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Polícia Civil cumpre mandados contra traficantes que utilizavam drones para enviar drogas para presídios

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE), deflagrou na manhã desta terça-feira (19.11), a Operação Aerado para cumprimento de cinco mandados de busca e apreensão contra uma organização criminosa voltada para o tráfico e entrega de drogas em presídios da capital.

As ordens judiciais foram expedidas pelo Núcleo de Inquéritos Policiais (Nipo) de Cuiabá, com base em investigações realizadas pela Delegacia de Entorpecentes, e são cumpridas no bairro Jardim Botânico, região do Distrito Industriário, na Capital.

As investigações, conduzidas pelo delegado Gutemberg de Lucena Almeida, identificaram uma estrutura organizada no meio da organização criminosa, que, além da venda de drogas na Capital, distribuía sacolões (cestas básicas), com o fim de fortalecer uma rede de influência e dominação de familiares e moradores da localidade.

As apurações também apontaram que o grupo foi responsável, no ano de 2023, por tentativas de lançamento de drogas na PCE – Penitenciária Central do Estado e Presídio Feminino Ana Maria do Couto, por meio da utilização de aeronaves remotas “drones”, tendo um dos aparelhos sido apreendido na fase anterior da operação na residência de um dos investigados.

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Aerado

A operação recebeu o nome em referência a esta utilização de ‘drones’ para o envio de drogas para penitenciária.

Fonte: Governo MT – MT

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MP MT

Justiça determina reforço no atendimento a alunos com deficiência

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Pontes e Lacerda (a 448 km de Cuiabá) obteve decisão favorável em Ação Civil Pública que busca garantir atendimento educacional e multiprofissional adequado a crianças e adolescentes com deficiência matriculados na rede municipal. Ao julgar o mérito da ação, a Justiça reconheceu a existência de deficiências na estrutura disponibilizada pelo município e determinou a adoção de medidas para assegurar a efetivação dos direitos desse público.A ACP foi proposta após o Ministério Público identificar insuficiência de profissionais e dificuldades no atendimento especializado de estudantes, especialmente daqueles com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Na sentença, o juízo destacou que “estão demonstradas circunstâncias suficientes para justificar a intervenção jurisdicional, diante da persistência de déficit no atendimento especializado de crianças e adolescentes com deficiência”.Conforme a decisão, o município deverá assegurar, no prazo de 120 dias, estrutura multiprofissional suficiente para atendimento da demanda existente. A determinação prevê a disponibilização de profissionais das áreas de psicologia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, psicopedagogia e fisioterapia, entre outras especialidades que se mostrarem necessárias, cabendo à administração municipal definir os meios legais para viabilizar o serviço.A sentença também determinou a implantação, em até 180 dias, de programa de capacitação continuada para profissionais que atuam com crianças e adolescentes com TEA. A formação deverá contemplar o método de Análise do Comportamento Aplicada (ABA) e outras abordagens baseadas em evidências científicas, preservando a autonomia técnica dos profissionais quanto à definição da metodologia adequada a cada caso.Além disso, o município deverá adotar medidas para evitar a interrupção do atendimento especializado e apresentar, no prazo de 60 dias, um plano de ação detalhado contendo diagnóstico da demanda, identificação de eventuais déficits de profissionais, cronograma de execução das providências e indicadores de acompanhamento. Também será obrigatória a apresentação de relatórios trimestrais sobre o cumprimento das determinações judiciais.

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Foto: Prefeitura Municipal.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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