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Corpo de Bombeiros realiza queima prescrita em Chapada dos Guimarães para minimizar riscos de incêndios florestais

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) deu início às atividades de queima prescrita na Área de Proteção Ambiental (APA) da Chapada dos Guimarães. A técnica preventiva utiliza o fogo de forma intencional, planejada e controlada para reduzir a probabilidade de incêndios florestais na região.

Na prática, a queima prescrita é uma estratégia de prevenção que diminui a quantidade de material combustível sobre o solo, que pode incendiar-se facilmente, especialmente durante os períodos de estiagem, minimizando o risco de ocorrências de incêndios de grande proporção.

As ações são conduzidas pelo Batalhão de Emergências Ambientais (BEA) e foram iniciadas na região do Mirante do Centro Geodésico da América do Sul. A área a ser queimada compreende a faixa de domínio até a entrada do mirante, além do uso e manejo do fogo em áreas de paredão, onde a operação exige maior controle e atenção das equipes. A operação segue até sexta-feira (24.4).

De acordo com o comandante do BEA, tenente-coronel Heitor Alves de Souza, a área é considerada sensível e historicamente associada à origem de incêndios florestais na região. Por isso, segundo ele, a realização da queima prescrita de forma antecipada é necessária para facilitar o controle do fogo ao longo do período seco.

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“Essa é uma ação de prevenção para reduzir o material combustível na área e diminuir o risco de incêndios de maior intensidade contribuindo para a proteção da área durante o período de estiagem”, explicou o comandante.

A ação contou com o acompanhamento do Coordenador Municipal de Defesa Civil de Chapada dos Guimarães e do Gerente da APA, vinculado à Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA).

Fonte: Governo MT – MT

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Ambiente lúdico da Pediatria do Hospital Central contribui para a recuperação dos pacientes

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A internação de uma criança pode ser um momento desafiador para toda a família. Para tornar essa experiência mais acolhedora, o Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso investe em estratégias que unem humanização e assistência especializada. Ambientes inspirados no universo infantil, brinquedotecas distribuídas por diferentes setores e a atuação de brinquedistas ajudam a reduzir o estresse da hospitalização, tornando os pacientes mais receptivos ao tratamento e contribuindo para sua recuperação.

A coordenadora de Enfermagem da ala pediátrica, Raquel Calasans, atua há mais de 20 anos na saúde infantil e conta que esse ambiente mais leve facilita a relação tanto com os pequenos como com os familiares. “As crianças não querem ir embora, porque se sentem mais à vontade. Cada personagem transmite uma mensagem de força, de que ‘vai dar certo’. Elas se distraem com as brincadeiras e ficam mais abertas à assistência da equipe, o que resulta em uma alta mais rápida”, observa.

A estrutura de 51 leitos de Enfermaria, 30 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 18 de Cuidados Intermediários (UCI) do hospital tem temas do universo infantil dos mais variados. São personagens do fundo do mar, de princesas, da selva, de super-heróis, todos adaptados para diferentes faixas etárias e interesses.


Até o centro cirúrgico foi ambientado com luzes especiais para tornar o espaço mais agradável. Ao todo, o hospital tem três brinquedotecas distribuídas nos setores de internação e laboratório.

Focado em procedimentos de alta complexidade, o Hospital Central é uma unidade do Governo de Mato Grosso, administrada pelo Einstein Hospital Israelita, que atende integralmente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Desde o início da operação, em janeiro, até dia 30 de setembro, foram realizadas no hospital 2.985 consultas ambulatoriais pediátricas, envolvendo 1.620 pacientes atendidos nas especialidades de cirurgia pediátrica, ortopedia pediátrica e cardiologia pediátrica. No mesmo período, houve 1.272 internações nas unidades de Pediatria e UTI Pediátrica de pacientes menores de 16 anos, sendo 519 provenientes da regulação de urgência.

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No centro cirúrgico do Hospital Central foram realizados 946 procedimentos em pacientes de até 19 anos, de 107 municípios de Mato Grosso, sendo 151 em menores de 1 ano; 275 em pacientes de 1 a 4 anos; 246 em pacientes de 5 a 9 anos e 274 em pacientes de 10 a 19 anos. A primeira cirurgia robótica pediátrica pelo SUS no Centro-Oeste foi realizada no Hospital Central em julho. Desde então, já são 17 até setembro.


Hora de brincar

A preocupação com a experiência das crianças no hospital é tão grande que a unidade dispõe de profissionais focados em tornar a jornada hospitalar mais leve. Capacitadas em monitoria de recreação, as brinquedistas são responsáveis pelos momentos lúdicos dos pacientes mirins.

Atualmente, há quatro brinquedistas no hospital, que se dividem entre a internação e o laboratório. “São elas que definem o tipo de dinâmica mais adequada à cada faixa etária e quais atividades contribuem com a hospitalização. São elas que emprestam para as crianças os brinquedos de que mais gostam para levar para o leito e definem as brincadeiras”, explica Raquel.


A ‘permissão’ para a brincadeira durante a internação é uma forma de driblar o estresse da hospitalização, explica Debora Gouget, coordenadora médica da Pediatria. “A criança está numa situação em que sente dor, tem uma doença aguda ou vai fazer uma cirurgia. É uma situação de estresse, que pode trazer traumas. A possibilidade de brincar quebra um pouco isso”, afirma.

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Além do ambiente atrativo e das brincadeiras, há outras estratégias para acolher os pacientes infantis. Manter as janelas abertas, com as devidas travas de segurança, para as crianças poderem ver o céu mostra um cuidado especial com quem está no leito. Medidas como essa ajudam a diminuir o estresse e a ansiedade gerados pela comorbidade e garante um cuidado humanizado aos pacientes.

“Esses cuidados, que podem parecer pequenos detalhes, fazem a diferença e são parte da cultura do Einstein, de tornar a experiência do paciente a mais satisfatória possível”, contextualiza a diretora da unidade, Alessandra Bokor.

Na internação de crianças, vários profissionais entram em campo: psicólogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, nutricionistas e assistentes sociais, além dos médicos, enfermeiros e brinquedistas. “São todos muito comprometidos e que atuam de forma colaborativa, visando entregar o melhor ao paciente. Saber que se pode contar com o outro faz toda a diferença”, observa Debora.

Sobre o Einstein

O Einstein Hospital Israelita é considerado o 16º melhor hospital do mundo e 1º da América Latina, segundo o ranking The World’s Best Hospitals 2026, elaborado pela revista Newsweek em parceria com a empresa de dados Statista Inc.

Com sede em São Paulo, a organização, fundada em 1955, é referência em assistência, pesquisa, inovação e ensino, com base na responsabilidade social. Há 25 anos, atua no Sistema Único de Saúde (SUS) por meio da gestão de unidades públicas – que contemplam, hoje, além de hospitais, unidades de atenção primária, Centros de Atenção Psicossocial e Serviços de Residência Terapêutica, de atenção ambulatorial especializada e de urgência e emergência – e da execução de projetos por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS).

Fonte: Governo MT – MT

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