CUIABÁ
Search
Close this search box.

MATO GROSSO

Sinfra assina ordem de serviço para retomada de obras na MT-208/419

Publicado em

MATO GROSSO

A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) assina nesta terça-feira (02.6) a ordem de serviço para o reinício das obras para asfaltar a MT-208/419, rodovias que ligam Carlinda até Novo Mundo. O trecho que será asfaltado tem 28,87 quilômetros de extensão e será executado pela empresa Agrimat, em um investimento de R$ 26,9 milhões.

As obras foram paralisadas por conta de uma decisão liminar obtida pela empresa Guizardi Junior, que determinava a suspensão do contrato com a Agrimat e a paralisação de qualquer execução da obra.

No entanto, nesta segunda-feira (01) a desembargadora Vandymara Zanolo suspendeu a liminar e permitiu a retomada das obras. Com a assinatura da ordem de serviço, a empresa está autorizada a iniciar os trabalhos, o que acontecerá já nos próximos dias.

Em sua decisão, a desembargadora destacou que a liminar anterior poderia comprometer a continuidade da obra pública, que é de relevante interesse coletivo e que a retomada seria necessária para garantir a segurança viária.

A Guizardi era, originalmente, a empresa responsável pelas obras, mas teve seu contrato rescindido devido à incapacidade de execução.

Leia Também:  Barra do Garças faz homenagem à mãe da primeira-dama de MT com unidade "Euridice Gomes SER Família Criança"

O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, destaca que a MT-208/419 é um importante corredor para a região Norte, que vai diminuir a distância entre Alta Floresta e a BR-163 em mais de 150 quilômetros. Um dos lotes da rodovia, com 56 km, está em fase final de execução.

“Essa é uma obra importante que foi divida em dois lotes, justamente para dar mais agilidade. O primeiro lote está praticamente concluído, mas infelizmente precisamos rescindir o contrato com uma empresa que não foi capaz de executar o outro trecho”, explicou.

É nesta rodovia que o Governo de Mato Grosso construiu uma ponte de 691 metros, justamente na divisa entre Carlinda e Novo Mundo. Esta ponte sobre o Rio Teles Pires é, atualmente, a maior do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

Propaganda

MP MT

Júri condena trio a mais de 68 anos pela morte de Zampieri

Publicados

em

Após três dias de julgamento e a análise de um processo com mais de 55 mil páginas, o Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá condenou três acusados de serem executores e intermediários da morte do advogado Roberto Zampieri. As penas somadas alcançam 68 anos, 9 meses e 30 dias de reclusão. Antônio Gomes da Silva foi condenado a 21 anos, 10 meses e 15 dias de prisão, Hedilerson Fialho Martins Barbosa a 25 anos de reclusão e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas a 21 anos, 10 meses e 15 dias. A decisão foi proferida às 00h49 da madrugada desta sexta-feira (2), ao término dos debates entre acusação e defesa e da deliberação dos jurados.Atuaram na acusação os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), além do assistente de acusação Giovani Santin, vice-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT).Ao longo de três dias de julgamento, jurados acompanharam depoimentos de testemunhas, interrogatórios dos réus, exposição de provas e sustentações orais das partes.No primeiro dia de julgamento, foram ouvidas seis testemunhas, entre elas os delegados da Polícia Judiciária Civil Nilson André Farias de Oliveira e Edilson Ricardo Pick, responsáveis por etapas da investigação, além do delegado da Polícia Federal Marco Bontempo. Também prestaram depoimento José Marcos Marini, Mariana Costa Pinto e Lucilene Gonçalves da Silva. As oitivas abordaram a dinâmica da execução do crime, o papel atribuído a cada acusado e os elementos reunidos durante a apuração.O segundo dia foi dedicado aos interrogatórios dos réus Antônio Gomes da Silva, Hedilerson Fialho Martins Barbosa e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas. Já no terceiro dia, acusação e defesa apresentaram seus argumentos finais aos jurados. Durante a réplica, os promotores de Justiça reforçaram provas que, segundo a acusação, demonstraram a participação dos três condenados na execução do homicídio. Entre os elementos destacados esteve o rastreamento da movimentação financeira relacionada ao crime. Conforme sustentado pelo Ministério Público, ficou comprovado o pagamento de R$ 124.250,00 antes da execução e outros R$ 60 mil após o homicídio. Segundo a acusação, os valores tiveram origem nos recursos pagos pelos apontados mandantes do crime.Também foi destacado durante os debates que, ao longo das investigações, surgiram elementos indicando que Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas teria solicitado valores entre R$ 500 mil e R$ 750 mil para que ele e os demais envolvidos não entregassem os mandantes às autoridades.Ao defender a condenação dos acusados, o promotor de Justiça Samuel Frungilo ressaltou a robustez do conjunto probatório reunido ao longo da investigação e da tramitação processual. “Eu tenho 27 anos de Ministério Público. Eu nunca vi um crime de recompensa e homicídio mercenário com tantas provas”, afirmou aos jurados.O promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins destacou o planejamento empregado para a execução do crime e a gravidade da conduta atribuída aos acusados. “Planejaram e esperaram o melhor momento de vulnerabilidade da vítima para poder retirar o seu bem mais precioso, o direito de viver. O maior roubo que alguém pode sofrer é a interrupção do curso da sua existência”, sustentou.Conforme a denúncia do MPMT, Antônio Gomes da Silva foi apontado como o autor dos disparos que mataram Roberto Zampieri. Hedilerson Fialho Martins Barbosa foi acusado de ter participado da execução do plano criminoso, inclusive com o fornecimento da arma utilizada no crime. Já Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas respondeu à acusação de integrar a empreitada criminosa.Ao final do julgamento, o Conselho de Sentença acolheu integralmente a tese sustentada pelo Ministério Público e reconheceu a responsabilidade dos três réus pelo homicídio de Roberto Zampieri. Os jurados condenaram os acusados e reconheceram todas as qualificadoras apresentadas na denúncia: homicídio cometido mediante paga ou promessa de recompensa, com emprego de recurso que dificultou a defesa da vítima e com utilização de arma de fogo de uso restrito.

Leia Também:  Itaúba: Prova do seletivo de conciliador será realizada neste domingo

Fonte: Ministério Público MT – MT

Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA