POLÍCIA
Polícia Civil prende jovem que participou de roubo após identificá-lo por celular deixado no local do crime
POLÍCIA
A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá, prendeu, nessa quinta-feira (20.3), um jovem, de 23 anos, suspeito de participar de um roubo a uma fazenda no Distrito da Guia.
O assalto ocorreu durante o dia, em dezembro de 2022, e dois funcionários foram rendidos. Três pessoas fizeram parte da ação criminosa, dois entraram, armados e pedindo por armas e dinheiro, e um ficou no carro aguardando os comparsas.
Os ladrões pediram por armas e dinheiro, mas as vítimas disseram que não havia os itens na fazenda. Eles então pegaram uma televisão, joias e alguns pertences. Porém, um dos funcionários conseguiu fugir e ligar para o patrão, que acionou a polícia, que chegou ao local com os criminosos ainda no local.
Ao ver a polícia, os suspeitos iniciaram uma fuga às pressas e foram deixando cair todos os itens roubados. Além disso, também derrubaram a arma usada no crime e um celular. O aparelho pertencia ao suspeito que estava no carro, que, durante o crime, abandonou os comparsas no local.
Todos os itens roubados foram devolvidos às vítimas no dia do assalto.
Investigação
A Polícia Civil deu início a uma investigação sobre o caso logo após o crime. O celular deixado para trás pelos ladrões foi um elemento essencial. O delegado Luiz Felipe De Leoni representou pela quebra do sigilo dos dados do aparelho celular apreendido. Por meio dele, a equipe da Derf chegou ao motorista do veículo, que foi ouvido no dia 4 de fevereiro deste ano.
Ele contou que foi convidado para participar do crime por meio de um grupo no Facebook e alegou ter aceitado porque estava desempregado, sem qualquer alimentação em casa e sua esposa estava grávida.
O suspeito disse, ainda, que não conhecia as pessoas com quem conversou e combinou o crime, e que sua parte seria levar os executores e fazer a fuga com o veículo que tinha na época, um Scort preto.
No dia do roubo, os suspeitos foram até a casa ondem morava e eles foram juntos para a fazenda onde aconteceu o roubo. No local, os dois comparsas desceram do carro com o celular do motorista do veículo. Porém, cerca de uma hora depois, o suspeito que estava no carro ouviu disparos de arma de fogo e fugiu, deixando os outros dois suspeitos para trás.
O investigado não teve mais contato com os comparsas e não sabia que seu celular havia ficado na fazenda. Ele não tinha nenhuma outra passagem pela polícia.
Diante da confissão e das provas, o delegado Luiz Felipe De Leoni representou pela prisão preventiva do suspeito, que foi deferida pela Justiça e cumprida nessa quinta-feira (20.3). Agora, ele está à disposição da Justiça.
Fonte: Policia Civil MT – MT
POLÍCIA FEDERAL
PF combate fraudes na concessão de benefícios previdenciários
São Luís /MA. A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (22/9), a Operação Laudo Cego, com o objetivo de combater um grupo criminosa suspeito de obter e de manter fraudulentamente benefícios previdenciários por incapacidade temporária.
A ação é coordenada pela PF e integra a Força-Tarefa Previdenciária, com a participação da Coordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social do Ministério da Previdência Social.
São cumpridos 39 mandados de busca e apreensão em São Luís, Paço do Lumiar, São José de Ribamar, Pinheiro, Santa Helena, Palmeirândia, Presidente Sarney, Presidente Juscelino e Brejo, no Maranhão, além dos municípios de Santa Rosa/RS, Cotia/SP, Parauapebas/PA, Parnaíba/PI e Ubajara/CE.
Também foram determinadas medidas de afastamento dos sigilos bancário e fiscal, proibição de contato entre os investigados e constrição de bens e valores, com a finalidade de assegurar eventual ressarcimento dos prejuízos causados aos cofres públicos.
A Operação Laudo Cego é um desdobramento da Operação Camisaria. As investigação tiveram início após identificação de indícios de um esquema votlado para a concessão indevida de benefícios previdenciários.
Segundo a apuração, o grupo teria como integrantes servidores públicos, profissionais da saúde, contadores, empresários e intermediários. Entre as práticas investigadas, estão a emissão de laudos médicos falsos, a criação de vínculos empregatícios fictícios, a inserção de informações fraudulentas nos sistemas previdenciários, o recrutamento de beneficiários e a movimentação dos valores obtidos ilicitamente.
Até o momento, foram identificados 172 benefícios potencialmente fraudulentos, bem como um prejuízo de aproximadamente R$ 6,57 milhões aos cofres públicos.
Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de estelionato previdenciário, falsificação de documento público, inserção de dados falsos em sistema de informações, organização criminosa e lavagem de dinheiro.
Comunicação Social da Polícia Federal no Maranhão
Contatos: e-mail: [email protected]
Telefones: (98) 3131-5105/(98) 991286428
Fonte: Polícia Federal
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