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Frequência de rádio: entenda o que significa o número que identifica uma emissora

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Quando uma pessoa liga o rádio para ouvir música, notícias ou outros conteúdos, é preciso sintonizar a frequência correspondente à emissora desejada.

Mas, afinal, o que esses números significam e por que cada emissora utiliza uma frequência diferente?

Na prática, os números indicam a frequência utilizada pela emissora para transmitir o sinal pelo ar. É como se cada rádio tivesse um endereço: quando o ouvinte sintoniza aquele número no aparelho, o receptor capta o sinal da estação, que é transmitido por meio de uma onda de rádio.

A frequência é uma forma de medir quantas vezes uma onda oscila em determinado período. A unidade utilizada é o hertz (Hz), que corresponde a uma oscilação por segundo.

Como as frequências utilizadas na radiodifusão são elevadas, é comum utilizar o megahertz (MHz), que equivale a 1 milhão de hertz. Assim, uma emissora que transmite em 100,1 MHz utiliza uma onda com 100,1 milhões de oscilações por segundo.

Isso não significa, porém, que a música ou a voz transmitida tenha essa frequência. O valor corresponde à frequência da onda de rádio utilizada como portadora, que transporta a informação que será recebida pelo aparelho do ouvinte.

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Por que cada emissora tem uma frequência?

O espectro radioelétrico é o conjunto de frequências utilizado por diferentes serviços de comunicação, incluindo radiodifusão, televisão, telefonia celular e outros sistemas de comunicação.

Por isso, as frequências são organizadas para reduzir a possibilidade de interferência entre sinais utilizados por diferentes serviços e estações.

No caso da radiodifusão, a frequência utilizada por uma emissora faz parte das condições técnicas de funcionamento do serviço. Além da frequência, aspectos como potência do transmissor, localização da estação e características da antena podem influenciar a área em que o sinal é recebido.

Por esse motivo, emissoras que utilizam frequências próximas precisam observar parâmetros técnicos que permitam o funcionamento dos diferentes sinais. A organização das frequências contribui para que o ouvinte consiga sintonizar uma estação sem que outros sinais interfiram na recepção.

Texto: ASCOM | Ministério das Comunicações • Mais informações: [email protected] | (61) 2027.6086 ou (61) 2027.6628

Fonte: Ministério das Comunicações

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Internet: entenda a diferença entre pequenos e grandes provedores

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Você sabe como a internet chega até o usuário? Por trás de cada vídeo assistido, mensagem enviada ou site acessado existe uma rede de telecomunicações responsável pelo transporte de dados. Nesse sistema, estão as empresas que oferecem serviços de conexão à internet, com diferentes portes, estruturas e áreas de atuação.

Grandes e pequenos provedores

As empresas que oferecem serviços de internet podem atuar em diferentes escalas. Algumas possuem redes distribuídas por diversas regiões do país e atendem um grande número de clientes. Outras concentram suas operações em determinados municípios ou regiões.

Além da área de atuação, também podem variar entre as empresas a estrutura de rede, a capacidade de investimento e a forma de contratação de infraestrutura de telecomunicações.

Entre os provedores de menor porte estão as empresas classificadas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) como Prestadoras de Pequeno Porte (PPPs). A classificação considera grupos econômicos que detêm participação inferior a 5% do mercado nacional em cada mercado de varejo em que atuam.

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Essa definição regulatória não depende apenas do número de funcionários ou do tamanho físico da empresa.

Como atuam os provedores regionais?

Muitos provedores regionais implantam redes próprias de fibra óptica, contratam capacidade de transmissão de outras empresas e oferecem planos de internet diretamente aos consumidores.

A atuação pode estar concentrada em um único município, em um conjunto de cidades ou em determinada região do país.

Os serviços oferecidos podem incluir internet banda larga por fibra óptica, telefonia e outras formas de conectividade para residências, empresas e órgãos públicos.

Presença dos pequenos provedores

De acordo com o Plano Estrutural de Redes de Telecomunicações (PERT) 2026, da Anatel, em cerca de 33% dos municípios brasileiros as Prestadoras de Pequeno Porte são as únicas responsáveis pela oferta de serviços de banda larga fixa.

O dado permite observar a presença dessas empresas no mercado de banda larga fixa em diferentes municípios brasileiros.

A existência de empresas de diferentes portes também faz parte da estrutura do mercado de telecomunicações, no qual prestadores podem atuar com diferentes modelos de negócio, áreas de cobertura e infraestruturas.

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Diferentes modelos de conexão

Independentemente do porte da empresa, a prestação do serviço de internet envolve uma infraestrutura formada por diferentes elementos, que podem incluir redes de fibra óptica, equipamentos de transmissão e outras estruturas de telecomunicações.

Para o usuário, a conexão depende da rede disponível na localidade e das características do serviço contratado.

Conhecer as diferenças entre os tipos de provedores ajuda a compreender como está estruturado o mercado de acesso à internet e quais empresas podem oferecer o serviço em cada região.

Texto: ASCOM | Ministério das Comunicações • Mais informações: [email protected] | (61) 2027.6086 ou (61) 2027.6628

Fonte: Ministério das Comunicações

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