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MATO GROSSO

Governo de MT investe mais de R$ 7 milhões em edital unificado para concessão de bolsas a atletas e técnicos

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MATO GROSSO

A Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) lança na próxima segunda-feira (6.7), o edital unificado para concessão de bolsas financeiras a atletas e técnicos de Mato Grosso. O valor total do investimento é de R$ 7,1 milhões nas duas seleções públicas que integram o projeto OlimpusMT do Governo do Estado. Serão R$ 5,42 milhões para o Bolsa Atleta e mais R$ 1,68 milhão para o Bolsa Técnico.

Além da unificação, outra novidade é que as inscrições serão realizadas de forma 100% digital, pelo portal mt.gov.br ou pelo aplicativo MT Cidadão. Com isso, atletas e técnicos poderão solicitar o benefício e acompanhar todas as etapas do processo de forma digital, com mais praticidade e segurança.

“Agradeço ao Governo de Mato Grosso que, desde o início da gestão Mauro Mendes e agora do governador Otaviano Pivetta, garante e amplia os valores aplicados no projeto OlimpusMT, possibilitando a evolução do esporte mato-grossense. E essa evolução não vai parar. Neste ano, temos essas duas inovações que buscam simplificar o processo de inscrição de atletas e técnicos. Tudo isso para que nosso esporte chegue a patamares cada vez mais altos”, celebra o secretário da Secel, David Moura.

Destaca-se que o novo processo de inscrição no portal mt.gov.br utiliza o sistema de login único do Gov.br que exige apenas o CPF. Quem ainda não possui cadastro no portal nacional, deve clicar na opção para criar conta, preencher os dados solicitados e validar as informações por e-mail ou SMS.

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Os primeiros a se inscrever serão os atletas, para os quais o formulário estará aberto de 6 a 31 de julho. Já a inscrição dos treinadores ocorrerá de 3 a 21 de agosto. O acesso aos dois formulários diferentes estará disponível no portal mt.gov.br e também no site www.secel.mt.gov.br/editais-esporte-e-lazer

“O processo de inscrição será dinâmico. O sistema filtrará os documentos exigidos para o atleta com base em critérios como idade, modalidade e nível de competição”, explica o secretário adjunto de Esporte e Lazer da Secel, Beto Corrêa.

O secretário adjunto enfatiza que o processo digital também será vantajoso quando chegar a vez do técnico se inscrever. “Cada atleta inscrito terá indicado quem foi seu treinador em 2025. Quando o técnico for se inscrever, ele visualizará a lista de todos os atletas que o mencionaram e poderá selecionar até cinco deles, com os melhores resultados, para somar em sua pontuação”.


Com cronograma diferenciado apenas para o período de inscrições, o resultado final está previsto para ser divulgado até o final de outubro deste ano, contemplando 540 esportistas e 100 treinadores.

Nesta edição do Bolsa Atleta, a previsão é contemplar 100 esportistas na categoria Infantil, 100 na categoria Base, 120 na categoria Estudantil, 180 na categoria Nacional e mais 40 na categoria Internacional. Para as categorias de formação esportiva, as bolsas mensais são de R$ 200 (Infantil), R$ 400 (Base) e R$ 800 (Estudantil). Para as categorias de alto rendimento, Nacional e Internacional, os valores mensais são de R$ 1,2 mil e R$ 2 mil, respectivamente.

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O benefício do Bolsa Técnico atenderá os treinadores em três categorias (Base, Nacional e Internacional), com auxílios financeiros mensais de R$ 1 mil, R$ 1,5 mil e R$ 2 mil. Para as categorias Base e Nacional há 40 vagas em cada uma, e para a Internacional, 20 vagas.

Todas as categorias do Bolsa Atleta têm 20% das vagas reservadas a esportistas com deficiência. A mesma reserva de vagas contempla também o Bolsa Técnico, se referindo aos técnicos que treinam atletas com deficiência. Os valores das bolsas serão pagos em até 12 parcelas mensais.

Serviço:
Edital Unificado Bolsa Atleta e Bolsa Técnico

Data da publicação: 6 de julho de 2026
Inscrição de atletas: 6 a 31 de julho de 2026
Inscrição de técnicos: 3 a 21 de agosto de 2026
Acesso ao formulário de inscrição: mt.gov.br e www.secel.mt.gov.br/editais-esporte-e-lazer

Fonte: Governo MT – MT

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MP MT

TAC garante encerramento de lixão e recuperação ambiental

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Querência, firmou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), no dia 31 de agosto, com o Município para garantir uma solução definitiva para a gestão dos resíduos sólidos urbanos, o encerramento do antigo lixão municipal e a recuperação ambiental da área degradada.A atuação ministerial teve início em 2013, quando foi instaurado inquérito civil para apurar irregularidades no gerenciamento e na destinação final dos resíduos sólidos no município. Naquele mesmo ano, vistoria realizada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) constatou a disposição inadequada de resíduos em lixão a céu aberto, sem impermeabilização do solo, com infiltração de chorume, ocorrência de queimadas e presença de catadores no local.Mesmo após diversas tentativas de resolução extrajudicial, a situação persistiu. Diante disso, o Ministério Público ingressou, em 2020, com uma ação civil pública visando interromper a disposição irregular dos resíduos, assegurar a destinação ambientalmente adequada e promover a recuperação da área degradada.Nos últimos anos, o município passou a encaminhar os resíduos sólidos urbanos para um aterro sanitário licenciado localizado em Água Boa, medida que representou um importante avanço na política de gestão de resíduos. Contudo, segundo o MPMT, a mudança da destinação final não elimina os passivos ambientais acumulados ao longo de décadas de utilização do lixão, tornando necessárias ações para o encerramento técnico da área e sua recuperação ambiental.Foi nesse contexto que o Ministério Público e o Município construíram uma solução consensual voltada à reorganização da política municipal de resíduos sólidos. O TAC estabelece obrigações específicas, responsáveis, cronograma de execução, mecanismos de fiscalização e prazos para a implementação das medidas.Entre as ações previstas estão o encerramento definitivo do lixão, a elaboração de diagnóstico ambiental e do Plano de Recuperação de Área Degradada (PRAD), a regularização e o licenciamento da estrutura de transbordo dos resíduos, a manutenção da destinação final em aterro sanitário licenciado, o fortalecimento da coleta seletiva, a inclusão socioprodutiva dos catadores, o desenvolvimento de ações de logística reversa e a avaliação da sustentabilidade econômico-financeira dos serviços de limpeza urbana.O acordo também prevê a criação de um grupo de trabalho multidisciplinar para coordenar e acompanhar a execução das medidas, além do cumprimento de etapas condicionadas aos processos de licenciamento e aprovação ambiental.Para garantir a efetividade do TAC, a 1ª Promotoria de Justiça instaurou procedimento administrativo específico para monitorar o cumprimento das obrigações assumidas. Também foi elaborado um controle detalhado dos prazos, que será compartilhado com o Município e com o Conselho Municipal de Meio Ambiente para acompanhamento e fiscalização das ações.Segundo a promotora de Justiça Daniela Moreira Augusto, o objetivo é solucionar de forma definitiva um problema ambiental que se arrasta há mais de uma década.“O TAC foi construído para ser efetivamente cumprido. Não se trata apenas de encerrar um processo ou de impedir o descarte de resíduos em determinado local. O encerramento de um lixão exige uma série de medidas, como a recuperação da área degradada, a mitigação dos passivos ambientais e a estruturação adequada do sistema de transbordo. Por isso, optamos por um acordo estrutural, com obrigações concretas, responsáveis definidos, prazos estabelecidos e acompanhamento permanente”, destacou.O cumprimento das obrigações será fiscalizado pelo Ministério Público, com participação do Conselho Municipal de Meio Ambiente. O TAC prevê ainda a apresentação de relatórios bimestrais de acompanhamento e estabelece multa diária em caso de descumprimento injustificado, sem prejuízo da adoção das medidas judiciais e extrajudiciais cabíveis.Com a formalização do acordo, o MPMT busca assegurar a execução de ações concretas para o encerramento definitivo do lixão, a recuperação ambiental da área degradada e a consolidação de um sistema municipal de manejo de resíduos sólidos ambientalmente adequado, sustentável e alinhado à legislação vigente.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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