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Prefeitura de Colíder e Governo do Estado levam inclusão digital a idosos com curso de 160 horas

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Cerca de 25 idosos de Colíder estão aprendendo a lidar com ferramentas digitais em um curso de 160 horas voltado ao uso prático da tecnologia no cotidiano. As aulas do Muxirum Digital são realizadas nas tardes de quarta e quinta-feira, na Universidade Aberta do Brasil (UAB), e devem prosseguir até novembro. Os participantes integram um grupo atendido pelo Centro de Referência de Assistência Social (Cras).

O curso é desenvolvido pela Secretaria Municipal de Assistência Social em conjunto com a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci). A formação procura atender uma dificuldade cada vez mais presente entre pessoas idosas: acompanhar serviços, informações e formas de comunicação que migraram para celulares, aplicativos e outros meios digitais.

A secretária municipal de Assistência Social, Michelle Schenkel, observa que o aprendizado tem reflexos diretos na rotina dos participantes. “Hoje, muitas atividades simples dependem do celular e da internet. O objetivo é que o idoso consiga utilizar essas ferramentas com mais segurança e independência, sem precisar recorrer a outras pessoas para tudo”, destaca.

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TECNOLOGIA NA ROTINA

Nas aulas, os idosos têm contato com recursos tecnológicos usados para comunicação, busca de informações e acesso a serviços digitais. A professora Adelair Mendes é responsável pela formação, enquanto Fabiula Aparecida Baca Silva presta auxílio administrativo na organização e no acompanhamento das atividades.

Além de ensinar procedimentos básicos, o curso permite que os participantes pratiquem o uso da tecnologia em um ambiente acompanhado, tirem dúvidas e avancem conforme o próprio ritmo.

Representante da Seciteci em Colíder, o professor Márcio Fernandes avalia que a formação ganha importância à medida que o acesso a serviços e informações passa, cada vez mais, pelo ambiente digital. “Não basta a tecnologia estar disponível. É preciso criar condições para que as pessoas saibam utilizá-la. Para muitos idosos, dominar recursos que parecem simples significa ganhar autonomia para resolver questões do próprio dia a dia”, explica.

CONVIVÊNCIA E AUTONOMIA

A formação também se tornou um ponto de convivência para o grupo do Cras. Durante os encontros, os participantes compartilham experiências e dificuldades, além de aprender formas de manter contato com familiares e amigos por meios digitais. “É o primeiro curso que o município recebe por meio da Seciteci. Então, para nós, é um passo importante porque temos disponíveis um leque muito grande de cursos. A ideia é que, passando esse período eleitoral, a gente possa ampliar essas ações em Colíder, considerando que são cursos gratuitos”, comenta Márcio Fernandes.

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Com carga horária de 160 horas, o cronograma até novembro permite que o conteúdo seja trabalhado de forma gradual, com dois encontros semanais. A proposta é evitar que o contato com a tecnologia se limite a orientações pontuais e dar aos participantes tempo para praticar o que aprendem.

Michelle Schenkel ressalta que a iniciativa busca responder a uma mudança concreta na vida cotidiana. “Quando um idoso aprende a utilizar melhor o celular, acessar uma informação ou se comunicar sozinho, ele conquista mais liberdade. É esse resultado prático que queremos alcançar com o curso”, conclui a secretária de Assistência Social.

Redação: Assessoria

Fonte: Prefeitura Municipal de Colider

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Prefeitura de Colíder entrega 30 violões para aulas de música na Escola São Mateus

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A Prefeitura de Colíder entregou nesta sexta-feira (14) 30 violões à Escola Municipal de Tempo Integral São Mateus para as aulas de música oferecidas aos estudantes da unidade. Os instrumentos serão utilizados por 32 alunos que participam da oficina cultural implantada no início do ano letivo pela Secretaria Municipal de Educação como parte das atividades da educação em tempo integral.

A escola está localizada a cerca de oito quilômetros da área urbana e, embora seja classificada como unidade do campo, também recebe estudantes da cidade. Entre eles estão crianças dos bairros Bom Jesus, Maria Antônia e Celídio Marques, atendidas pelo transporte escolar.

Os 30 instrumentos entregues à São Mateus representam metade dos 60 violões adquiridos para projetos desenvolvidos pela rede municipal de ensino. Além dos violões, a escola recebeu 30 capas, 13 estantes, 15 palhetas e um afinador para utilização nas atividades.

“A educação em tempo integral precisa oferecer experiências que vão além dos componentes curriculares tradicionais. A criança tem contato com informática, esporte, atividades ligadas à horta e ao meio rural e, agora, conta com uma estrutura adequada para aprender música”, diz o prefeito Rodrigo Benassi.

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MÚSICA NA EDUCAÇÃO INTEGRAL

A oficina de violão já funciona na São Mateus e integra o planejamento pedagógico da educação em tempo integral. As aulas são realizadas às sextas-feiras no próprio espaço escolar e passam a contar com instrumentos destinados especificamente aos estudantes do projeto.

Segundo o secretário municipal de Educação, Adriano Camilo, a proposta foi implantada no início do ano para inserir atividades culturais na rotina dos alunos. “Nós começamos o projeto de música na escola dentro da programação da educação integral. Agora, com os violões disponíveis na própria unidade, os 32 estudantes atendidos poderão desenvolver as atividades com os instrumentos necessários para as aulas”, explica.

DISCIPLINA E DEDICAÇÃO

O ensino de violão envolve leitura musical, percepção sonora, coordenação motora, concentração e prática contínua. A atividade também permite que os estudantes tenham contato com uma linguagem artística dentro da própria escola.

“Aprender um instrumento exige disciplina e dedicação. O aluno acompanha a própria evolução a cada exercício e percebe que aquilo que parecia difícil passa a ser possível com prática. É um aprendizado que também pode contribuir para outras atividades escolares”, avalia Camilo.

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Rodrigo Benassi acrescenta que a inclusão da música busca diversificar as atividades oferecidas durante a jornada escolar e criar novas possibilidades de aprendizagem. “Entre essas crianças pode existir alguém com uma aptidão para a música que ainda não teve a oportunidade de descobri-la. Quando a escola oferece esse contato, abre espaço para novos interesses e habilidades”, observa o prefeito.

Redação: Assessoria

Fonte: Prefeitura Municipal de Colider

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