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Escola de Saúde Pública retoma aulas do Curso Técnico em Enfermagem

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MATO GROSSO

A Escola de Saúde Pública de Mato Grosso (ESP-MT) retomará as aulas do Curso Técnico em Enfermagem na próxima segunda-feira (12.06). O retorno das aulas inclui todas as turmas habilitadas para o curso, nos períodos matutino, vespertino e noturno. Os módulos ocorrerão de segunda a sexta-feira, em Cuiabá.

As aulas do período matutino serão ministradas na sede do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), das 8h às 12h. O local para as aulas presenciais da turma vespertina será o Centro de Ensino Técnico Mato-grossense (Cetem), das 13h às 17h. Já a turma do noturno assistirá as aulas na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), das 18h30 às 22h30.

Conforme explica a diretora da ESP-MT, Silvia Tomaz, o curso técnico em enfermagem é uma importante ferramenta de ensino-aprendizagem que capacita profissionais para atuarem no âmbito da saúde em Mato Grosso.

“Como a Escola de Saúde Pública passa por obra de modernização, contamos com importantes parceiros via Cooperação Técnica para ofertar as salas e os laboratórios ideais para as aulas do curso técnico em enfermagem. As equipes da Coordenadoria de Formação Técnica da ESP estão absolutamente empenhadas na realização deste curso, que já teve uma parte teórica e agora segue continuidade da teoria e prática”, explicou.

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Clique aqui e acesse a comunicação oficial da Escola de Saúde Pública.

Fonte: Governo MT – MT

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MP MT

Promotorias cobram solução para crise em hospital regional

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) reuniu, na quarta-feira (9), prefeitos dos municípios integrantes do Consórcio Intermunicipal de Saúde da Região do Vale do Peixoto (CISVP) e representantes da entidade para uma audiência de ajustamento de conduta destinada a discutir a situação do Hospital Regional de Peixoto de Azevedo (HRPAZ). A iniciativa foi conduzida pela 1ª Promotoria de Justiça Cível de Peixoto de Azevedo, com apoio das Promotorias de Justiça de Matupá, Guarantã do Norte e Terra Nova do Norte, no âmbito de inquérito civil que apura as condições assistenciais, estruturais, financeiras e institucionais da unidade de saúde.A unidade hospitalar possui 70 leitos e atende a população dos municípios de Peixoto de Azevedo, Matupá, Novo Mundo e Terra Nova do Norte, além de ser referência para 63 aldeias indígenas da região. Durante a audiência, o Ministério Público apresentou os resultados de inspeções realizadas pela Secretaria de Estado de Saúde e pelo Centro de Apoio Operacional do MPMT, que identificaram uma série de problemas na unidade.Entre as irregularidades constatadas estão a suspensão das cirurgias eletivas desde agosto de 2026 por falta de insumos básicos, deficiências no banco de sangue, na central de esterilização e na farmácia hospitalar, além de problemas estruturais relacionados à cobertura do prédio. Conforme os levantamentos técnicos, a necessidade de reforma do telhado já havia sido apontada em laudos desde 2025.Além das questões relacionadas ao hospital, as Promotorias de Justiça apresentaram análise sobre a situação jurídica do CISVP. Segundo o Ministério Público, o consórcio não teria concluído o processo de constituição previsto na Lei nº 11.107/2005, o que levanta questionamentos sobre sua regularidade institucional e sobre a forma de repasse dos recursos públicos.Durante a reunião, foram apresentados aos gestores três caminhos para adequação da entidade: a regularização do consórcio como associação pública, a regularização sob a forma de pessoa jurídica de direito privado ou a dissolução da entidade mediante a elaboração de um plano formal de transição. O Ministério Público ressaltou que, independentemente da alternativa adotada, não poderá haver interrupção dos serviços prestados à população.Ao final da audiência, foi entregue aos participantes a Recomendação nº 23/2026, assinada pelas quatro Promotorias de Justiça envolvidas no procedimento. O documento estabelece uma série de providências a serem adotadas pelos municípios e pelo consórcio, incluindo a recomposição imediata dos estoques do centro cirúrgico, a retomada das cirurgias eletivas, a regularização sanitária da unidade hospitalar, a recuperação da cobertura do prédio e a reorganização institucional e financeira do CISVP.Os destinatários da recomendação têm prazo de 10 dias para apresentar resposta ao Ministério Público, acompanhada da documentação comprobatória das medidas adotadas.O MPMT advertiu que, caso não haja solução consensual para as irregularidades apontadas, a fase extrajudicial será considerada esgotada e poderá ser ajuizada ação civil pública, com pedido de tutela de urgência, para garantir a continuidade, a regularidade e a qualidade dos serviços de saúde prestados à população da região.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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