POLÍCIA
Polícia Militar prende homem com 194 porções de drogas em Várzea Grande
POLÍCIA
Policiais militares da Força Tática do 2º Comando Regional prenderam em flagrante um homem de 29 anos por tráfico ilícito de drogas, na noite desta sexta-feira (15.07), em Várzea Grande. Com o suspeito foram apreendidas 194 porções de substâncias análogas a maconha e pasta base de cocaína.
Conforme o boletim de ocorrência, por volta de 20h50, durante patrulhamento pelo bairro Santa Isabel, a equipe da Força Tática flagrou o momento em que um suspeito entregava algum objeto para outro homem.
Ao visualizarem a viatura policial, os dois homens empreenderam fuga em direções opostas. Foi realizado acompanhamento ao homem que teria entregue o objeto, sendo o suspeito detido rapidamente pelos PMs.
Em revista pessoal, foram localizadas 30 porções de maconha e 10 porções de pasta base com o suspeito. Questionado sobre o material ilícito, o criminoso disse que comercializava as drogas e que teria mais entorpecentes enterrados em sua residência.
Os policiais militares se deslocaram ao endereço do suspeito e desenterraram as drogas no local indicado.
Diante dos fatos, o homem recebeu voz de prisão e foi encaminhado para a Central de Flagrantes, com o material apreendido, para registro da ocorrência e demais providências.
Fonte: PM MT
POLÍCIA
Polícia Civil cumpre mandados contra faccionados que comandavam crimes no Xingu a partir de Cuiabá
A Polícia Civil do Estado de Mato Grosso deflagrou na tarde de quarta-feira, (17.6). a Operação Comando Oculto, para cumprimento de ordens judiciais com o objetivo de desarticular um grupo, ligado a uma facção criminosa, responsável por comandar o tráfico de drogas, cobranças ilícitas, crimes violentos e lavagem de dinheiro na região de Santa Cruz do Xingu e municípios vizinhos.
Na operação foram cumpridas oito ordens judiciais, sendo dois mandados de prisão preventiva em desfavor do casal investigado, três mandados de busca e apreensão nas cidades de Cuiabá e Santa Cruz do Xingu, além de três medidas de afastamento de sigilo bancário, abrangendo os investigados e a empresa constituída por eles.
Os mandados foram expedidos com base em investigações conduzidas pela Delegacia de Polícia de Santa Cruz do Xingu. O cumprimento das ordens judiciais contou com apoio das equipes da Gerência de Combate ao Crime Organizado e da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco) de Cuiabá,
Investigação e atuação à distância
As investigações iniciaram a partir da análise de materiais apreendidos em operações anteriores em Santa Cruz do Xingu e região. Os elementos obtidos permitiram identificar que o principal responsável por ordenar as ações da facção criminosa atuava à distância, residindo na cidade de Cuiabá, de onde exercia o comando das atividades criminosas por meio de aplicativos de mensagens e chamadas telefônicas.
Segundo apurado, o investigado utilizava sua posição hierárquica dentro da facção criminosa para determinar a distribuição de entorpecentes, impor funções aos integrantes do grupo, ordenar cobranças de taxas ilícitas e autorizar a aplicação de punições internas, conhecidas como “salves”, valendo-se da intimidação e da extrema violência para manter o controle sobre os membros da organização.
Lavagem de dinheiro
As investigações também revelaram que os valores provenientes da comercialização de drogas na região de Santa Cruz do Xingu e São José do Xingu eram transferidos para contas bancárias vinculadas à esposa do líder criminoso. Com a finalidade de ocultar e dissimular a origem ilícita desses recursos, o casal teria constituído recentemente uma loja de roupas na capital mato-grossense, a qual passou a ser utilizada, em tese, como instrumento para movimentação e lavagem de capitais oriundos do tráfico de drogas.
Segundo o delegado de Santa Cruz do Xingu, Onias Estevam, as investigações prosseguem com a análise dos materiais apreendidos e dos dados bancários obtidos judicialmente. “O avanço das investigações tem o objetivo de identificar outros integrantes do grupo criminoso, bem como aprofundar a apuração dos crimes praticados pela facção”, disse o delegado.
Comando Oculto
O nome da operação faz referência à forma de atuação da liderança criminosa investigada, que exercia o comando da organização à distância, sem participar diretamente da execução material dos crimes, mas determinando e coordenando as ações dos integrantes responsáveis pela prática do tráfico de drogas, cobranças ilícitas e atos de violência na região.
Operação Pharus
A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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