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Institutos federais ofertam Exame de Proficiência em Língua Inglesa

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E studantes da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, da qual os institutos federais fazem parte, podem realizar o Exame de Proficiência em Língua Inglesa (EPLI), de forma gratuita, até 14 de novembro, em diversos campi espalhados pelo país. Os resultados podem ser utilizados para diferentes finalidades acadêmicas e institucionais nas quais seja necessária a demonstração de proficiência no idioma, como programas de mobilidade acadêmica, intercâmbios, editais de bolsas de estudo e pesquisa, além de processos seletivos e pós-graduação.

O EPLI é um exame presencial, realizado com suporte de uma plataforma digital. O estudante deve comparecer presencialmente ao local de aplicação definido pela sua instituição, normalmente um laboratório de informática, onde fará o exame por meio da plataforma do EPLI. 

Rede Federal – O principal requisito para participação nesta edição é ser estudante regularmente matriculado nas instituições da Rede Federal que aderiram ao programa. Podem se inscrever estudantes de cursos de nível médio, graduação, pós-graduação e de cursos ou atividades de extensão, desde que estejam devidamente registrados como estudantes na instituição participante e que tenham o ensino fundamental concluído. 

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Edital – Cada instituto federal tem seu edital, que define seus próprios critérios, procedimentos e prazos para seleção dos estudantes. Portanto, o aluno interessado deve acompanhar os canais oficiais de sua instituição para se inscrever. As provas serão aplicadas semanalmente nos seguintes dias e horários, considerando sempre o horário oficial de Brasília: quartas-feiras: 8h e 13h; sextas-feiras: 8h, 13h e 18h; sábados: 8h e 10h30.  

Iniciativa em rede – O EPLI, produto desenvolvido integralmente por profissionais da Rede Federal, é uma ação do Ministério da Educação (MEC) em parceria com o Instituto Federal de São Paulo (IFSP). O projeto foi idealizado para atender às demandas dos estudantes e é resultado de um trabalho colaborativo de uma equipe multidisciplinar que reuniu especialistas de diferentes áreas do conhecimento. A expectativa é que as 36 mil aplicações ocorram em mais de 700 campi distribuídos por todas as regiões do país.   

Aderiram ao EPLI 39 instituições da Rede Federal, sendo 37 Institutos Federais, o Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Cefet-MG) e o Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro. O EPLI também tem como foco a construção de um banco de dados inédito, capaz de subsidiar pesquisas, diagnósticos institucionais e a formulação de políticas públicas voltadas ao fortalecimento das competências linguísticas dos estudantes brasileiros, além de ampliar as oportunidades de internacionalização da comunidade acadêmica.   

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Assessoria de Comunicação Social do Ministério da Educação (MEC), com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) e do IFSP 

Fonte: Ministério da Educação

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Rede Federal inspira estudantes em palestras no Rio Grande do Sul

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O Ministério da Educação (MEC) promoveu, por meio da Secretaria de Articulação Intersetorial e com os Sistemas de Ensino (Sase), uma série de palestras realizadas entre os dias 28 de setembro a 2 de outubro em cinco campi do Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS). Durante os eventos comemorativos aos 117 anos da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, o secretário da Sase, Gregório Grisa, reuniu estudantes e servidores dos campi Restinga, Porto Alegre, Sapucaia do Sul, Alvorada e Canoas para debater a história da educação profissional e a contribuição dos institutos federais para o desenvolvimento do país. 

Durante a palestra “Contexto da Educação Profissional no Brasil”, Gregório Grisa destacou a presença da Rede Federal em todas as unidades da Federação e reforçou a importância dos institutos federais na oferta de educação pública, gratuita e de qualidade. Segundo ele, as instituições promovem uma formação humana integral por meio do ensino, da pesquisa e da extensão, da educação básica até a pós-graduação. 

“O ensino profissional e tecnológico está presente tanto na educação básica quanto na educação superior. Os institutos federais oferecem oportunidades de formação e transformação social para milhares de estudantes em todo o país”, afirmou. 

As atividades também abriram espaço para que estudantes compartilhassem experiências sobre o impacto da instituição em suas trajetórias pessoais e acadêmicas. Foi o caso de Jasmine Padilha de Almeida, de 17 anos, estudante do curso técnico em meio ambiente integrado ao ensino médio no Campus Canoas. 

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Para a jovem, o acolhimento encontrado na instituição foi determinante para sua adaptação e seu desenvolvimento. “O que mais me impactou quando entrei aqui foi o acolhimento dos professores, servidores e colegas. É um ambiente muito receptivo, onde me sinto bem para estudar e permanecer durante todo o dia. Eu gosto muito de ficar aqui, por isso, inclusive, eu escolhi fazer a bolsa, porque aí eu posso trabalhar aqui, fazendo o que eu gosto”, relatou. 

Além de assistir às aulas, Jasmine participa de atividades relativas à bolsa acadêmica e a práticas esportivas oferecidas pelo campus. A estudante já projeta os próximos passos de sua formação. Entre os planos para o futuro, estão o ingresso em uma universidade pública por meio do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e a possibilidade de atuar na área ambiental por concurso público. 

Expansão – Durante os encontros, o secretário também apresentou os investimentos realizados pelo governo federal para fortalecer a Rede. Os recursos, segundo ele, estão sendo destinados à consolidação das unidades existentes e à melhoria da infraestrutura, com a construção e adequação de espaços como bibliotecas, refeitórios, quadras esportivas e laboratórios. 

Grisa destacou ainda a ampliação da rede como parte da estratégia para ampliar oportunidades educacionais, especialmente em regiões com menor oferta de vagas. 

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“Queremos consolidar os institutos federais existentes, mas também ampliar o acesso para que mais jovens tenham a oportunidade de estudar nessas instituições e realizar seus projetos de vida”, afirmou. 

Além da expansão física, o secretário da Sase destacou ações voltadas ao fortalecimento da assistência estudantil e da formação inicial e continuada de professores, consideradas estratégicas para garantir a permanência e o sucesso dos estudantes. 

História da Rede Federal – A origem da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica remonta à data 23 de setembro de 1909, quando o então presidente Nilo Peçanha assinou o Decreto nº 7.566, criando 19 Escolas de Aprendizes Artífices. Essas instituições deram origem à atual rede de educação profissional e tecnológica do país. 

A configuração contemporânea da Rede Federal foi instituída pela Lei nº 11.892/2008, que criou os institutos federais de educação, ciência e tecnologia e consolidou um modelo de ensino voltado à formação técnica, científica e cidadã. 

Atualmente, a Rede Federal conta com 755 unidades distribuídas em todo o território nacional, oferecendo cursos técnicos, graduações, pós-graduações e programas voltados à educação de jovens e adultos (EJA), contribuindo para a inclusão social e o desenvolvimento regional. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Articulação Intersetorial e com os Sistemas de Ensino (Sase) 

Fonte: Ministério da Educação

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