AGRONEGÓCIO
Sinop se prepara para receber uma das maiores feiras do agronegócio brasileiro
AGRONEGÓCIO
Começa na próxima segunda-feira (14.04) o Norte Show 2025, uma das maiores feiras do agronegócio brasileiro. A feira irá até a quinta-feira, 17 de abril, em Sinop (MT) e pretende se consolidar como uma das principais vitrines do agronegócio nacional. Com a participação de mais de 400 expositores e expectativa de atrair cerca de 60 mil visitantes, a feira promete movimentar o setor com inovações, oportunidades de negócios e debates relevantes.
Para acomodar o crescente número de expositores e visitantes, a organização ampliou a área do evento em mais de 10 mil metros quadrados. Além disso, está prevista a construção de um novo parque de exposições em uma área de 60 hectares, com inauguração planejada para 2027, visando consolidar a Norte Show entre as maiores feiras do país.
A programação da Norte Show 2025 inclui palestras magnas e técnicas, oficinas, demonstrações de produtos, leilões e exposição de maquinários e implementos agrícolas. Destacam-se iniciativas como o Campus Norte Show, que conecta universitários ao mercado, e o Norte Show Kids, voltado para a educação infantil no agronegócio.
O evento contará com a participação de figuras renomadas do setor, incluindo o ex-ministro Ricardo Salles, o empresário Luciano Hang e o deputado federal Nikolas Ferreira, que contribuirão com debates e insights sobre o futuro do agronegócio brasileiro.
A edição de 2024 da Norte Show registrou mais de 70 mil visitantes, 350 expositores e movimentou aproximadamente R$ 4 bilhões em negócios. Para 2025, a expectativa é superar esses números, reforçando a importância da feira para a economia local e nacional.
Serviço
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Evento: Norte Show 2025
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Data: 14 a 17 de abril de 2025
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Local: Parque de Exposições da Acrinorte, Sinop – MT
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Contato: [email protected] | (66) 3520-4100
Fonte: Pensar Agro
AGRONEGÓCIO
Com dívidas superiores a R$ 1,3 trilhão, agro busca solução antes do início da safra 26/27
Com o fim do vazio sanitário se aproximando e o plantio da soja previsto para começar a partir de setembro nas principais regiões produtoras, o endividamento rural voltou ao centro das preocupações do agronegócio brasileiro.
Estimativas do setor apontam que o passivo total da agropecuária brasileira já supera R$ 1,3 trilhão, dos quais aproximadamente R$ 188 bilhões correspondem a dívidas financeiras diretas dos produtores. Diante desse cenário, a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) intensificou as articulações para acelerar a votação do Projeto de Lei 5.122/2023, considerado uma das principais apostas para permitir a renegociação de débitos e recuperar a capacidade de investimento no campo.
A preocupação cresce justamente no momento em que agricultores começam a planejar a safra 2026/27, negociando sementes, fertilizantes, defensivos e operações de custeio. Após anos de custos elevados, juros altos e sucessivas adversidades climáticas, muitos produtores chegam ao novo ciclo com margens reduzidas e dificuldades para acessar novas linhas de crédito.
O problema ganhou dimensão nacional principalmente entre os produtores de soja, principal cultura agrícola do país. Apesar de o Brasil caminhar para colher mais de 180 milhões de toneladas da oleaginosa, a rentabilidade das propriedades sofreu forte pressão nos últimos anos. Em algumas regiões, as margens brutas recuaram mais de 30%, reflexo da combinação entre queda nos preços internacionais, valorização dos insumos e aumento dos custos financeiros.
Os reflexos desse cenário já aparecem nos indicadores do setor. Em 2025, o agronegócio registrou recorde de pedidos de recuperação judicial, enquanto a inadimplência rural avançou em diversas regiões produtoras. O ambiente mais desafiador levou instituições financeiras a endurecer critérios de concessão de crédito e exigir garantias adicionais, reduzindo a capacidade de financiamento de parte dos produtores.
Nesse contexto, ganhou força no Congresso Nacional o Projeto de Lei 5.122/2023. Embora tenha sido apresentado pelo deputado Domingos Neto, a proposta passou a ser uma das prioridades da Frente Parlamentar da Agropecuária, que atua para viabilizar instrumentos de renegociação de passivos, alongamento de prazos e recuperação da capacidade produtiva dos agricultores.
A avaliação de lideranças do setor é que a solução para o endividamento precisa ser definida antes do avanço do calendário agrícola. Isso porque grande parte da produtividade é construída antes mesmo do plantio, por meio de investimentos em correção de solo, fertilização, escolha de sementes e proteção fitossanitária. Sem acesso a crédito ou condições adequadas de renegociação, produtores podem reduzir aportes justamente em áreas que influenciam diretamente o desempenho da lavoura.
O debate vai além das propriedades rurais. O Brasil é líder mundial na produção e exportação de soja, cadeia que movimenta centenas de bilhões de reais anualmente e sustenta segmentos como biodiesel, proteína animal, logística, armazenagem e agroindústria. Por isso, especialistas alertam que a recuperação financeira dos produtores será decisiva não apenas para a safra 2026/27, mas para a manutenção da competitividade do agronegócio brasileiro nos próximos anos.
Enquanto aguardam uma definição em Brasília, agricultores seguem fazendo contas e ajustando o planejamento da próxima temporada. No campo, a percepção é de que o crédito poderá ser tão importante quanto o clima para determinar os resultados da próxima safra.
Fonte: Pensar Agro
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