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Operação em Comodoro apreende cargas de madeira ilegal e prende seis pessoas em flagrante

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MATO GROSSO

A Delegacia da Polícia Civil de Comodoro concluiu nesta quinta-feira (22.08) a Operação Madeira de Pedra com a prisão de seis pessoas por desmatamento ilegal. A operação policial resultou ainda na apreensão de dez cargas de madeira já cortadas, que foi retirada criminosamente de uma área de preservação.

As investigações da Polícia Civil começaram no início deste mês, com a apreensão de um caminhão flagrado transportando madeira clandestina, da espécie itaúba, na zona rural de Comodoro.

Após diligências, a equipe de investigação identificou o local de carregamento da madeira. Durante a operação, os policiais civis localizaram em uma área próxima à BR-174, várias cargas de madeiras prontas para serem transportadas.

A equipe policial apurou que a madeira teria como destino o estado de Rondônia. De acordo com o delegado de Comodoro, Ricardo Sarto, foram necessários dez caminhões para transportar o material apreendido.

As seis pessoas presas foram autuadas pelos crimes de desmatamento ilegal e associação criminosa.

O nome da operação faz referência à alta durabilidade e resistência da itaúba, espécie predominante nos estados da Amazônia Legal.

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Fonte: Governo MT – MT

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Justiça determina reforço no atendimento a alunos com deficiência

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Pontes e Lacerda (a 448 km de Cuiabá) obteve decisão favorável em Ação Civil Pública que busca garantir atendimento educacional e multiprofissional adequado a crianças e adolescentes com deficiência matriculados na rede municipal. Ao julgar o mérito da ação, a Justiça reconheceu a existência de deficiências na estrutura disponibilizada pelo município e determinou a adoção de medidas para assegurar a efetivação dos direitos desse público.A ACP foi proposta após o Ministério Público identificar insuficiência de profissionais e dificuldades no atendimento especializado de estudantes, especialmente daqueles com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Na sentença, o juízo destacou que “estão demonstradas circunstâncias suficientes para justificar a intervenção jurisdicional, diante da persistência de déficit no atendimento especializado de crianças e adolescentes com deficiência”.Conforme a decisão, o município deverá assegurar, no prazo de 120 dias, estrutura multiprofissional suficiente para atendimento da demanda existente. A determinação prevê a disponibilização de profissionais das áreas de psicologia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, psicopedagogia e fisioterapia, entre outras especialidades que se mostrarem necessárias, cabendo à administração municipal definir os meios legais para viabilizar o serviço.A sentença também determinou a implantação, em até 180 dias, de programa de capacitação continuada para profissionais que atuam com crianças e adolescentes com TEA. A formação deverá contemplar o método de Análise do Comportamento Aplicada (ABA) e outras abordagens baseadas em evidências científicas, preservando a autonomia técnica dos profissionais quanto à definição da metodologia adequada a cada caso.Além disso, o município deverá adotar medidas para evitar a interrupção do atendimento especializado e apresentar, no prazo de 60 dias, um plano de ação detalhado contendo diagnóstico da demanda, identificação de eventuais déficits de profissionais, cronograma de execução das providências e indicadores de acompanhamento. Também será obrigatória a apresentação de relatórios trimestrais sobre o cumprimento das determinações judiciais.

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Foto: Prefeitura Municipal.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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