca registrada o acompanhamento do leito do rio, com poços e pequenas cachoeiras adequados para banho e descanso, além da opção de visita a um bosque de pinheiros centenários.

Morro do Açu

Com 2.216 metros de altitude, é acessado pela sede do PARNASO, no Vale do Bonfim, passa pela Cachoeira Véu de Noiva (30 metros de queda, ideal para a prática de rapel e cachoeirismo) e leva a formações rochosas dos Castelos do Açu. É muito procurada para pernoite e contemplação do nascer do sol.

Travessia Petrópolis–Teresópolis e a Pedra do Sino

Conecta o Morro do Açu à Pedra do Sino em um trajeto de 9 km pela parte alta da Serra dos Órgãos. O visitante percorre seis vales e campos de altitude repletos de plantas endêmicas, com vistas para até sete municípios fluminenses.

Leia Também:  Festival de Natal em Bento Gonçalves tem shows em meio aos parreirais

O ponto alto do circuito é a Pedra do Sino, a 2.275 metros de altitude, marco do montanhismo nacional. A descida até a sede do PARNASO, em Teresópolis, se dá por 11,5 km de trilha, passando pela Cachoeira do Papel e se conectando ao trecho inicial da rota.

Como chegar e o que fazer

A rota pode ser acessada por diferentes municípios, como Magé, Petrópolis, Teresópolis, Guapimirim e Nova Friburgo. O viajante tem a liberdade de planejar desde passeios curtos de um dia até expedições de vários dias.

Entre as principais atividades disponíveis ao longo do trajeto estão:

  • Observação de fauna e flora

  • Observação de aves (birdwatching)

  • Mirantes e contemplação nos picos

  • Banhos de cachoeira e poços naturais

  • Visitas a grutas e museus históricos

Trilhas de longo curso

Atualmente, o Brasil conta com 246 trilhas, que passam por 327 unidades de conservação (UC). Juntas, as trilhas possuem mais de 25.000 km planejados. Cada rota é identificada por uma logomarca em formato de pegada, nas cores preta e amarela, que podem ser personalizadas inserindo, dentro do formato de pegada, um desenho próprio que a represente.

As atividades mais praticadas em uma trilha de longo curso são as caminhadas, não se resumindo a essa prática. O visitante pode encontrar diversas outras atividades, como cicloturismo, canoagem, montanhismo, observação de aves, corridas, campismo, observação de fauna, flora ou formações geológicas, dentre outros atrativos.

Por Victor Mayrink
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA