MATO GROSSO
Polícia Civil localiza e prende condenado por crime sexual praticado contra sobrinha
MATO GROSSO
A Polícia Civil cumpriu, na sexta-feira (6.2), um mandado de prisão preventiva contra um homem, de 47 anos, condenado por estuprar a sobrinha de sua ex-mulher, uma adolescente à época com 13 anos.
O crime ocorreu em Rondonópolis, à época, o condenado ainda era casado com a tia da vítima, o que caracteria relação de confiança e vínculo familiar. Os fatos foram denunciados em agosto de 2012 pela mãe da vítima.
Durante as investigações da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM) de Rondonópolis, foram apurados atos de natureza sexual praticados contra a vítima, bem como tentativas do condenado de intimidar e coagir a adolescente para que retirasse a denúncia.
Após investigações e indiciamento da Polícia Civil e denúncia do Ministério Público Estadual, o investigado foi condenado pela Justiça a 14 anos, quatro meses e 24 dias de reclusão, pena a ser cumprida em regime inicial fechado.
Diante disso, foi expedido mandado de prisão contra o condenado pela 1ª Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher de Rondonópolis.
De posse do mandado de prisão, os policiais da DEDM organizaram uma força-tarefa para identificar e localizar o condenado. Após dias de monitoramento, ele foi localizado e preso por volta das 22 horas de sexta-feira (6), no bairro Jardim Marialva, em Rondonópolis.
Após a prisão, o homem foi encaminhado à delegacia e apresentado à autoridade policial, permanecendo à disposição da Justiça para o cumprimento da pena.
“A Polícia Civil reforça a importância da denúncia e orienta que vítimas de abuso sexual ou violência doméstica procurem a delegacia mais próxima ou utilizem os canais oficiais de atendimento. A denúncia é essencial para a responsabilização dos autores e para a proteção das vítimas”, Ludmila Zorzetti Vendramel.
Fonte: Governo MT – MT
MP MT
Delegado e investigador são condenados por corrupção
A Justiça condenou o delegado de Polícia Civil Geordan Antunes Fontenelle Rodrigues, o investigador Marcos Paulo Angeli e os empresários Sidney Carlos de Paula e Romildo Queiroz de Souza por crimes de corrupção relacionados à atuação da Delegacia de Polícia de Peixoto de Azevedo. A sentença foi proferida pelo juiz Guilherme Leite Roriz, da 1ª Vara da comarca, nesta quinta-feira (16). De acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), as investigações tiveram origem em apurações conduzidas pela Corregedoria da Polícia Civil, que revelaram um suposto esquema de cobrança e recebimento de vantagens indevidas para liberação de bens apreendidos e concessão de benefícios a pessoas presas.Segundo a sentença, diálogos obtidos por meio de captação ambiental autorizada judicialmente demonstraram que os dois agentes públicos discutiram a divisão de valores oferecidos, utilizando inclusive a expressão “fifty-fifty” para indicar a repartição igualitária da quantia. Além disso, a Justiça reconheceu a prática de dois crimes de corrupção passiva relacionados a pessoas presas na delegacia em novembro de 2023. Conforme a decisão, Geordan e Marcos Paulo solicitaram R$ 10 mil para que um empresário, preso em flagrante durante a Operação Hermes II, permanecesse em alojamento com ar-condicionado e não fosse recolhido à cela comum.Os dois também foram condenados por solicitar vantagem indevida de R$ 9 mil para que um homem, preso por embriaguez ao volante, fosse colocado em liberdade após o pagamento da fiança oficial de R$ 1 mil. De acordo com a decisão, conversas registradas pela investigação demonstraram que os acusados estabeleceram o valor total de R$ 10 mil, descontando a fiança legal e dividindo entre si a quantia restante.Pela condenação, o delegado Geordan Antunes Fontenelle Rodrigues recebeu pena de 10 anos e 6 meses de reclusão, em regime inicial fechado, além de 210 dias-multa. Marcos Paulo Angeli foi condenado à mesma pena: 10 anos e 6 meses de reclusão em regime fechado e 210 dias-multa. Já Romildo Queiroz de Souza e Sidney Carlos de Paula foram condenados por corrupção ativa à pena de 2 anos e 8 meses de reclusão e 30 dias-multa cada um.Na sentença, o magistrado também decretou a perda dos cargos públicos de Geordan Antunes Fontenelle Rodrigues, delegado da Polícia Civil, e Marcos Paulo Angeli, investigador da Polícia Civil. Segundo a decisão, as condutas praticadas demonstraram incompatibilidade absoluta com o exercício da função pública, especialmente por terem ocorrido no interior da própria delegacia e envolverem a comercialização de atos de ofício e benefícios a custodiados. A perda dos cargos deverá ser efetivada após o trânsito em julgado da condenação.
Fonte: Ministério Público MT – MT
-
Marcelo Porto Carrero3 dias atrás1964 — A Ditadura do Anacronismo
-
POLÍTICA7 dias atrásSessões plenárias, CPI da Saúde e reuniões de comissões marcam atividades da ALMT
-
ESPORTES7 dias atrásEspanha vence Bélgica com gol no fim e garante vaga na semifinal da Copa do Mundo
-
Marcelo Porto Carrero3 dias atrás1964 — A Ditadura do Anacronismo
-
ESPORTES5 dias atrásInglaterra busca virada sobre a Noruega na prorrogação e garante vaga na semifinal da Copa do Mundo
-
ESPORTES5 dias atrásDourado abre vantagem, mas São Bernardo busca empate; Cuiabá fora do G-6
-
ESPORTES5 dias atrásArgentina vence Suíça com assistência de Flaco Lopes e esta nas semifinais da Copa do Mundo
-
POLÍCIA7 dias atrásPolícia Civil prende homem por descumprimento de medida protetiva em Vila Bela da Santíssima Trindade


