Turismo
Casa de 1790 com vista para o mar: veja fotos
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A designer irlandesa Suzie McAdam adquiriu uma casa georgiana em estilo Regência, datada de 1790, localizada a 200 metros da costa de Dublin.
A decisão surgiu em 2022 após um corretor apresentá-la ao imóvel e ela se encantar imediatamente com o jardim florido e a vista para o Mar da Irlanda. “Um amigo meu, corretor de imóveis, me levou para vê-la, possivelmente para um cliente”, relatou à Architectural Digest.
Segundo ela, ao entrar, ligou para o marido e afirmou: “Precisamos dar um jeito de conseguir este imóvel”.

Preservação histórica
Construída no final do século XVIII, a casa manteve intactos seus rebocos, lareiras e pisos originais ao longo de dois séculos, sem reformas estruturais significativas desde que os antigos donos resolveram as pendências mais urgentes.
O hall de entrada exibe ladrilhos geométricos originais, o corredor recebeu papel de parede inspirado em símbolos navais e a escada central preserva o corredor Palmador da Pierre Frey.

Ambientes projetados
Nos interiores, McAdam combinou murais pintados à mão, móveis vintage e peças de arte de sua coleção pessoal.
Na sala de estar formal, ilustrações inspiradas em hieróglifos foram pintadas no teto pelo artista Michael Dillon, criando um contraponto lúdico à arquitetura clássica.
Na cozinha térrea, azulejos de Delft servem de pano de fundo para uma mesa de laticínios vintage com tampo de quartzito Azur Brasileiro, centrada de frente para a costa, permitindo que a família aprecie a paisagem enquanto cozinha.

Harmonia com o mar
O ponto focal do projeto é a integração com o Mar da Irlanda: no quarto principal, a cama de dossel abre espaço para o nascer do sol; nos quartos infantis, tendas de tecido estampado evocam veleiros; e, ao lado da janela da cozinha, pinturas náuticas reforçam o clima costeiro.

Segundo McAdam, “este é um dos melhores banheiros para tomar banho em Dublin”, graças à combinação de travertino e mármore e à vista para o mar.
Fonte: Turismo
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Parque Nacional de Jericoacoara: dunas, lagoas e mar em um dos destinos mais fascinantes do Ceará
Localizado no litoral do Ceará, entre os municípios de Jijoca de Jericoacoara e Cruz, o Parque Nacional de Jericoacoara é um dos destinos praianos mais procurados e fotografados do Brasil. Criada em 2002, a unidade de conservação abrange cerca de 8,8 mil hectares de ecossistemas costeiros preservados, onde a vila de pescadores se conecta a uma natureza exuberante.
O parque contribui para a preservação de ecossistemas frágeis, como campos de dunas móveis, vegetação de restinga, manguezais e lagoas. Esse mosaico de habitats serve de refúgio para uma rica biodiversidade, incluindo tartarugas marinhas, cavalos-marinhos e diversas espécies de aves migratórias.
Os atrativos do parque agradam tanto quem busca descansar à beira-mar quanto quem pratica esportes aquáticos. O grande símbolo da unidade é a icônica Pedra Furada, formação rochosa esculpida pelo atrito das ondas. Outro ritual clássico dos visitantes é acompanhar o espetáculo do fim de tarde no topo da Duna do Pôr do Sol, um dos raros pontos do litoral brasileiro onde é possível ver o sol se despedir diretamente no mar.
A experiência no parque se completa com os tradicionais passeios de bugue ou quadriciclo pelas dunas rumo às lagoas de águas doces e cristalinas, como a Lagoa do Paraíso e a Lagoa Azul, famosas por suas redes estendidas sobre a água. Além disso, os ventos constantes que sopram na região fazem do destino um dos principais lugares do mundo para a prática de kitesurf e windsurf.
Como chegar
Para chegar ao Parque Nacional de Jericoacoara por via aérea, a opção mais prática é desembarcar no Aeroporto Regional de Jericoacoara (JJJ), no município de Cruz, a cerca de 30 km da vila.
Uma alternativa bastante usada é o desembarque pelo Aeroporto Internacional de Fortaleza (FOR), a aproximadamente 300 km de distância. A partir da capital cearense, o trajeto até a vila pode ser feito em ônibus, transfer privativo ou carro alugado. No trecho final, é obrigatório usar veículos 4×4 para percorrer as estradas de areia que dão acesso ao destino.
Ao chegar à vila, a circulação de veículos particulares é restrita para preservar o ecossistema e manter a tranquilidade do local. Por isso, o deslocamento é feito em veículos 4×4 credenciados, bugues ou a pé pelas ruas de areia. Os visitantes também devem efetuar o pagamento da taxa de turismo sustentável, cobrada pela prefeitura local.
Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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