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Equipe do Projeto Acolher realiza ações em prol da Campanha Janeiro Branco no Hospital Municipal São Benedito

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A equipe do Projeto Acolher, do Hospital Municipal São Benedito, unidade gerida pela Empresa Cuiabana de Saúde Pública (ECSP), sob a gestão do prefeito Emanuel Pinheiro, abraçou a Campanha Janeiro Branco, com a promoção de ações em prol da saúde mental.

Dentre as ações em desenvolvimento, são realizadas roda de conversa, que oportuniza o diálogo, entre as equipes e o facilitador com foco na sensibilização à cultura da saúde mental do trabalhador; orientações nos setores sobre o Janeiro Branco e os cuidados com a saúde mental; realização de dinâmica; uso de plaquinhas que representam o estado emocional; dicas de saúde e equilíbrio buscando práticas de autocuidado e elaboração de frases como dicas para a prática do autocuidado, que ficam o mês todo em um mural para compartilhamento.

Para Paulo Rós, diretor-geral da ECSP, as ações são importantes para mobilizar e sensibilizar frente à importância da campanha, visando melhorar a qualidade de vida no local de trabalho.

“As estatísticas revelam o aumento de transtornos mentais. Então a campanha vem como um alerta, e a gestão por meio do projeto Acolher, adere ao Janeiro Branco, por meio de ações simples, com o objetivo de auxiliar as pessoas a manterem a mente saudável”, informou Rós.

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Segundo a psicóloga e responsável técnica da psicologia hospitalar, Flávia Guedes, são frequentes as demandas relacionadas à saúde mental. Só no ano de 2022 foram realizados 10.984 atendimentos.

“ Vale destacar que quanto mais precoce for o tratamento, melhor e mais rápida será a superação da doença mental. Ainda que sejam problemas graves, com o auxílio profissional adequado, há possibilidade de encontrar uma solução eficaz e melhorar a qualidade de vida. É importante as pessoas ficarem atentas aos hábitos nocivos, que comprometem a saúde mental como: reprimir emoções e sentimentos, pensar negativamente, trabalhar demais, fazer comparações constantes, ser perfeccionista ao extremo, se diminuir, alimentar preocupações excessivamente, não dormir o suficiente, se apegar ao passado e levar as coisas para o lado pessoal”, revelou.

Para manter uma boa saúde mental, a psicóloga Flávia Guedes, orienta a adoção de uma alimentação saudável, a realização de terapia, qualidade do seu sono, prática de exercícios físicos, saber escolher com quem se relaciona, prática do amor-próprio e tempo para meditação. Ela alerta, que as formas de tratamento e diagnóstico devem ser realizadas por especialistas, como psicólogos, terapeutas, psiquiatras e neurologistas”, concluiu.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá MT

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Justiça reconhece avanços da Prefeitura e mantém contas sem bloqueio de R$ 15 milhões

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A atuação da Procuradoria Geral do Município garantiu uma decisão favorável à Prefeitura de Cuiabá e evitou o bloqueio de R$ 15 milhões das contas municipais, medida que seria prejudicial ao planejamento e à execução das políticas públicas da administração. Em decisão proferida nesta terça-feira (4), pelo juiz Emerson Luis Pereira Cajango, da Vara Especializada do Meio Ambiente de Cuiabá, a Justiça reconheceu que o Município apresentou elementos que demonstram os esforços empreendidos na política de proteção e bem-estar animal e que, antes de qualquer medida de constrição de recursos públicos, é necessária a produção de novas provas.

“O Município sempre atuou com responsabilidade e transparência, demonstrando nos autos que vem cumprindo seu dever constitucional de promover a política pública de bem-estar animal, investindo na estruturação dos serviços, na manutenção do atendimento veterinário e na melhoria contínua das unidades. A decisão da Justiça prestigia esses esforços da administração municipal e reafirma que medidas tão severas quanto o bloqueio de recursos públicos exigem provas técnicas consistentes e respeito ao devido processo legal”, afirmou o procurador-geral do Município, Luiz Antônio.

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Ao analisar o pedido do Ministério Público, o magistrado observou que a própria vistoria realizada pelo Juizado Especial Volante Ambiental (Juvam), em abril deste ano, registrou condições adequadas de limpeza, alimentação, manejo dos animais, disponibilidade de medicamentos e acompanhamento veterinário na unidade municipal.

A Procuradoria também apresentou documentos comprovando o funcionamento do Programa Reação Animal 24 Horas, a escala permanente de médicos veterinários, o atendimento prestado por clínicas credenciadas, as condições do abrigo municipal e a execução dos recursos do Fundo Municipal de Bem-Estar Animal (Funbea).

Embora o Ministério Público tenha reiterado o pedido de bloqueio dos recursos, alegando descumprimento do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), o juiz entendeu que ainda existem controvérsias sobre os fatos mais recentes e que não há elementos técnicos suficientes para justificar, neste momento, a indisponibilidade dos R$ 15 milhões.

Na decisão, o magistrado destacou que eventual bloqueio de recursos públicos deve observar os princípios da proporcionalidade e da menor onerosidade, ressaltando que o pedido do Ministério Público foi apresentado de forma genérica, sem um plano detalhado sobre a destinação imediata do valor pretendido.

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Por isso, o juiz determinou que a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) encaminhem, em até dez dias, os relatórios, laudos, registros fotográficos e demais documentos produzidos durante as diligências realizadas no fim de julho.

Já o Ministério Público terá prazo de 15 dias para apresentar um plano emergencial detalhando como os R$ 15 milhões seriam aplicados caso o bloqueio venha a ser autorizado futuramente, indicando prioridades, estimativas de custos e mecanismos de fiscalização da utilização dos recursos.

Ao final, o magistrado encaminhou o processo ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) Ambiental para tentativa de conciliação entre as partes, buscando uma solução consensual para o cumprimento das obrigações previstas no TAC.

Com isso, o pedido de bloqueio das contas da Prefeitura permanece indeferido neste momento e somente poderá ser reavaliado após a conclusão da instrução probatória e a análise dos novos elementos técnicos determinados pela Justiça.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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