MATO GROSSO
Polícias Civis de MT e GO deflagram operação de combate a fraudes eletrônicas
MATO GROSSO
A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), e a Polícia Civil de Goiás, por meio do Grupo de Repressão a Estelionatos e Outras Fraudes (DEIC), deflagraram, na manhã desta quarta-feira (27.07), a Operação Fraudator, com objetivo de cumprir ordens judiciais contra uma associação criminosa voltada a golpes e fraudes cometidos pela internet.
As ordens judiciais são cumpridas nas cidades de Cuiabá e Várzea Grande e, até o momento, quatro pessoas tiveram mandados de prisão cumpridos. Eles foram encaminhados para a Gerência Estadual de Polinter.
A operação tem o objetivo de cumprir mandados de prisão, busca e apreensão domiciliar, expedidos pela Justiça de Goiás contra integrantes de uma associação criminosa, identificados em duas investigações distintas realizadas pela Polícia Civil daquele estado..
Em Mato Grosso, a operação é coordenada pela DRCI, com apoio operacional da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE), Gerência Estadual de Polinter e Capturas, delegacias da Regional de Várzea Grande e Diretoria de Inteligência.
Segundo o delegado da DRCI, Ruy Guilherme Peral da Silva, a operação conjunta entre as polícias Civil de Mato Grosso e Goiás tem o objetivo de combater fraudes praticadas pela internet, identificando grupos envolvidos nos crimes e prendendo seus integrantes.
“Os trabalhos buscam mostrar que a internet não é terra sem lei e há punições severas para os envolvidos nesse tipo de crime. As penas por fraude eletrônica são de 4 a 8 anos de reclusão, podendo chegar até 16 anos de prisão, além do crime de associação criminosa”, disse o delegado.
Nome da operação
Fraudator: Aquele que comete fraudes, enganador, trapaceiro.
Fonte: GOV MT
MP MT
A raiva e o seu desgoverno
Em Grande Sertão: Veredas, Riobaldo relembra um conselho de Zé Bebelo, seu antigo chefe. Parece simples, até começarmos a carregá-lo conosco: às vezes convém fingir raiva, mas “raiva mesma nunca se deve de tolerar de ter”. É uma sabedoria difícil. O conselho não propõe mansidão diante de tudo, nem recomenda passividade. Há momentos em que é preciso reagir, impor limites, demonstrar indignação, exigir responsabilidade. O que Rosa recusa é outra coisa: permitir que a raiva se instale dentro de nós e ali permaneça.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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