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Licenciamento de veículos com placa final 5 deve ser pago até 31 de maio

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MATO GROSSO

Proprietários de veículos com placa final 5 têm até o dia 31 de maio para efetuar o pagamento do Licenciamento, conforme calendário 2022 do Detran-MT. A taxa pode ser emitida no site da Autarquia, na opção “Consulte Seu Veículo”, ou pelo aplicativo MT Cidadão.

O Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo pode ser emitido, após o pagamento da taxa, em formato digital (arquivo em PDF) ou impresso em papel A4, pelo site do Detran, em qualquer lugar que tenha acesso à internet e impressora.

O Licenciamento em papel moeda, o antigo “verdinho”, não é mais emitido pelo Detran há mais de dois anos. A nova versão do documento é de caráter definitivo e possui o mesmo valor jurídico do antigo, com autenticidade e segurança garantidos por meio de QR Code, que está ligado à base nacional de dados da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran).

O Detran-MT reforça que, para licenciar o veículo e transitar de forma regular é preciso quitar todos os débitos pendentes como IPVA, taxa de licenciamento, possíveis multas de trânsito, além da regularização de pendências administrativas ou jurídica, caso tiver. 

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Por decisão do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), vinculado ao Ministério da Economia, há dois anos não está sendo mais cobrado o seguro DPVAT.

Vale lembrar que, caso o condutor seja flagrado em uma abordagem de fiscalização de trânsito circulando sem o licenciamento do ano corrente, o automóvel será apreendido e removido, além da penalidade de multa no valor de R$ 293,47.

No Instagram do Detran-MT (@detranmt), o cidadão pode verificar o passo a passo para pagar a taxa e imprimir o Licenciamento. Clique AQUI e confira o vídeo orientativo.  

Fonte: GOV MT

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MP MT

MP recomenda suspensão de novos pacientes em clínica de reabilitação

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Chapada dos Guimarães (a 65 quilômetros de Cuiabá) recomendou a suspensão imediata da admissão de novos pacientes no Centro de Tratamento Vida Serena Premier após identificar indícios de irregularidades no funcionamento da unidade. A medida foi adotada no âmbito de um inquérito civil instaurado para apurar supostas irregularidades na clínica, que atende pessoas com transtornos mentais e dependência química. As investigações começaram após denúncia encaminhada à Ouvidoria do Ministério Público de Mato Grosso. A apuração integra ações do projeto Escuta Pró-Ativa, coordenado pela ouvidora-geral do MPMT, procuradora de Justiça Eliana Cícero de Sá Maranhão Ayres Campos, que realiza visitas técnicas para verificar as condições de atendimento em unidades de acolhimento e tratamento. Neste ano, o projeto já promoveu fiscalizações em penitenciárias de Cuiabá e Várzea Grande, além de comunidades terapêuticas e clínicas localizadas em Várzea Grande e Chapada dos Guimarães. Durante as inspeções, relatórios técnicos apontaram possíveis inconsistências entre o licenciamento da unidade e as atividades efetivamente desenvolvidas no local. Em inspeção realizada na instituição, foram identificados cerca de 43 pacientes acolhidos. Também foram constatadas possíveis inadequações estruturais e indícios da realização de procedimentos típicos de unidades médico-hospitalares. De acordo com a promotoria, a fiscalização realizada pelo Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) constatou que a unidade realiza internações voluntárias, involuntárias e compulsórias. O relatório também apontou incompatibilidades entre os serviços prestados e o licenciamento sanitário então vigente, além de outras inconformidades administrativas e técnicas. O Ministério Público também constatou, durante a inspeção, a ausência de licença sanitária válida para o funcionamento da clínica. Conforme o procedimento, o alvará anteriormente apresentado perdeu a vigência e, até o momento, não houve comprovação da obtenção de uma nova autorização. Para o promotor de Justiça Leandro Volochko, a medida tem caráter preventivo e busca garantir a proteção dos pacientes. “Nosso objetivo é resguardar a saúde e a segurança das pessoas acolhidas enquanto os órgãos competentes analisam a regularidade do funcionamento da unidade e das atividades desenvolvidas no local”, destacou. Além da recomendação para suspender novas internações, a Promotoria requisitou informações sobre os pacientes atualmente acolhidos e determinou o envio de ofícios à Vigilância Sanitária e ao CRM-MT para a realização de novas fiscalizações.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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