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“Semana Pedagógica nos deixa mais preparados para receber os alunos no primeiro dia de aula”, afirma diretor

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“A Semana Pedagógica 2025 tem sido essencial para aprender, ensinar e nos deixar ainda mais preparados para receber nossos alunos no primeiro dia de aula”, afirmou o professor Edil de Oliveira, diretor da Escola Estadual São José, em Pontes e Lacerda.

Edil é um dos cerca de dois mil profissionais da educação participantes da Semana Pedagógica 2025, organizada pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc), no Ginásio Poliesportivo Aecim Tocantins, em Cuiabá, até esta sexta-feira (24.1).

O objetivo do evento é reunir todos os profissionais da educação de todo o Estado para alinhar diretrizes e estratégias para melhorar o ensino e aumentar a aprendizagem dos alunos no ano letivo de 2025, que começa em 3 de fevereiro.

Com uma programação que inclui oficinas, palestras e mesas redondas, a Semana Pedagógica também se concentra em temas como o Sistema Estruturado de Ensino, práticas avaliativas e a integração de tecnologias educacionais.

Fabiane Migliati, coordenadora pedagógica da Escola Estadual Luciene Cardoso de Oliveira, em Peixoto de Azevedo, destacou que todo o suporte oferecido pela Seduc e pela Diretoria Regional de Educação do seu polo contribui para uma educação ainda mais eficiente. “Um evento como esse nos capacita para sabermos resolver todas as demandas que virão durante o ano”, disse.

Silvana Azevedo, coordenadora pedagógica da Escola Estadual Ministro Petrônio Portela Nunes, em Tangará da Serra

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Já Halassi Nunes dos Santos, diretor da Escola Estadual José Bejo, em Glória D’Oeste, avaliou que a Semana Pedagógica “é de suma importância para levar informação e para agregar todos os conhecimentos pedagógicos e de gestão para se colocar em prática nas escolas”.

Outra participante da Semana Pedagógica 2025, Silvana Azevedo, coordenadora pedagógica da Escola Estadual Ministro Petrônio Portela Nunes, em Tangará da Serra, apontou que o evento “é um momento de integração entre professores e gestores que me anima a entrar na sala de aula com o pé direito em 3 de fevereiro ”.

Para a pedagoga Marcia Blank, lotada na Escola Estadual Dr. Mário Corrêa, em Paranaíta, a Semana Pedagógica direciona o trabalho para a sala de aula e para a gestão escolar.

“Essa união em torno de um só objetivo é a nossa bússola, pois sabemos para onde ir e até onde podemos chegar. Compreendermos que educação se faz a muitas mãos. É assim que atuamos no nosso cotidiano escolar”, conclui.

Fonte: Governo MT – MT

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Júri condena trio a mais de 68 anos pela morte de Zampieri

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Após três dias de julgamento e a análise de um processo com mais de 55 mil páginas, o Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá condenou três acusados de serem executores e intermediários da morte do advogado Roberto Zampieri. As penas somadas alcançam 68 anos, 9 meses e 30 dias de reclusão. Antônio Gomes da Silva foi condenado a 21 anos, 10 meses e 15 dias de prisão, Hedilerson Fialho Martins Barbosa a 25 anos de reclusão e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas a 21 anos, 10 meses e 15 dias. A decisão foi proferida às 00h49 da madrugada desta sexta-feira (2), ao término dos debates entre acusação e defesa e da deliberação dos jurados.Atuaram na acusação os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), além do assistente de acusação Giovani Santin, vice-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT).Ao longo de três dias de julgamento, jurados acompanharam depoimentos de testemunhas, interrogatórios dos réus, exposição de provas e sustentações orais das partes.No primeiro dia de julgamento, foram ouvidas seis testemunhas, entre elas os delegados da Polícia Judiciária Civil Nilson André Farias de Oliveira e Edilson Ricardo Pick, responsáveis por etapas da investigação, além do delegado da Polícia Federal Marco Bontempo. Também prestaram depoimento José Marcos Marini, Mariana Costa Pinto e Lucilene Gonçalves da Silva. As oitivas abordaram a dinâmica da execução do crime, o papel atribuído a cada acusado e os elementos reunidos durante a apuração.O segundo dia foi dedicado aos interrogatórios dos réus Antônio Gomes da Silva, Hedilerson Fialho Martins Barbosa e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas. Já no terceiro dia, acusação e defesa apresentaram seus argumentos finais aos jurados. Durante a réplica, os promotores de Justiça reforçaram provas que, segundo a acusação, demonstraram a participação dos três condenados na execução do homicídio. Entre os elementos destacados esteve o rastreamento da movimentação financeira relacionada ao crime. Conforme sustentado pelo Ministério Público, ficou comprovado o pagamento de R$ 124.250,00 antes da execução e outros R$ 60 mil após o homicídio. Segundo a acusação, os valores tiveram origem nos recursos pagos pelos apontados mandantes do crime.Também foi destacado durante os debates que, ao longo das investigações, surgiram elementos indicando que Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas teria solicitado valores entre R$ 500 mil e R$ 750 mil para que ele e os demais envolvidos não entregassem os mandantes às autoridades.Ao defender a condenação dos acusados, o promotor de Justiça Samuel Frungilo ressaltou a robustez do conjunto probatório reunido ao longo da investigação e da tramitação processual. “Eu tenho 27 anos de Ministério Público. Eu nunca vi um crime de recompensa e homicídio mercenário com tantas provas”, afirmou aos jurados.O promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins destacou o planejamento empregado para a execução do crime e a gravidade da conduta atribuída aos acusados. “Planejaram e esperaram o melhor momento de vulnerabilidade da vítima para poder retirar o seu bem mais precioso, o direito de viver. O maior roubo que alguém pode sofrer é a interrupção do curso da sua existência”, sustentou.Conforme a denúncia do MPMT, Antônio Gomes da Silva foi apontado como o autor dos disparos que mataram Roberto Zampieri. Hedilerson Fialho Martins Barbosa foi acusado de ter participado da execução do plano criminoso, inclusive com o fornecimento da arma utilizada no crime. Já Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas respondeu à acusação de integrar a empreitada criminosa.Ao final do julgamento, o Conselho de Sentença acolheu integralmente a tese sustentada pelo Ministério Público e reconheceu a responsabilidade dos três réus pelo homicídio de Roberto Zampieri. Os jurados condenaram os acusados e reconheceram todas as qualificadoras apresentadas na denúncia: homicídio cometido mediante paga ou promessa de recompensa, com emprego de recurso que dificultou a defesa da vítima e com utilização de arma de fogo de uso restrito.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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