POLÍCIA
Rotam conclui curso de defesa pessoal para mulheres em Cuiabá
POLÍCIA
Ainda em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, o Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) encerrou, na noite desta terça-feira (28.03), o I Curso de Defesa Pessoal para Mulheres – Ninguém Segura uma Mulher Segura. Ao todo, cinquenta mulheres participaram das oficinas, de forma gratuita, na sede da unidade, em Cuiabá.
O comandante da Rotam, tenente-coronel Gibson Almeida da Costa Júnior, explica que diante dos casos de violência contra a mulher, a unidade sentiu a necessidade de capacitá-las no intuito de impedir que sejam vítimas futuramente. “Sentimos necessidade e a responsabilidade de oferecer um curso que possa amenizar esses dados e dar a oportunidade de mais mulheres se defenderem contra possíveis agressores”, disse.
O curso foi dividido em três modalidades, sendo uma de Krav Maga, que usa movimentos curtos e objetivos e que podem ser executados por qualquer pessoa em defesa própria, tendo o próprio corpo como arma. As participantes também tiveram noções básicas de Self-Defense, nas quais aprendem como agir em situações perigosas e como prestarem atenção nos sinais de possíveis ataques, bem como técnicas de Jiu-Jitsu e sobrevivência.
De acordo com o tenente-coronel, aprender defesa pessoal pode ajudar as mulheres a se sentirem mais confiantes e seguras em situações de perigo. Ele pondera que o curso de defesa pessoal tem como objetivo não ensinar a enfrentar o agressor, mas sim de fazer com que a vítima possa se defender a ponto de conseguir escapar em buscar ajuda.
“Por isso a importância da mulher saber se defender de um ataque ou agressão é fundamental para sua segurança, bem-estar e empoderamento. A expectativa é de poder abrir novas turmas posteriormente. Aprender defesa pessoal auxilia na segurança e aumenta a autoconfiança em situações de perigo”, ressalta.
Fonte: PM MT – MT
POLÍCIA FEDERAL
PF reprime organização criminosa envolvida no descaminho de vinhos argentinos
Curitiba/PR – A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (15/10), a Operação Nerovino, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa investigada pela introdução clandestina, armazenamento, distribuição e comercialização de vinhos de origem argentina em território nacional, sem o devido recolhimento dos tributos federais.
A operação mobilizou mais de 100 policiais federais para o cumprimento de 25 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 23ª Vara Federal de Curitiba, nos municípios de Curitiba, São José dos Pinhais, Pinhais, Fazenda Rio Grande, Ampére, Foz do Iguaçu e Umuarama (PR); Volta Redonda, Campos dos Goytacazes e Niterói (RJ); Goiânia e Rio Verde (GO); Vila Velha e Vitória (ES); Teresina (PI); e Brasília (DF).
Além das buscas, a Justiça Federal determinou o sequestro de imóveis e veículos vinculados aos investigados, como medida destinada a impedir a dissipação de patrimônio supostamente adquirido com recursos provenientes das atividades criminosas.
As investigações identificaram indícios de que bens eram registrados em nome de familiares e terceiros, com o objetivo de ocultar seus verdadeiros proprietários e dificultar a atuação dos órgãos de fiscalização e persecução penal.
A operação contou ainda com o apoio da Receita Federal em um dos alvos investigados, onde havia suspeita da existência de depósito de mercadorias estrangeiras irregularmente introduzidas no país.
As investigações tiveram início em março de 2025, após uma ação policial que resultou na apreensão de aproximadamente 4.200 garrafas de vinho de origem estrangeira, avaliadas em mais de R$ 900 mil, em um depósito localizado na Região Metropolitana de Curitiba.
A partir da análise dos materiais apreendidos, a PF identificou indícios da existência de uma organização criminosa estruturada, com divisão de tarefas e atuação em diferentes regiões do país.
Segundo as investigações, o grupo introduzia irregularmente vinhos argentinos no Brasil, transportá-los até centros de armazenamento na região de Curitiba e, posteriormente, distribuí-los a revendedores situados em diversos estados.
Para conferir aparência de legalidade às operações, os investigados utilizariam empresas de fachada, emissão de documentos fiscais ideologicamente falsos e contas bancárias de terceiros, com o objetivo de dificultar a fiscalização tributária e ocultar os verdadeiros responsáveis pelas atividades comerciais e pela movimentação dos recursos financeiros.
As apurações também identificaram indícios de utilização de familiares e outras pessoas interpostas para movimentação de valores e aquisição de bens, como forma de ocultar patrimônio supostamente adquirido com os lucros da atividade criminosa.
Os investigados poderão responder, conforme a participação individual apurada, pelos crimes de descaminho, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro e organização criminosa, sem prejuízo de outras infrações penais eventualmente identificadas no decorrer das investigações.
Comunicação Social da Polícia Federal no Paraná
Contato: (41) 3251-7809 / (41) 98875-1888
E-mail: [email protected]
Fonte: Polícia Federal
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