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Evento do MPMT oferece exames e orientação sobre câncer

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio do Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho – Vida Plena, realizará nesta quinta-feira (9) o evento Outubro Rosa – Vida Plena, uma mobilização voltada à conscientização sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer. A programação ocorrerá das 8h às 18h, na sede da Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ), em Cuiabá.
A ação terá como destaque a presença da unidade móvel do Hospital de Câncer de Mato Grosso (HCanMT), que oferecerá atendimentos e exames preventivos. Além da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama, a campanha também contemplará orientações e atendimentos relacionados ao câncer do colo do útero, da próstata, da pele e da boca, incluindo atendimento na área bucomaxilofacial.
Durante a manhã, será realizada uma roda de conversa mediada pela coordenadora do Núcleo Vida Plena, promotora de Justiça Gileade Pereira Souza Maia. Participarão do encontro a médica da equipe de Cuidados Paliativos do Hospital de Câncer de Mato Grosso, Gabriele Galvão; a médica mastologista Melisa Gomes Lins; e o especialista em Oncologia e Cancerologia Clínica, Matheus Young Perin. A atividade tem como objetivo ampliar o acesso à informação qualificada e esclarecer dúvidas da população sobre prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer.
A programação contará ainda com a participação da MTmamma, entidade reconhecida pelo trabalho de apoio a pacientes oncológicos, que estará presente com um estande de acolhimento e orientação.
Segundo a diretora administrativa do Hospital de Câncer de Mato Grosso, Renata Gomes de Oliveira, a parceria fortalece o trabalho de prevenção que a instituição desenvolve em todo o estado. “O Hospital de Câncer de Mato Grosso é referência no estado no atendimento oncológico e realiza cerca de 258 mil atendimentos por ano. A prevenção é um dos compromissos da nossa missão e, por meio do nosso ônibus, realizamos campanhas em todo o estado, levando orientação, atendimento e cuidado para mais perto da população”, destacou.

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Ela ressalta que a campanha vai além da conscientização sobre o câncer de mama. “Neste Outubro Rosa, a ação do dia 9, em parceria com o Ministério Público, fortalece esse trabalho. Além da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama, a campanha contemplará os cânceres do colo do útero, da próstata, da pele e da boca, com atendimento na área de bucomaxilofacial”, afirmou.
A coordenadora do Vida Plena, promotora de Justiça Gileade Pereira Souza Maia, reforçou que a iniciativa busca aproximar a população dos serviços especializados e incentivar hábitos preventivos. “Ao promover o evento, nós do Núcleo Vida Plena buscamos estimular a prevenção, compartilhar conhecimento e aproximar a população de serviços especializados, contribuindo para a promoção da saúde e da qualidade de vida. O acesso à informação e aos exames é fundamental para que mais pessoas cuidem da própria saúde e procurem atendimento precocemente quando necessário”, destacou.
A expectativa é de que a ação reúna servidores, membros, colaboradores e cidadãos interessados em obter informações e atendimento preventivo, fortalecendo a cultura do autocuidado e a conscientização sobre a importância do diagnóstico precoce para aumentar as chances de sucesso no tratamento das diferentes formas de câncer.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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MP pede júri para motorista acusado de morte no trânsito

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) denunciou à Justiça Hercílio Junio Freitas Cordeiro pelos crimes de homicídio qualificado consumado, tentativa de homicídio qualificado e delitos previstos no Código de Trânsito Brasileiro relacionados à condução de veículo sob efeito de álcool, fuga do local do acidente e direção sem habilitação. A denúncia foi apresentada pela promotora de Justiça Élide Manzini de Campos, da 2ª Promotoria de Justiça Criminal da Capital – Núcleo de Defesa da Vida.Conforme a denúncia, os fatos ocorreram na madrugada de 30 de agosto de 2026, na Avenida Isaac Póvoas, em Cuiabá. O Ministério Público sustenta que o denunciado, mesmo sem possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e sob efeito de álcool, assumiu o risco de produzir resultados letais ao conduzir uma BMW em velocidade extremamente superior à permitida para a via.Segundo a peça acusatória, o primeiro impacto ocorreu no cruzamento da Avenida Isaac Póvoas com a Avenida Presidente Marques, quando a BMW atingiu a traseira da motocicleta conduzida por G. N. M., que aguardava a abertura do sinal vermelho. O motociclista sofreu lesões, mas sobreviveu. De acordo com o Ministério Público, após a colisão, o motorista deixou o local sem prestar socorro.Ainda conforme as investigações, logo depois do primeiro acidente, o denunciado teria acelerado ainda mais para fugir da responsabilização pelo ocorrido. A denúncia aponta que o veículo foi registrado por equipamento eletrônico trafegando a 177 km/h, em um trecho cujo limite máximo é de 50 km/h. Cerca de 700 metros adiante, a BMW colidiu contra a motocicleta conduzida por Paulo Messias Simão Costa, 23 anos, que morreu no local em decorrência dos graves ferimentos sofridos.O Ministério Público destaca que as investigações indicaram que o denunciado havia ingerido bebida alcoólica em uma casa noturna da capital antes de assumir a direção do automóvel. Testemunhas relataram sinais visíveis de embriaguez e comportamento agressivo. A acusação também menciona que, após o segundo acidente, o motorista abandonou o veículo e permaneceu foragido até se apresentar à polícia dias depois.Na denúncia, a promotora de Justiça sustenta que os crimes foram praticados mediante recurso que dificultou a defesa das vítimas, já que ambas trafegavam regularmente e foram atingidas pela traseira, sem possibilidade de reação. Em relação à morte de Paulo Messias Simão Costa, o MPMT também atribui ao caso as qualificadoras de perigo comum e de homicídio praticado para assegurar a impunidade de outro crime.O Ministério Público requer que o acusado seja submetido a julgamento pelo Tribunal do Júri, além da fixação de valor mínimo de R$ 1 milhão para reparação dos danos causados às vítimas e familiares. Também pede a aplicação do efeito da condenação consistente na inabilitação para dirigir veículo automotor.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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