POLÍTICA
Deputado Moretto defende moradia popular
POLÍTICA
O deputado estadual Valmir Moretto (Republicanos), representante da Região Oeste do Estado, é defensor da moradia popular em Mato Grosso. O parlamentar participou do lançamento do SER Família Habitação, em Campos de Júlio (566 km de Cuiabá) nesta quarta (12).
Atuante na luta pelo direito à moradia da população, o republicano não escondeu a satisfação em ver o programa SER Família chegar no município Campos de Júlio.
Valmir Moretto foi um dos deputados que votou e defendeu o projeto de Lei 962/2021 no Plenário, que criou o subsídio do programa Ser Família Habitação.
“Parabéns Virgínia Mendes pela direção do projeto. A Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso não tem dúvida de como a senhora trata as famílias de Mato Grosso. É a esperança que chega para os nossos cidadãos”, destacou Moretto.
O Projeto encabeçado pela primeira-dama do Estado, Virgínia Mendes, ofereceu neste lançamento cerca de 200 casas populares para o município de Campos de Júlio.
O novo residencial é operacionalizado pela MT Par, participações e projetos, que disponibiliza um incentivo de R$ 20 mil reais na entrada do imóvel.
“Não tenho palavras para descrever a alegria da moradia popular aqui em Campos de Júlio. Será uma oportunidade de sair do aluguel e ter minha casa própria”, descreveu Dona Jacy, postulante a uma casa.
Na fala do dispositivo, o deputado Moretto também parabenizou o prefeito Parma (União) e a primeira-dama Marla Parmeggiani, os vereadores da cidade, o presidente da MT PAR, Wener Santos, e o superintendente da Caixa MT, João Henrique, por possibilitarem o projeto no município.
Fonte: ALMT – MT
POLÍTICA
Orçamento de Mato Grosso para 2027 prevê R$ 46,1 bilhões
O Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA-1144/2026) para o exercício financeiro de 2027, que estima receitas e fixa despesas do estado em R$ 46,125 bilhões, começou a tramitar na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), com previsão de crescimento de aproximadamente 13% em relação ao orçamento vigente, de R$ 40,7 bilhões. A proposta também prevê renúncia fiscal líquida de R$ 15,3 bilhões. A proposta foi lida na sessão ordinária de quarta-feira (9).
O presidente da Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária, deputado Carlos Avallone (PSDB), defende acelerar a tramitação do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) para permitir a votação do orçamento do próximo ano.
De acordo com o texto do PLOA, o Executivo fica com a maior parte R$ 38,7 bilhões. A Assembleia Legislativa com R$ 1,188 bilhão. Tribunal de Contas, R$ 840,6 milhões. Ministério Público, R$ 1,124 bilhão. Defensoria Pública R$ 422 milhões. Tribunal de Justiça, R$ 3,799 bilhões.
Segundo ele, embora os deputados já possam analisar a proposta orçamentária, a votação depende da aprovação do PLDO. Com as audiências públicas da PLOA já agendadas, Avallone informou que pretende agilizar a tramitação da matéria, mesmo com o calendário legislativo mais apertado. O cronograma, acrescentou, ainda será confirmado com a Mesa Diretora da Casa.
Avallone explicou que havia a possibilidade de deixar a votação do orçamento para o início de 2027, caso ocorresse uma mudança de governo. Mas como a atual gestão permanecerá à frente do Executivo estadual, essa alternativa deixou de ser necessária.
“Havia uma vontade de que não precisasse mais votar o orçamento só no começo do ano que vem, caso houvesse mudança de governo. Como não houve, podemos votar a qualquer momento. O governo continua”, afirmou o parlamentar, ao defender o avanço das discussões e a definição do calendário para a votação das peças orçamentárias.
O deputado também chamou a atenção para a diferença entre os valores previstos e a arrecadação estimada para os exercícios financeiros. Segundo ele, o orçamento de Mato Grosso para 2026 foi fixado em quase R$ 41 bilhões, mas a previsão é de que a execução alcance R$ 48 bilhões. Já para 2027, a proposta encaminhada pelo governo prevê R$ 46 bilhões. Na avaliação de Avallone, essa diferença reforça a necessidade de analisar os números e discutir eventuais ajustes durante a tramitação do PLOA.
“Mas é isso que é a função nossa. Discutir isso até que a gente chegue em valores que sejam adequados e que a gente possa garantir o orçamento. Nós podemos mudar uma série de coisas. Nós temos essa função”, destacou Avallone, ressaltando o papel do Parlamento na avaliação das receitas e despesas estaduais e na discussão de possíveis alterações para adequar a proposta às necessidades da administração pública.
O total previsto para a renúncia fiscal liquida para 2027 é de R$ 15.301.425.339,65. Os valores estão assim distribuídos:
ICMS – R$ 14.149.070.279,95.
IPVA – R$ 460.022.453,85
ITCD – R$ 146.978.185,60
Taxas – R$ 348.843.053,52
Juros e penalidades – R$ 196.511.366,74
Fonte: ALMT – MT
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