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MATO GROSSO

Polícia Militar lança operação “Escudo Feminino” nesta quinta-feira (11)

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MATO GROSSO

A Polícia Militar de Mato Grosso lança, na tarde desta quinta-feira (11.6), a Operação Escudo Feminino, voltada para o combate aos crimes de violência doméstica e feminicídio, em todo o Estado. Na Região Metropolitana, a operação será lançada em Várzea Grande, a partir das 16h, na sede do 2º Comando Regional.

A operação será realizada simultaneamente em todos os 15 Comandos Regionais com foco na prevenção e repressão à violência contra a mulher, por meio da atuação integrada entre policiamento ostensivo, inteligência e ações comunitárias.

No total, a ação terá três fases. A primeira delas foi voltada às ações de inteligência. A segunda fase será lançada nesta quinta-feira (11) e executada com apoio das equipes de policiamento especializado, visitando agressores já notificados judicialmente; e a terceira fase, ocorrerá no fim do mês, com objetivo de reforçar as ações de assistência e visitas às vítimas de violência doméstica.

Serviço

Lançamento da Operação Escudo Feminino

Data: 11.6 (quinta-feira), 16h

Local: Sede 2º Comando Regional/4º Batalhão – Avenida Filinto Müller, Centro Norte, Várzea Grande-MT

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Fonte: Governo MT – MT

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MP MT

Condenação por duplo homicídio qualificado e organização criminosa

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O Tribunal do Júri de Várzea Grande condenou, nesta quarta-feira (5), Gabriel Brites de Morais pelos crimes de participação em organização criminosa armada e pelo duplo homicídio triplamente qualificado de Lucas Mendonça Neves, de 17 anos, e Luiz Fernando Ribeiro Batista, de 29 anos. A pena fixada foi de 45 anos e 9 meses de reclusão, acolhendo integralmente os pedidos do Ministério Público. O crime ocorreu na noite de 27 de agosto de 2025, no interior de uma comunidade terapêutica localizada no bairro Treze de Setembro, em Várzea Grande. Segundo a acusação, o réu, agindo em concurso com outros criminosos, invadiu o local e executou as vítimas por elas integrarem uma facção rival. O homicídio foi praticado por motivo torpe, com emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a reação defensiva das vítimas. Durante o julgamento, o Ministério Público demonstrou que a execução fazia parte da disputa entre facções criminosas pelo domínio territorial e do cumprimento de ordens da organização criminosa, reforçando que o assassinato representou um típico “tribunal do crime”, mecanismo utilizado para impor o terror e eliminar integrantes de grupos rivais. As investigações apontaram que homens armados invadiram a clínica de recuperação, renderam os internos e conduziram as vítimas para o quintal, onde efetuaram diversos disparos de arma de fogo. O caso teve grande repercussão em Mato Grosso em razão da violência empregada e da ligação direta com a guerra entre facções criminosas. Ao final da sessão, os jurados reconheceram a responsabilidade de Gabriel Brites de Morais por todos os crimes narrados na denúncia, acolhendo integralmente a pretensão da Promotoria de Justiça. Com a condenação, o Tribunal do Júri reafirmou a resposta da sociedade diante da escalada da violência promovida por organizações criminosas e da utilização de execuções como instrumento de controle e intimidação da população.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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