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Seciteci abre inscrições para terceira edição do evento “Cidades Inovadoras”

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“Como transformar nossas cidades em ‘cidades inteligentes’?” Essa é a pergunta que a terceira edição do evento “Cidades Inteligentes” vai responder, nos dias 27 e 28, no Teatro Zulmira Canavarros, em Cuiabá. Reunindo experiências exitosas em diversas regiões do país, o evento chega com a proposta de abrir diálogo sobre práticas que podem tornar nossas cidades também mais sustentáveis. As inscrições são gratuitas e já podem ser feitas, clicando aqui.

Dividido em dois dias, o evento é organizado pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação de Mato Grosso (Seciteci-MT) em parceria com o Parque Tecnológico Mato Grosso. A programação conta com painéis sobre sustentabilidade, inovação e gestão, oficina abordando os caminhos para criação de planejamentos e rodadas de negócios com empresas que desenvolvem soluções nas áreas de mobilidade, saúde, gestão pública e outros.

Além de importantes nomes mato-grossenses, o evento também terá a participação de profissionais considerados referências nacionais, como o pesquisador da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Ergon Cugler. Chegando a sua terceira edição, o encontro visa proporcionar um diálogo aberto entre empresas, instituições e gestores para ampliar a qualidade de vida da população que vive nas cidades.

De acordo com o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Allan Kardec, o evento busca reunir profissionais especializados nos processos de modernização da gestão pública e realização de práticas mais sustentáveis.

“Com o Cidades Inovadoras, a Seciteci aproxima os gestores dos municípios de ideias e práticas que podem se tornar referência para outros estados. O nosso principal objetivo é estabelecer um diálogo com o que há de melhor no processo de transformação das nossas cidades em ‘cidades inteligentes’”, disse o secretário Allan Kardec.

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Já a superintendente de Desenvolvimento Científico, Tecnológico e de Inovação, Lectícia Figueiredo, afirma que com o evento será possível acelerar o desenvolvimento dos municípios de Mato Grosso. Segundo Lectícia, os gestores terão a oportunidade de dialogar diretamente com quem faz a diferença e outras regiões do país.

“Essa é uma forma de trazer novas tendências e soluções para Mato Grosso, com o objetivo de acelerar o desenvolvimento dos nossos municípios. Vamos mostrar as experiências já aplicadas em outras cidades e colocar os gestores para ter essa troca. Além disso, também teremos espaços para incentivar o networking, trazendo empresas e soluções para rodadas de negócios”, comentou.

O coordenador do Parque Tecnológico de Mato Grosso, Rogério Nunes, ressalta que está é uma importante ferramenta de aproximação dos 141 municípios do estado com as ações que estão sendo desenvolvidas pelo Parque.

“A realização desse evento é um importante espaço para aproximar os 141 municípios das ações do Parque Tecnológico em Mato Grosso. Esse encontro evidencia conexões estratégicas no campo do desenvolvimento social e econômico envolvendo agentes públicos como parceiros essenciais na consolidação do ecossistema de inovação mato-grossense”, disse Rogério.

As inscrições já estão abertas e podem ser feitas gratuitamente, clicando aqui. O evento ocorrerá presencialmente, no teatro Zulmira Canavarros. Além da programação no auditório, todo o espaço externo contará com expositores de produtos e soluções inovadoras, área de convivência e networking.

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Prêmio Cidades Inovadoras

Uma das novidades de 2023 é o lançamento do Prêmio “Cidades Inovadoras – Inteligentes e Sustentáveis”, que vai contemplar os municípios mato-grossenses que apresentarem as melhores práticas de inovação e sustentabilidade. Além do envio de recurso, os municípios selecionados também serão assessorados por uma equipe multidisciplinar, com o objetivo de acelerar o desenvolvimento das novas práticas.

O edital do prêmio será lançado na abertura do evento, marcada para o dia 27 de junho, a partir das 9 horas. Para avaliação das ações apresentadas, serão utilizados indicadores como o potencial de desenvolvimento sustentável do município, ambiente propício para negócios e melhoria na qualidade de vida da população e inovação da prestação de serviços.

Ainda de acordo com o secretário Allan Kardec, o prêmio é uma das formas de reconhecer as cidades que buscam implementar ideias inovadoras e sustentáveis. Com a ação, também serão feitos diagnósticos junto às prefeituras para implementar o processo de modernização das gestões.

“Essa é uma forma de incentivar e reconhecer as cidades que se dedicarem e se destacarem nos processos de inovação e sustentabilidade. A partir desse diagnóstico que vamos fazer junto com as prefeituras que participarem, vamos poder implantar uma segunda rodada para o processo de modernização da gestão municipal”, disse o secretário.

Fonte: Governo MT – MT

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Júri condena trio a mais de 68 anos pela morte de Zampieri

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Após três dias de julgamento e a análise de um processo com mais de 55 mil páginas, o Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá condenou três acusados de serem executores e intermediários da morte do advogado Roberto Zampieri. As penas somadas alcançam 68 anos, 9 meses e 30 dias de reclusão. Antônio Gomes da Silva foi condenado a 21 anos, 10 meses e 15 dias de prisão, Hedilerson Fialho Martins Barbosa a 25 anos de reclusão e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas a 21 anos, 10 meses e 15 dias. A decisão foi proferida às 00h49 da madrugada desta sexta-feira (2), ao término dos debates entre acusação e defesa e da deliberação dos jurados.Atuaram na acusação os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), além do assistente de acusação Giovani Santin, vice-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT).Ao longo de três dias de julgamento, jurados acompanharam depoimentos de testemunhas, interrogatórios dos réus, exposição de provas e sustentações orais das partes.No primeiro dia de julgamento, foram ouvidas seis testemunhas, entre elas os delegados da Polícia Judiciária Civil Nilson André Farias de Oliveira e Edilson Ricardo Pick, responsáveis por etapas da investigação, além do delegado da Polícia Federal Marco Bontempo. Também prestaram depoimento José Marcos Marini, Mariana Costa Pinto e Lucilene Gonçalves da Silva. As oitivas abordaram a dinâmica da execução do crime, o papel atribuído a cada acusado e os elementos reunidos durante a apuração.O segundo dia foi dedicado aos interrogatórios dos réus Antônio Gomes da Silva, Hedilerson Fialho Martins Barbosa e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas. Já no terceiro dia, acusação e defesa apresentaram seus argumentos finais aos jurados. Durante a réplica, os promotores de Justiça reforçaram provas que, segundo a acusação, demonstraram a participação dos três condenados na execução do homicídio. Entre os elementos destacados esteve o rastreamento da movimentação financeira relacionada ao crime. Conforme sustentado pelo Ministério Público, ficou comprovado o pagamento de R$ 124.250,00 antes da execução e outros R$ 60 mil após o homicídio. Segundo a acusação, os valores tiveram origem nos recursos pagos pelos apontados mandantes do crime.Também foi destacado durante os debates que, ao longo das investigações, surgiram elementos indicando que Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas teria solicitado valores entre R$ 500 mil e R$ 750 mil para que ele e os demais envolvidos não entregassem os mandantes às autoridades.Ao defender a condenação dos acusados, o promotor de Justiça Samuel Frungilo ressaltou a robustez do conjunto probatório reunido ao longo da investigação e da tramitação processual. “Eu tenho 27 anos de Ministério Público. Eu nunca vi um crime de recompensa e homicídio mercenário com tantas provas”, afirmou aos jurados.O promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins destacou o planejamento empregado para a execução do crime e a gravidade da conduta atribuída aos acusados. “Planejaram e esperaram o melhor momento de vulnerabilidade da vítima para poder retirar o seu bem mais precioso, o direito de viver. O maior roubo que alguém pode sofrer é a interrupção do curso da sua existência”, sustentou.Conforme a denúncia do MPMT, Antônio Gomes da Silva foi apontado como o autor dos disparos que mataram Roberto Zampieri. Hedilerson Fialho Martins Barbosa foi acusado de ter participado da execução do plano criminoso, inclusive com o fornecimento da arma utilizada no crime. Já Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas respondeu à acusação de integrar a empreitada criminosa.Ao final do julgamento, o Conselho de Sentença acolheu integralmente a tese sustentada pelo Ministério Público e reconheceu a responsabilidade dos três réus pelo homicídio de Roberto Zampieri. Os jurados condenaram os acusados e reconheceram todas as qualificadoras apresentadas na denúncia: homicídio cometido mediante paga ou promessa de recompensa, com emprego de recurso que dificultou a defesa da vítima e com utilização de arma de fogo de uso restrito.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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