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MATO GROSSO

Projeto Namoro Legal: Comarca de Pedra Preta inicia atividades com estudantes do município

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MATO GROSSO

A equipe técnica da Comarca de Pedra Preta, em parceria com a Secretaria de Assistência Social do município iniciaram as atividades do Projeto “Namoro Legal”, que busca informar através do dialogo com estudantes adolescentes de idade entre 14 e 16 anos sobre relacionamentos abusivos e igualdade de gênero, auxiliando na identificação de possíveis sofrimentos emocionais além de conhecer a rede de atendimento psicossocial.
 
A primeira escola a receber o projeto foi a Escola Estadual 13 de Maio e contou com a mediação da Equipe da Proteção Social Especial da Secretaria de Assistência Social e da Equipe Psicossocial do Fórum da Comarca de Pedra Preta em dias alternados para maior alcance do público alvo.
 
A iniciativa faz parte de uma série de atividades de combate à violência contra a mulher na comarca e utiliza os moldes da cartilha publicada pelo Ministério Público do Estado de São Paulo (PMSP) denominado “Namoro Legal”. O manual, que conta com sete dicas de relacionamentos para adolescentes será transformado pelas equipes que percorrerão as escolas do município em sete diálogos específicos para o publico juvenil, trazendo esse assunto para onde grande parte dessas trocas afetivas dá inicio e transformando a escola em um ambiente seguro e acolhedor para que jovens garotas que estão começando a se relacionar possam ser capazes de identificar comportamentos tóxicos e abusivos.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: a fotografia mostra os estudantes que participam do projeto. Eles estão em pé em uma sala e posam para a foto.
 
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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MP MT

MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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