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Primeira-dama de MT destaca a importância das ações sociais na posse da nova mesa diretoria da ALMT

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A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, juntamente com o governador Mauro Mendes, prestigiou, nesta segunda-feira (03.2), a posse da nova mesa diretora na 3ª Sessão Legislativa, referente à 20ª Legislatura, para o biênio 2025-2027.

O novo presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Max Russi, ressaltou a importância de priorizar o diálogo, a dedicação e a harmonia com os poderes, e afirmou que irá se dedicar ao máximo para o sucesso de sua gestão.

“Minha expectativa é a melhor possível. Vou me dedicar ao máximo. Quando atuei como secretário de Estado de Assistência Social e Cidadania, tive a oportunidade de implantar o programa Pró-Família, um programa pequeno, mas que hoje, com o programa SER Família, idealizado pela primeira-dama Virginia Mendes, se tornou referência nacional”, contou Max Russi.

“Encerro o ciclo como primeiro secretário. Fizemos uma gestão de resultados, entregamos e devolvemos recursos. E, como presidente, não será diferente. Vamos trabalhar mais e mais pelos que mais precisam”, ratificou Max Russi.

Em sua fala, o governador Mauro Mendes também destacou os avanços na área social, especialmente no que diz respeito ao programa SER Família, criado por Virginia Mendes.

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“A primeira-dama Virginia Mendes criou esse programa de maneira especial, que fala muito de nossa origem, e tenho certeza de que fala de muitos que aqui estão. Sabemos que, quando damos oportunidade, o estado tem o dever de acolher as pessoas que, por algum motivo, não têm capacidade de se sustentar. Em seis anos, esse programa já investiu cerca de R$ 1,7 bilhão, atendendo mais de 60 mil famílias por ano. Durante a pandemia, chegamos a atender mais de 100 mil famílias”, explicou o governador, detalhando a ação idealizada de forma voluntária pela primeira-dama.

Virginia Mendes parabenizou o presidente empossado e destacou a importância da nova gestão para o fortalecimento das ações sociais, bem como para o desenvolvimento da população.

“O deputado Max Russi, além de um bom amigo, é uma pessoa que muito me ensinou e motivou para que eu pudesse atuar como voluntária na área social neste Governo. Peço a Deus que abençoe essa nova legislatura e que possamos fortalecer ainda mais as ações sociais em prol do nosso povo, especialmente daqueles que mais precisam”, disse Virginia Mendes.

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“Max sempre foi uma pessoa dedicada ao social. Ele é nosso parceiro nessa área, e acredito que será uma gestão abençoada”, completou.

A primeira-dama Virginia Mendes também parabenizou seu amigo, deputado estadual Paulo Araújo, que assume a 2ª Secretaria. “Sucesso e sabedoria nesta nova caminhada, deputado Paulo Araújo. Gratidão pela parceria e dedicação à nossa população”, agradeceu a Virginia Mendes.

Fonte: Governo MT – MT

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Sefaz orienta municípios sobre mudanças na arrecadação com novo sistema tributário

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O secretário de Fazenda de Mato Grosso, Fábio Pimenta, participou, nesta quarta-feira (14.10), do 2º Encontro Técnico sobre a Reforma Tributária para Municípios: Transição e Governança para o Novo Modelo Tributário, promovido pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT). O evento reúne prefeitos, secretários municipais, vereadores, presidentes de Câmaras e técnicos das áreas de Fazenda e Desenvolvimento Econômico para discutir os impactos da reforma nas finanças municipais.

Ao lado do procurador do Estado e ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, Pimenta abriu a programação de palestras com o tema “Reforma Tributária: Formas, estrutura e fluxo de arrecadação”. Durante sua fala, o gestor alertou para a necessidade dos municípios se prepararem para as mudanças, especialmente em relação à arrecadação de 2026 que será utilizada como referência para a distribuição de parte das receitas durante o período de transição.

“A receita dos próximos 50 anos começa a ser definida agora. É fundamental que os gestores municipais melhorem sua arrecadação ainda em 2026, pois os valores arrecadados entre 2019 e 2026 servirão de base para amenizar as perdas com a Reforma Tributária”, destacou o secretário.

A preocupação está relacionada à mudança da sistemática de tributação e do modelo de desenvolvimento de Mato Grosso, que se baseia na produção. Com a Reforma Tributária, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto sobre Serviços (ISS) serão gradualmente substituídos pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), cuja receita será destinada aos estados e municípios onde ocorre o consumo.

“Mato Grosso é um estado produtor e, com a mudança da tributação da origem para o destino, terá uma perda estimada, ao final do período de transição, de cerca de R$ 10 bilhões. Os municípios mato-grossenses também serão impactados, pois possuem uma população relativamente pequena diante do volume de produção”, explicou Fábio Pimenta.

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Durante a palestra, também foram apresentados os novos critérios de distribuição da parcela estadual do IBS destinada aos municípios. Pelo novo modelo, 80% desses recursos serão repartidos proporcionalmente à população, 10% conforme indicadores de aprendizagem e equidade na educação, 5% por critérios ambientais e 5% em parcelas iguais.

O procurador do Estado e ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo defendeu a revisão de pontos da Reforma Tributária que podem prejudicar Mato Grosso, especialmente os critérios de distribuição de recursos aos municípios. Segundo ele, as mudanças poderão agravar as dificuldades financeiras das cidades com população reduzida e maior dependência de transferências estaduais e federais.

“Um dos caminhos seria exatamente fazer essa revisão dos critérios de distribuição do IBS. Mas isso depende do Congresso Nacional, dos deputados federais, dos senadores e de toda uma articulação que deve ser feita”, afirmou Gallo.

O presidente do TCE-MT, conselheiro Sérgio Ricardo, também reforçou a importância de os gestores municipais ampliarem a arrecadação própria e para a situação dos municípios com população reduzida. “Temos municípios com 3 mil, 2 mil, 1 mil habitantes que definitivamente não se sustentam. Eles só sobrevivem por causa dos repasses federais e estaduais. Vamos conversar com os prefeitos para que eles atentem para a arrecadação que vão fazer até o dia 31 de dezembro”, disse.

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Também participaram da abertura o presidente da Comissão Permanente de Sustentabilidade Fiscal e Desenvolvimento (COPSFID), os conselheiros José Carlos Novelli, Valter Albano e Campos Neto; a subprocuradora-geral de Justiça de Planejamento e Gestão do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), Anne Karine Louzich; o presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Hemerson Máximo; o presidente da Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt), Silvio Rangel; o ex-presidente da AMM Leonardo Bortolin; o membro do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), Yendis Costa; a controladora-geral da Defensoria Pública de Mato Grosso, Bárbara Natália Nogueira Garnica; e o primeiro vice-presidente da AMM e prefeito de Rondolândia, José Guedes.

Integração com os municípios

Outro ponto destacado durante a apresentação foi o trabalho desenvolvido pela Sefaz em parceria com a Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) para preparar as administrações tributárias para o novo modelo. A atuação conjunta ocorre por meio de um Comitê Gestor Regional, que conta com grupos técnicos responsáveis pela integração das administrações tributárias e pela realização de estudos e simulações sobre os impactos da reforma.

A iniciativa busca fortalecer a cooperação entre o Estado e os municípios, promover o compartilhamento de informações e apoiar o planejamento das administrações municipais diante das mudanças na arrecadação.

O 2º Encontro Técnico sobre a Reforma Tributária para Municípios é promovido pela Comissão Permanente de Sustentabilidade Fiscal e Desenvolvimento (COPSFID) do TCE-MT. O evento está sendo realizado na Escola Superior de Contas e segue até esta quinta-feira (15).

Fonte: Governo MT – MT

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