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Governo de MT lança editais para apoiar pesquisas nas áreas de educação e incentivar ingresso de mulheres na ciência

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MATO GROSSO

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), em parceria com a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), divulgaram dois editais, que somam R$ 3,7 milhões em investimentos em pesquisas nas áreas de educação e de incentivo a projetos conduzidos por mulheres.

O edital “Mulheres e Meninas na Computação, Engenharias, Ciências Exatas e da Terra” busca apoiar projeto de pesquisa e aumentar a presença de mulheres estudantes de graduação, ensino médio ou fundamental nessas áreas. 

Já o edital do “Programa Pesquisa e Inovação na Escola – PIE” tem o objetivo de despertar nos professores e estudantes da rede estadual de ensino a vocação para a pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação, visando a evolução do sistema pedagógico e implantação da Agenda Estratégica de Ciência, Tecnologia e Inovação no Estado. 

O edital irá apoiar até 100 projetos de pesquisa científica e inovação tecnológica conduzidos por professores e alunos de escolas públicas estaduais e municipais de Mato Grosso.

Para participar, os projetos devem ser liderados por professores com vínculo empregatício (estatutário ou celetista) com a Secretaria Estadual de Educação (Seduc) ou com a Secretaria Municipal de Educação de municípios do estado. Cada proposta terá um prazo máximo de execução de 12 meses, a partir da assinatura do termo de concessão do auxílio.

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O investimento para este edital é de R$ 1.911.000,00, permitindo que cada projeto seja contemplado com até R$ 19.110,00, a ser pago em parcela única.

Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Allan Kardec, esse investimento do Governo de Mato Grosso fortalece a diversidade e a excelência na pesquisa, trazendo benefícios para toda comunidade.

“Essa iniciativa representa uma oportunidade para impulsionar o avanço da ciência em nosso Estado, contando com a participação ativa de nossos professores e alunos das escolas públicas. Ao mesmo tempo, ela promove e amplia as oportunidades para as pesquisadoras mulheres, que já estão fazendo contribuições excepcionais por meio de pesquisas de alto nível, com um impacto significativo em nossa sociedade”, pontuou.

O presidente da Fapemat, Marcos de Sá Fernandes da Silva, afirmou que os editais representam o esforço da Fapemat para democratizar a pesquisa e inovação em Mato Grosso.

O presidente da Fapemat ainda destacou a significativa oportunidade que o edital trará para os professores e estudantes de Mato Grosso.  “O edital de pesquisa e inovação na escola permitirá a inclusão de alunos e professores do ensino fundamental e médio de todo estado no maravilhoso ambiente de pesquisa e inovação”, reforçou.

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Marcos de Sá observou que a participação ativa de pesquisadoras mulheres representa um avanço significativo para o campo das exatas. “O edital ‘Mulheres e Meninas’ visa incentivar a presença feminina – desde doutoras até alunas do ensino médio e graduação – nas áreas de computação, engenharias e exatas. Esses setores não só oferecem boas remunerações, mas também sofrem com a escassez de profissionais qualificados”.

Para obter todas as informações detalhadas sobre os editais, incluindo critérios, prazos de inscrição e documentação necessária, é só acessar AQUI ou nos documentos em anexo abaixo. 

Fonte: Governo MT – MT

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MP MT

MP recomenda suspensão de novos pacientes em clínica de reabilitação

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Chapada dos Guimarães (a 65 quilômetros de Cuiabá) recomendou a suspensão imediata da admissão de novos pacientes no Centro de Tratamento Vida Serena Premier após identificar indícios de irregularidades no funcionamento da unidade. A medida foi adotada no âmbito de um inquérito civil instaurado para apurar supostas irregularidades na clínica, que atende pessoas com transtornos mentais e dependência química. As investigações começaram após denúncia encaminhada à Ouvidoria do Ministério Público de Mato Grosso. A apuração integra ações do projeto Escuta Pró-Ativa, coordenado pela ouvidora-geral do MPMT, procuradora de Justiça Eliana Cícero de Sá Maranhão Ayres Campos, que realiza visitas técnicas para verificar as condições de atendimento em unidades de acolhimento e tratamento. Neste ano, o projeto já promoveu fiscalizações em penitenciárias de Cuiabá e Várzea Grande, além de comunidades terapêuticas e clínicas localizadas em Várzea Grande e Chapada dos Guimarães. Durante as inspeções, relatórios técnicos apontaram possíveis inconsistências entre o licenciamento da unidade e as atividades efetivamente desenvolvidas no local. Em inspeção realizada na instituição, foram identificados cerca de 43 pacientes acolhidos. Também foram constatadas possíveis inadequações estruturais e indícios da realização de procedimentos típicos de unidades médico-hospitalares. De acordo com a promotoria, a fiscalização realizada pelo Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) constatou que a unidade realiza internações voluntárias, involuntárias e compulsórias. O relatório também apontou incompatibilidades entre os serviços prestados e o licenciamento sanitário então vigente, além de outras inconformidades administrativas e técnicas. O Ministério Público também constatou, durante a inspeção, a ausência de licença sanitária válida para o funcionamento da clínica. Conforme o procedimento, o alvará anteriormente apresentado perdeu a vigência e, até o momento, não houve comprovação da obtenção de uma nova autorização. Para o promotor de Justiça Leandro Volochko, a medida tem caráter preventivo e busca garantir a proteção dos pacientes. “Nosso objetivo é resguardar a saúde e a segurança das pessoas acolhidas enquanto os órgãos competentes analisam a regularidade do funcionamento da unidade e das atividades desenvolvidas no local”, destacou. Além da recomendação para suspender novas internações, a Promotoria requisitou informações sobre os pacientes atualmente acolhidos e determinou o envio de ofícios à Vigilância Sanitária e ao CRM-MT para a realização de novas fiscalizações.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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