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Sema capacita policiais militares para o uso de tecnologia na fiscalização ambiental

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), por meio da Gerência de Planejamento de Fiscalização e Combate ao Desmatamento, promove o curso de capacitação de fiscalização ambiental para policiais militares. O curso iniciou na segunda-feira (07.02) e segue até esta sexta-feira (11.02).

As aulas acontecem de forma presencial com o objetivo de ensinar o conhecimento tecnológico necessário para que os profissionais possam compor as equipes de fiscalização em campo. Os profissionais aprendem, do básico ao avançado, sobre como utilizar diversas ferramentas e bancos de dados para a fiscalização ambiental, incluindo o sistema de monitoramento por satélites Planet. A ferramenta monitora todo o território de Mato Grosso desde 2019, financiada pelo Programa REM Mato Grosso.

O curso ocorre anualmente para os profissionais da Polícia Militar de proteção ambiental por conta da renovação das equipes. A turma deste ano é composta por 13 alunos.

“Este processo é fundamental para a realização de um trabalho integrado e é resultado de uma estratégia que foi definida pelo Estado e instituições parceiras, Batalhão da Polícia Militar de Proteção Ambiental e Corpo de Bombeiros, para desenvolver métodos alinhados de combate às infrações contra a flora” conta a analista ambiental da Sema e instrutora do curso, Lauriene Evelyn de Castro.

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Ela ressalta que o curso ainda possibilita a integração entre os agentes públicos, melhora os processos, e aumenta o número de pessoas aptas para estarem em campo.

Após a capacitação, os policiais vão atuar principalmente no âmbito da fiscalização de combate às infrações contra o meio ambiente, que envolvem desmatamento e exploração florestal ilegal, em todo o estado.

Com supervisão de Lorena Bruschi.

Fonte: GOV MT

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Neri Geller é o primeiro do Podemos em pesquisa para deputado federal em Mato Grosso

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Com 2,88% das intenções de voto espontâneas, ex-ministro aparece em primeiro do partido

Neri Geller chega à reta final da eleição como o candidato do Podemos mais bem colocado na pesquisa espontânea do Instituto Data Index para deputado federal em Mato Grosso. Com 2,88% das intenções de voto, o ex-ministro da Agricultura ocupa a nona posição geral e aparece numericamente à frente dos demais nomes da legenda.

O resultado coloca Neri a apenas 0,06 ponto percentual de Emanuelzinho, oitavo na lista, com 2,94%. O levantamento ouviu 1.600 eleitores entre 28 de setembro e 1º de outubro.

A primeira colocação entre os candidatos do Podemos dá destaque à candidatura de Neri dentro da chapa. Na pesquisa espontânea, o eleitor informa em quem pretende votar sem receber uma lista de nomes, o que permite identificar quais candidatos são lembrados diretamente pelos entrevistados.

Neri disputa o retorno à Câmara com uma trajetória que reúne experiência como ministro da Agricultura, secretário de Política Agrícola e deputado federal. Crédito rural, armazenagem, seguro agrícola e infraestrutura integram o histórico de atuação do candidato em pautas ligadas à economia de Mato Grosso.

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Na Câmara, foi relator do projeto de licenciamento ambiental aprovado pelos deputados em 2021, participando da construção de regras para empreendimentos e obras de infraestrutura. Essa experiência conecta sua passagem pelo Executivo à atuação parlamentar em questões que afetam a produção e os investimentos. (camara.leg.br⁠, nerigeller.com.br⁠)

A disputa chega aos últimos dias com uma parcela expressiva do eleitorado sem indicar candidato: 35,38% dos entrevistados não souberam ou não responderam à pergunta sobre deputado federal.

As diferenças entre Neri e os nomes imediatamente próximos são inferiores à margem de erro geral informada pelo instituto. A pesquisa retrata o momento da coleta; a distribuição das cadeiras depende também da votação dos partidos e federações.

Contratado pelo Jogo Político Notícias, o levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, nível de confiança de 95% e registro MT-04299/2026 na Justiça Eleitoral.

Fonte: Política

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