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Reunião técnica debate estratégias para conservação de recursos genéticos on farm no Brasil

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Representantes de órgãos públicos, instituições de pesquisa, organizações da sociedade civil, movimentos sociais, povos e comunidades tradicionais participaram, de 9 a 11 de setembro, em Brasília (DF), da 1ª Reunião Técnica do Programa Nacional de Conservação dos Recursos Genéticos On Farm . O encontro promoveu o intercâmbio de experiências e a discussão de estratégias relacionadas à conservação e ao uso sustentável dos recursos genéticos no país.

O Programa Nacional de Conservação On Farm é coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e integra a Política Nacional de Conservação e Uso Sustentável dos Recursos Genéticos para a Alimentação, a Agricultura e a Pecuária. Seu objetivo é promover a conservação e o uso sustentável dos recursos genéticos realizados por agricultores familiares, povos indígenas e comunidades tradicionais.

A conservação on farm, realizada nos próprios sistemas de produção e manejo, contribui para a manutenção da agrobiodiversidade e dos conhecimentos associados, reconhecendo o papel dos agricultores e das comunidades na conservação desses recursos.

A programação foi organizada em três eixos: o primeiro tratou da proteção, conservação, resgate, manejo e uso sustentável dos recursos genéticos; o segundo abordou produção, beneficiamento, circulação, acesso, valorização e dinamização econômica; o terceiro reuniu discussões sobre conhecimento, pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER), formação e melhoramento genético participativo.

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As atividades incluíram rodas de conversa e troca de experiências sobre conservação de sementes e recursos genéticos animais, redes territoriais, agrobiodiversidade, feiras e mercados de sementes, restauração, Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), melhoramento genético participativo e conhecimentos relacionados aos microrganismos.

Texto: Mariana Camargo, Ascom SAF/MDA

Edição: Marcelo Carota, Ascom MDA

Fonte: Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar

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Dia Internacional das Línguas de Sinais destaca acessibilidade e garantia de direitos

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A Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) definiu, em 2017, o dia 23 de setembro como o Dia Internacional das Línguas de Sinais. A data busca dar visibilidade às línguas de sinais como instrumento de comunicação e de acesso a direitos fundamentais para pessoas com deficiência auditiva e surdez.

Segundo a Federação Mundial de Surdos (World Federation of the Deaf – WFD), existem mais de 300 línguas de sinais em todo o mundo, utilizadas por cerca de 70 milhões de pessoas. As línguas de sinais são sistemas linguísticos de natureza visual-espacial, autônomos e completos, com variações de acordo com cada país e região. Possuem estruturas gramaticais próprias e permitem a expressão de ideias e fatos em diferentes níveis de complexidade.

No Brasil, setembro é conhecido como Setembro Azul e reúne datas relacionadas à comunidade surda, como o Dia Nacional do Surdo, celebrado em 26 de setembro e instituído pela Lei n.º 11.796/2008, além do Dia Internacional do Surdo e do Dia Internacional do Tradutor e Intérprete de Línguas de Sinais, celebrados em 30 de setembro.

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Outro marco é a Lei n.º 10.436/2002, que reconhece a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como meio legal de comunicação e expressão. A legislação estabelece que o poder público e as empresas concessionárias de serviços públicos devem apoiar o uso e a difusão da Libras como meio de comunicação objetiva e de utilização corrente das comunidades surdas do Brasil.

Em 2026, mais de 12 mil violações de direitos humanos contra pessoas com deficiência auditiva e surdez foram registradas, em todo o território nacional, no Disque Direitos Humanos – Disque 100.

Em casos de discriminação, violência ou outras violações de direitos humanos, é possível registrar denúncia pelo Disque 100, que oferece atendimento em Libras por videochamada. O serviço é gratuito e funciona 24 horas por dia.

Disque 100

As denúncias podem ser realizadas pelos seguintes canais:

  • Telefone: disque 100, gratuitamente, de qualquer telefone fixo ou celular;
  • WhatsApp: (61) 99611-0100;
  • Telegram: busque por “DireitosHumanosBrasil” no aplicativo;
  • Atendimento em Libras: videochamada em Língua Brasileira de Sinais (Libras);
  • E-mail: [email protected];
  • Presencialmente: na Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos, em Brasília (DF).
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Texto: L.C.

Edição: G.O.

Atendimento exclusivo à imprensa:

Assessoria de Comunicação Social do MDHC

(61) 2027-3538

Acesse o canal do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania no WhatsApp.

Fonte: Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania

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