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MATO GROSSO

Bazar Vem SER Mais Solidário começa na segunda-feira (4) com desfile e peças a partir de R$ 30

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MATO GROSSO

A solidariedade entra na passarela a partir da próxima segunda-feira (4.8), com o início do Bazar Vem SER Mais Solidário, promovido pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc).

O evento, idealizado pela primeira-dama Virginia Mendes, será realizado no Salão Cloves Vettorato do Palácio Paiaguás, em Cuiabá. A abertura oficial será realizada às 13h, com um desfile especial para apresentar as peças disponíveis para venda.

Com preços a partir de R$ 30, o bazar oferecerá uma grande variedade de itens, como roupas femininas, masculinas e infantis, calçados, bolsas e acessórios. O público poderá conferir e adquirir os produtos até quarta-feira (6), das 08h às 18h.

Toda a arrecadação do bazar será revertida para as ações da Patrulha Maria da Penha, fortalecendo as iniciativas de enfrentamento à violência contra a mulher e promoção da proteção social.

Virginia Mendes destacou que o bazar foi criado com o propósito de ajudar as pessoas que mais precisam, aliando moda à solidariedade.

“Mais do que um bazar, este é um momento de amor ao próximo. Ao adquirir uma peça, a pessoa está contribuindo diretamente com mulheres em situação de vulnerabilidade, apoiando uma causa urgente e necessária”, destacou.

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O secretário de Estado de Assistência Social e Cidadania, Klebson Gomes, destaca que o bazar representa mais uma iniciativa concreta de transformação social.

“Por meio do Bazar Vem SER Mais Solidário, conseguimos canalizar recursos para ações importantes como a Patrulha Maria da Penha. É um exemplo de como a solidariedade da população pode ser revertida em políticas públicas eficazes de proteção às mulheres”, afirmou o gestor.

O evento também contará com ambiente climatizado e equipe de apoio, garantindo conforto e segurança ao público visitante. As peças foram criteriosamente selecionadas e muitas delas são novas ou seminovas em excelente estado de conservação, garantindo qualidade a preços acessíveis.

Serviço

Datas: Segunda-feira (4.8) – 13h às 18h

Terça-feira (5.8) – 08h às 18h

Quarta-feira (6.8) – 08h às 18h

Local: Salão Cloves Vettorato, no Palácio Paiaguás, em Cuiabá.

Fonte: Governo MT – MT

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MP MT

Réu é condenado a 40 anos de reclusão por feminicídio

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O Tribunal do Júri de Ribeirão Cascalheira (a 900 km de Cuiabá) condenou, na sexta-feira (2), A.A.F.G. a 40 anos e 10 meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo feminicídio de L.S.S. A acusação foi sustentada em plenário pelo promotor de Justiça Bruno Barros Pereira. O julgamento ocorreu com aplicação da Lei nº 14.994/2024, que elevou as penas para o crime de feminicídio.O Conselho de Sentença reconheceu a autoria e a materialidade do crime, bem como a qualificadora do recurso que dificultou a defesa da vítima. Também foram aplicadas as causas de aumento relacionadas ao emprego de arma de fogo de uso restrito e ao meio cruel utilizado na execução. Na sentença, o juízo negou ao réu o direito de recorrer em liberdade, manteve a prisão e determinou o início imediato do cumprimento da pena.Para o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, a condenação representa uma resposta firme do Sistema de Justiça a um crime marcado pela violência e pela discriminação de gênero. “Foi um caso emblemático para a região e uma resposta importante para a sociedade diante da gravidade dos fatos”, destacou.Conforme a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), o feminicídio foi motivado pelo inconformismo do acusado com o fim do relacionamento extraconjugal mantido com a vítima. Durante o julgamento, o Ministério Público sustentou que o crime ocorreu em um contexto de menosprezo à condição de mulher, permeado por humilhação e sentimento de posse.As investigações apontaram que o réu decidiu matar a vítima horas antes do crime e se dirigiu armado até o local onde ela estava. Antes dos disparos, submeteu a mulher a uma situação degradante. Segundo a acusação, a vítima foi puxada pelos cabelos, obrigada a se ajoelhar e, em seguida, atingida por dois tiros no rosto.Bruno Barros Pereira ressaltou que as provas apresentadas em plenário demonstraram a violência extrema empregada na execução do crime e o desprezo do condenado pela condição feminina. “Os elementos levados ao julgamento evidenciaram a motivação de gênero e a crueldade da conduta, circunstâncias que foram reconhecidas pelos jurados e refletidas na pena aplicada”, afirmou.Processo 1000481-46.2025.8.11.0079.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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