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CNM reforça programação e alerta gestores sobre solenidade de abertura da XXIII Marcha

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Faltam cinco dias para a XXIII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios. O maior evento municipalista da América Latina vai reunir prefeitos, vereadores e gestores municipais na capital federal nos dias 25 a 28 de abril. Já com 5,5 mil participantes inscritos, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) reforça os principais pontos a serem observados pelos participantes.

No primeiro dia, 25 de abril, a partir de 11 horas, o gestor poderá fazer o credenciamento, receber atendimento técnico especializado e direcionado para a realidade municipal, além de participar dos painéis técnicos que vão abordar os mais diversos temas. Neste mesmo dia, a entidade promove reunião do Conselho Político.

Entre os pontos de atenção está a abertura oficial do evento, que acontece na manhã do dia 26 de abril. Neste dia, a CNM alerta para que os participantes antecipem sua chegada ao Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB). Isso porque, devido à  presença do presidente da República, Jair Bolsonaro, todos os participantes devem passar pelo detector de metais, o que pode causar mais demora nas filas.

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Com a temática Município: o caminho para um Brasil melhor, a Marcha no segundo dia deve receber, ainda, além dos painéis temáticos, três candidatos à presidência da República no palco principal. O dia encerra-se com a palavra aberta aos gestores municipais e o encontro com as bancadas parlamentares.

Já no dia 27 de abril, a manhã inicia com a assembleia geral da entidade, seguida de duas programações políticas: movimento municipalista e o Congresso Nacional, com a participação de parlamentares da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, seguido de discussão sobre os royalties do petróleo. No início da tarde, a programação começa com homenagens, seguido da participação de outros três candidatos à presidência da República.

O último dia é marcado por discussões de temas importantes para a gestão municipal, como saúde e desafios da assistência social no pós-pandemia da Covid-19. A programação termina no fim da manhã do dia 28 de abril, com os resultados dos painéis temáticos e a leitura da Carta da XXXIII Marcha.

Fique atento:
Para entrada no CICB, o participante deve estar com o comprovante de vacinação contra a Covid-19 em mãos ou em meio digital, com duas doses ou dose única, para agilizar a entrada. Para participar da Marcha, os inscritos devem estar com o crachá do evento, entregue no ato do credenciamento. O uso de máscara é obrigatório.

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Inscrições
Os interessados em participar da XXIII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios ainda podem se inscrever no site oficial do evento. Com inscrições gratuitas para prefeitos de Municípios filiados e com as contribuições em dia, a CNM reforça que as vagas são limitadas. Caso ainda não seja filiado, o interessado em participar gratuitamente pode procurar, o quanto antes, a área institucional da entidade e garantir a filiação.

Fonte: AMM

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Cáceres

Cáceres, chão abençoado

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Ao longo de seus 248 anos, a nossa querida cidade já foi Vila Maria do Paraguai, São Luiz de Cáceres e, hoje, é carinhosamente chamada apenas de Cáceres — um chão abençoado que acolhe, inspira e orgulha todos que nele vivem.
Cáceres nasceu do olhar visionário e estratégico do Capitão-General Luiz de Albuquerque de Mello Pereira e Cáceres, que enxergou no coração do Pantanal a força e a grandeza de uma terra destinada a prosperar. Essa vocação histórica e a bravura de nossa gente estão gravadas na Praça Barão do Rio Branco, verdadeiro coração da cidade e síntese viva da nossa história.
Ali resplandece o velho Cais do Porto, testemunha do vai e vem de vidas, cargas e sonhos, por onde transitaram até mesmo os pioneiros da aviação mundial — como o italiano Francesco de Pinedo, que em 16 de março de 1927 fez do Porto da Manga o seu ponto de pouso ao cruzar os céus de Mato Grosso em um hidroavião.
Nessa mesma praça ergue-se imponente a Catedral de São Luiz, monumento à fé e à tenacidade cacerense. Depois de tombar por três vezes, ela só se firmou de pé quando o inesquecível Bispo Dom Máximo Biennes, orientado pelo engenheiro alemão Arnold Willians (Mack), ergueu a estrutura de madeira que até hoje a sustenta — madeira generosamente doada por fazendeiros da terra, entre eles meu pai, José Lacerda, e transportada pelas águas do Rio Paraguai pelas mãos do sr. Leopoldo El Chammy.
Também na praça repousa o Marco do Jauru, símbolo soberano do Tratado de Madri (1750), que delimitou as fronteiras entre os impérios de Portugal e Espanha e definiu os contornos do nosso Brasil.
Presto esta homenagem em memória daqueles que, enfrentando tempos verdadeiramente duros e difíceis, moldaram com suor e perseverança a cidade que hoje desfrutamos: um refúgio acolhedor, cordial e vibrante, formado por brasileiros e estrangeiros de todas as origens, integrados como uma só família.
Cáceres é uma mãe fértil, generosa e altiva, de cujo seio brotaram novos horizontes. Envio um abraço caloroso e fraterno aos municípios-filhos que nasceram deste solo abençoado: Barra do Bugres, Porto Esperidião, Rio Branco, Salto do Céu, Reserva do Cabaçal, Jauru, Mirassol D’Oeste, Tangará da Serra, Glória D’Oeste, Figueirópolis, Porto Estrela e Denise.
Viva Cáceres, sua história, seu povo resiliente e seu futuro brilhante!

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Um abraço,
Márcio Lacerda

Fonte: Prefetura Municipal de Cáceres

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