POLÍCIA
Polícia Civil prende mais dois envolvidos em roubo e cárcere privado em fazenda em Tabaporã
POLÍCIA
A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Tabaporã, cumpriu, na manhã desta terça-feira (1.4), mandados de prisão em mais uma fase da Operação Abigeato, deflagrada contra investigados por envolvimento em crimes de roubo e cárcere privado, ocorrido no final de 2024, em uma fazenda na zona rural do município.
Os mandados foram expedidos pela Comarca de Tabaporã, com base em investigações da Polícia Civil e foram cumpridos na cidade de Porto dos Gaúchos. Com a prisão dos alvos, a operação totaliza sete pessoas presas por envolvimento no crime.
Os dois alvos, um deles que estava em liberdade condicional e que havia saído da cadeia recentemente, foram encontrados em suas respectivas residências em Porto dos Gaúchos.
Após terem as ordens de prisão cumpridas, os presos foram encaminhados para a delegacia para as providências cabíveis, sendo posteriormente encaminhados para audiência de custódia, ficando à disposição da Justiça.
Roubo
O crime ocorreu no dia 28 de dezembro, em uma propriedade rural de Tabaporã, ocasião em que as vítimas foram mantidas reféns por aproximadamente 36 horas pelos criminosos. As vítimas foram amarradas e trancadas em um cômodo da casa.
Os suspeitos subtraíram dois veículos, sendo uma caminhonete Toyota Hilux e um VW Saveiro, além de armas de fogo e outros objetos da residência. As vítimas também foram obrigadas a realizar transferências via PIX, que totalizaram cerca de R$ 30 mil, transferidos para contas indicadas pelos criminosos.
Assim que foi acionada, a equipe da Delegacia de Tabaporã iniciou a apuração dos fatos e conseguiu chegar a identidade dos envolvidos. As investigações apontaram ainda que os suspeitos invadiram a propriedade com a intenção de subtrair cerca de 300 cabeças de gado, mas não conseguiram concluir a ação criminosa.
As investigações seguem em andamento para prender outros envolvidos no crime.
Fonte: Policia Civil MT – MT
POLÍCIA FEDERAL
PF atua no combate a crimes eleitorais durante as Eleições 2026
Brasília/DF. A Polícia Federal atua, no âmbito de suas atribuições legais, na prevenção e repressão a crimes eleitorais e na apuração de fatos de competência da Justiça Eleitoral durante as Eleições Gerais de 2026.
No próximo domingo (4/10), data do primeiro turno, a PF manterá atuação em todo o país para atendimento de ocorrências relacionadas às suas atribuições, em articulação com a Justiça Eleitoral e com os demais órgãos envolvidos na segurança do pleito.
A atuação da Polícia Federal em matéria eleitoral envolve diferentes áreas da instituição, de acordo com a natureza de cada ocorrência, incluindo atividades de polícia judiciária, inteligência, combate a crimes cibernéticos e perícia criminal.
Dados de 2026
Até primeiro de outubro, a Polícia Federal havia instaurado 1.224 novos inquéritos policiais relacionados a crimes eleitorais ao longo de 2026.
Entre as investigações, estão casos de violência política contra a mulher. Na mesma data, havia 94 investigações em andamento relacionadas a esse tipo de crime, das quais 77 foram instauradas em 2026.
O valor de bens apreendidos em ações relacionadas a crimes eleitorais alcançou mais de R$ 33 milhões dos quais cerca de R$ 21 milhões correspondem a dinheiro em espécie.
Os números são dinâmicos e podem sofrer alterações em razão de novas ocorrências, investigações e atualizações dos sistemas da instituição.
Segurança dos candidatos à Presidência
Outra frente de atuação da Polícia Federal nas Eleições 2026 é a segurança dos candidatos à Presidência da República. A operação é coordenada nacionalmente pela PF e contempla o acompanhamento das agendas dos candidatos que solicitaram proteção da instituição.
A segurança é planejada individualmente, com base em análise técnica de risco e nas características de cada agenda. As avaliações consideram, entre outros fatores, eventuais ameaças, vulnerabilidades, características dos locais, deslocamentos e o contexto de segurança de cada região.
A operação segue critérios técnicos e busca assegurar tratamento isonômico às candidaturas, preservadas as particularidades de cada agenda. Informações relacionadas a itinerários, avaliações de risco, composição das equipes e outros aspectos operacionais são tratadas de forma restrita por razões de segurança.
A estrutura conta ainda com uma Sala Nacional de Comando e Controle, em Brasília, destinada ao acompanhamento das equipes e das agendas e ao suporte à atuação dos policiais em campo.
Conforme a avaliação de risco e as características de cada compromisso, podem ser empregados recursos especializados e tecnológicos para apoiar a segurança dos candidatos. A atuação também ocorre de forma integrada com forças de segurança locais, especialmente em eventos com maior concentração de público ou que demandem medidas adicionais de proteção.
Comunicação de possíveis crimes
O cidadão que tiver conhecimento de possível crime de atribuição da Polícia Federal pode encaminhar as informações por meio do Comunica PF, disponível no site da instituição, ou presencialmente em qualquer unidade da Polícia Federal.
Para que a informação possa ser analisada de forma mais ágil, é importante apresentar o máximo de detalhes possível: quem praticou a conduta, o que ocorreu, quando e onde aconteceu e, sempre que disponíveis, elementos que possam contribuir para a apuração.
Documentos, fotografias, vídeos, áudios, mensagens e outros registros relacionados ao fato podem auxiliar na análise. No caso de ocorrências no ambiente digital, é importante preservar os elementos disponíveis, como capturas de tela, e-mails, áudios, mensagens e informações sobre os perfis ou conteúdos envolvidos.
As informações recebidas são analisadas pela autoridade competente para verificar a existência de indícios da prática de crime e a adoção das providências cabíveis.
Crimes no ambiente digital
A atuação da PF também alcança possíveis crimes eleitorais praticados no ambiente digital, quando presentes os requisitos legais para sua atuação.
Situações envolvendo conteúdos produzidos ou manipulados com auxílio de inteligência artificial, como imagens, vídeos ou áudios, são analisadas de acordo com as circunstâncias de cada caso e com a eventual existência de indícios de crime.
A utilização de inteligência artificial ou a circulação de determinado conteúdo, isoladamente, não caracteriza necessariamente ilícito penal. Eventuais medidas investigativas ou judiciais são adotadas conforme a legislação aplicável e as características de cada caso.
A Polícia Federal permanecerá mobilizada durante o período eleitoral para o cumprimento de suas atribuições legais, atendimento das ocorrências de sua competência e adoção das providências de polícia judiciária cabíveis.
Coordenação-Geral de Comunicação Social
[email protected]
Fonte: Polícia Federal
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