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Em Vila Bela: “É a primeira vez que uma primeira-dama de Estado pisa em região de fronteira”, lembrou o empresário Gustavo Staut

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A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, acompanhou de perto a 2ª edição do Mutirão Cidadania de Fronteira, realizado na manhã desta quarta-feira (23.08), na comunidade Aparecida do Distrito Santa Clara, em Vila Bela da Santíssima Trindade, a 30 km da fronteira com a Bolívia.

A ação foi uma iniciativa do Grupo Especial de Fronteira (Gefron-MT), em parceria com a Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) e Unidade de Ações Sociais e Atenção à Família (Unaf), com apoio de outros parceiros.

Cerca de 300 famílias participaram dos serviços e programas sociais oferecidos a comunidade.

Na comunidade, a primeira-dama Virginia Mendes foi recebida pelo empresário Gustavo Staut, acompanhado da esposa, Alessandra Staut, do prefeito Dr André, do comandante do Gefron, tenente-coronel Bugalho, da secretária da Setasc, Grasielle Bugalho, do secretário-adjunto de Integração Operacional da Sesp, coronel PM Fernando, e demais autoridades.

Emocionada com a recepção da população, a primeira-dama agradeceu os esforços para entregar atendimentos e assistência social na região.

“Além dos serviços de segurança, que o Gefron faz um excelente trabalho com a apreensão de drogas, a parceria com o social é muito importante, porque traz a mão acolhedora. Quero agradecer o tenente-coronel PM Bugalho e toda equipe pelo belo trabalho a frente do comando do Gefron, com essa parceria de sucesso com a secretária Grasielle na Setasc, que conta, também, com o apoio do secretário César Roveri, da Sesp. Agradeço também o prefeito de Vila Bela, doutor André, pelo suporte às equipes de trabalho, bem como à secretaria municipal de Saúde pelos atendimentos. Em nosso Estado não existem fronteiras para os serviços de assistência social e cidadania, graças ao governador, que tem compromisso com o social e nos apoia em todos os projetos”, ratificou.

Esta foi a primeira viagem da primeira-dama após um ano e seis meses afastada para cuidados médicos.

Virginia também ressaltou o apoio do empresário Gustavo Staut e sua esposa, Alessandra Staut, que desempenham papel importante para a região.

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“Fomos muito bem recebidos na fazenda São João do Guaporé, mas quero ressaltar o acolhimento dessa família, que há anos se dedica à comunidade. Eles têm uma história tão linda de doação, em que parte das terras da família foi doada para que a comunidade se estabelecesse. Gratidão por tudo o que vocês têm feito”, manifestou.

O empresário lembrou a presença do Governo no local e destacou a visita da primeira-dama Virginia Mendes.

“Em 30 anos que minha família tem propriedade aqui, esta é a primeira vez que nós recebemos a visita ilustre de uma primeira-dama de Estado. Nós temos segurança aqui, o Gefron está aqui, essa é a diferença. A senhora, dona Virginia, está aqui, e não está dizendo que vai fazer, já está feito. Eu nunca tinha visto acontecer isso aqui”, contou.

O tenente-coronel Bugalho falou da oportunidade de levar algo a mais além da Segurança Pública.

“Quero agradecer a secretária Grasielle pela parceria da Setasc e pela confiança da primeira-dama Virginia Mendes em nosso trabalho. Essa segunda edição é um desafio, porque realmente as pessoas aqui estão distante da cidade. Estamos aqui para trazer a presença do Estado por meio dos serviços e atendimentos nas áreas de saúde, bem como fazer e atualizar cadastros sociais. Agradecemos a senhora, dona Virginia por esse olhar caridoso que a senhora tem as pessoas. Sempre acreditei que além da segurança nós podíamos fazer muito mais”.

De acordo com o secretário adjunto da Sesp, coronel PM Fernando, os avanços na segurança devem ser lembrados e a atenção da primeira-dama de MT é incontestável.

“Nesses 25 anos de serviço ao Estado, nós nunca vimos tanto investimento na segurança pública por meio de um Governo, prova disso é o Gefron como uma das equipes mais bem equipadas, qualificadas e treinadas para servir a comunidade, em especial a fronteira. E parabenizo o comandante Bugalho e o tenente-coronel Guimarães, do comando de Pontes e Lacerda, por exercerem essa função com tamanho comprometimento”, disse.

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“No entanto, quero citar um comprometimento ainda maior, que a primeira-dama Virginia Mendes carrega: o amor, essa é uma qualidade incontestável. Isso estamos vendo aqui, ela ouvindo as pessoas, os serviços e atendimentos perto das pessoas. Ela estar aqui, assistindo essas pessoas, representa o maior cuidado de todos”, acrescentou.

A secretária Grasielle falou da importância da presença da primeira-dama Virginia Mendes nas ações.

“Às vezes a senhora não consegue mensurar como a sua presença é importante para as pessoas. É como a senhora já disse, para o social não existe fronteiras, por terra não enxergamos demarcação, por isso estamos aqui para suprir o que for emergencial e trazer cidadania. Nossa gratidão por tudo o que temos conseguido fazer a partir do seu olhar e sua atenção”.

“A primeira-dama Virginia Mendes tem um carinho especial por Vila Bela, ela já demonstrou isso em outras vezes que esteve aqui na região. Nós nunca tivemos um governador que olhasse tanto para o nosso povo, e nós sabemos que esse olhar do Governo do Estado passou por nossa primeira-dama de MT”, pontuou o prefeito de Vila Bela, doutor André.

Conforme a programação, a comunidade foi contemplada com 300 cestas de alimentos e kits de higiene e limpeza do programas SER Família Solidário; 300 filtros de barro; e 300 cobertores do Aconchego.

Das ações sociais de fronteira, também participam a politec, Polícia Federal, Polícia Militar e Receita Federal.

Também participaram do mutirão a secretária adjunta da Setasc, Marilene Marchese, responsável por coordenar os programas oferecidos; os vereadores Maria das Neves, Carlos Alberto (Aroeira), Moacir Rodrigues e Isaias Gonçalves; o comandante do 12º CR de Pontes e Lacerda, ten.-cel. PM Guimarães; o presidente da Associação Nossa Senhora Aparecida, Félix Rodrigues; as secretárias municipais de Ação Social, Ana Flávia e de Educação Irlene Renata; e a secretária distrital Rejane Vargas.

Fonte: Governo MT – MT

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Júri condena trio a mais de 68 anos pela morte de Zampieri

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Após três dias de julgamento e a análise de um processo com mais de 55 mil páginas, o Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá condenou três acusados de serem executores e intermediários da morte do advogado Roberto Zampieri. As penas somadas alcançam 68 anos, 9 meses e 30 dias de reclusão. Antônio Gomes da Silva foi condenado a 21 anos, 10 meses e 15 dias de prisão, Hedilerson Fialho Martins Barbosa a 25 anos de reclusão e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas a 21 anos, 10 meses e 15 dias. A decisão foi proferida às 00h49 da madrugada desta sexta-feira (2), ao término dos debates entre acusação e defesa e da deliberação dos jurados.Atuaram na acusação os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), além do assistente de acusação Giovani Santin, vice-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT).Ao longo de três dias de julgamento, jurados acompanharam depoimentos de testemunhas, interrogatórios dos réus, exposição de provas e sustentações orais das partes.No primeiro dia de julgamento, foram ouvidas seis testemunhas, entre elas os delegados da Polícia Judiciária Civil Nilson André Farias de Oliveira e Edilson Ricardo Pick, responsáveis por etapas da investigação, além do delegado da Polícia Federal Marco Bontempo. Também prestaram depoimento José Marcos Marini, Mariana Costa Pinto e Lucilene Gonçalves da Silva. As oitivas abordaram a dinâmica da execução do crime, o papel atribuído a cada acusado e os elementos reunidos durante a apuração.O segundo dia foi dedicado aos interrogatórios dos réus Antônio Gomes da Silva, Hedilerson Fialho Martins Barbosa e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas. Já no terceiro dia, acusação e defesa apresentaram seus argumentos finais aos jurados. Durante a réplica, os promotores de Justiça reforçaram provas que, segundo a acusação, demonstraram a participação dos três condenados na execução do homicídio. Entre os elementos destacados esteve o rastreamento da movimentação financeira relacionada ao crime. Conforme sustentado pelo Ministério Público, ficou comprovado o pagamento de R$ 124.250,00 antes da execução e outros R$ 60 mil após o homicídio. Segundo a acusação, os valores tiveram origem nos recursos pagos pelos apontados mandantes do crime.Também foi destacado durante os debates que, ao longo das investigações, surgiram elementos indicando que Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas teria solicitado valores entre R$ 500 mil e R$ 750 mil para que ele e os demais envolvidos não entregassem os mandantes às autoridades.Ao defender a condenação dos acusados, o promotor de Justiça Samuel Frungilo ressaltou a robustez do conjunto probatório reunido ao longo da investigação e da tramitação processual. “Eu tenho 27 anos de Ministério Público. Eu nunca vi um crime de recompensa e homicídio mercenário com tantas provas”, afirmou aos jurados.O promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins destacou o planejamento empregado para a execução do crime e a gravidade da conduta atribuída aos acusados. “Planejaram e esperaram o melhor momento de vulnerabilidade da vítima para poder retirar o seu bem mais precioso, o direito de viver. O maior roubo que alguém pode sofrer é a interrupção do curso da sua existência”, sustentou.Conforme a denúncia do MPMT, Antônio Gomes da Silva foi apontado como o autor dos disparos que mataram Roberto Zampieri. Hedilerson Fialho Martins Barbosa foi acusado de ter participado da execução do plano criminoso, inclusive com o fornecimento da arma utilizada no crime. Já Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas respondeu à acusação de integrar a empreitada criminosa.Ao final do julgamento, o Conselho de Sentença acolheu integralmente a tese sustentada pelo Ministério Público e reconheceu a responsabilidade dos três réus pelo homicídio de Roberto Zampieri. Os jurados condenaram os acusados e reconheceram todas as qualificadoras apresentadas na denúncia: homicídio cometido mediante paga ou promessa de recompensa, com emprego de recurso que dificultou a defesa da vítima e com utilização de arma de fogo de uso restrito.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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